
Uma Grande oportunidade de saírmos do meio da multidão, onde não temos atitude, pois as vezes esperamos por outras pessoas, mas chegou a hora de tomar uma atitude de fé, seja gritando, tocando na orla do manto ou até subindo em uma arvoré, porém o mais importante é chamar a atenção de Jesus Cristo, então vamos crescer na graça e no conhecimento conforme escrito em 2 Pedro 3, 18 parte a, aproveitando esta dada por Deus.
Seja Bem Vindo! Que Deus te Abençõe!
Rádio Deus Proverá - Abençoando Vidas
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domingo, 27 de novembro de 2011
HUMOR - ORIGEM DOS DEZ MANDAMENTOS

- Qual seria o mandamento, Senhor?
- Qual seria o mandamento?
- Qual seria o mandamento?
- Vocês querem um mandamento?
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Em crise, jornalismo da Record é usado pela Igreja Universal
Texto escrito pelo Jornalista Maurício Stycer para o portal UOL
Inteiramente reformulado nos últimos anos, o departamento de jornalismo da Record vive o seu pior momento neste final de 2011. Ao mesmo tempo em que o “Jornal da Record” contabiliza os seus números mais baixos de audiência no ano, outro noticiário da emissora, o “Domingo Espetacular”, se vê acusado de praticar mau jornalismo contra um grupo religioso concorrente da Igreja Universal.
Vice-líder no horário, o “Jornal da Record” caiu para terceiro, superado pelo SBT, ou viu o concorrente empatar no Ibope alguns dias em novembro. A audiência média do principal noticiário da emissora em outubro foi de 6,7 pontos, a mais baixo no ano.Mas o sinal mais eloqüente de que algo grave ocorre na Record foi a exibição, no domingo, 13, de uma reportagem de 39 minutos sobre um fenômeno religioso, encontrado em diferentes práticas neopentecostais, que o “Domingo Espetacular” ironizou chamando de “cai-cai”.
O apelido maldoso deve-se ao fato de que, tocados de leve por um pastor durante os cultos, os fiéis desfalecem, como que por mágica.Mas o sinal mais eloqüente de que algo grave ocorre na Record foi a exibição, no domingo, 13, de uma reportagem de 39 minutos sobre um fenômeno religioso, encontrado em diferentes práticas neopentecostais, que o “Domingo Espetacular” ironizou chamando de “cai-cai”.
O apelido maldoso deve-se ao fato de que, tocados de leve por um pastor durante os cultos, os fiéis desfalecem, como que por mágica.
Na prática, a reportagem foi um ataque impiedoso aos pastores que fazem apologia desta prática, com o objetivo de alertar eventuais fiéis de que o “cai-cai” é, na verdade, charlatanismo ou obra do demônio. Contrariando uma regra elementar do bom jornalismo, a Record não ouviu nenhuma voz em defesa dos religiosos atacados ao longo dos intermináveis 39 minutos da matéria.
Dentro da emissora, o ataque ao “cair no espírito”, como também é conhecida a prática, foi visto como uma vitória de setores da Igreja Universal do Reino de Deus que defendem a utilização da Record no ataque aos adversários religiosos e, também, no esforço de recuperar o número de fiéis, que estaria em queda.
A reportagem exibida no “Domingo Espetacular”, de fato, contraria a essência de todo discurso sempre defendido pelos principais nomes da emissora nos últimos anos, de que existe uma separação total entre a IURD e a Record.
Este tem sido o tom das raras manifestações públicas tanto de Edir Macedo, fundador da igreja e presidente da emissora, quanto de seus principais executivos, como Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de programação, e Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo.
Procurada para comentar a reportagem do “Domingo Espetacular” e a queda da audiência do “Jornal da Record”, a emissora informou que a abordagem sobre o “cair no espírito” foi “jornalística” e que o telejornal sofre “oscilações” normais no Ibope, mas continua com vice-líder no horário.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
UNIVERSAL E RECORD CUIDADO COM ELAS!!!
Assisti a reportagem exibida Domingo na Rede Record sobre o Cair no Poder e outras manifestações creditadas ao Espírito Santo e quero expressar o meu pensamento como Homem escolhido e ungido por Deus (apesar de alguns dizerem que não existe homens ungidos) e Pastor responsável por um Ministério que foi levantado na vontade e querer de Deus.
Particularmente eu não acredito no cair pelo poder da maneira que acontece, assim como a unção do riso, unção do Leão, unção do dente de ouro, unção do choro ou outros. Porém acredito que Deus trabalha da maneira que ele quer, da forma que ele quer e não conforme o homem acha ou quer, pois ele é Deus. Porém tem coisas que entram no senso do ridículo. Toda manifestação de Deus tem que ocorrer edificação, fortalecimento, renovação e principalmente mudança de vida.
Muitos podem citar sobre o Culto racional conforme escrito em Romanos, porém a fé de maneira nenhuma é explicável e compreendida para aqueles que verdadeiramente não a vivenciam, exemplo foi quando Jesus Cristo cuspiu no chão e vez uma pasta de lama e impôs sobre os olhos do cego, oh que loucura, que blasfêmia ou outras coisas mais se ouviria na época, assim como se fosse hoje, iriam dizer que ele esta louco, mas o resultado foi maravilhoso, ou seja, tudo que Deus ordena fazer terá um resultado surpreendente, mesmo que os homens não aceitem, pois pelos cientistas, ateus, budistas, alguns médicos e outros, Deus não existe...então ele não existe porque eles disseram? Então o que esta acontecendo nesses últimos dias é que se eu não acredito em algo, então ele não pode acontecer, mas se acontecer não é de Deus, é da carne, do diabo ou de quem a pessoa queira que seja.
Temos o maior exemplo disto no falar em outras línguas, tem igrejas que dizem que isto ocorreu só no passado conforme em Atos 2 e que agora não existe esta manifestação, outros dizem que as curas e milagres só ocorreram no passado e que agora não ocorrem mais, agora pergunto como fica o dizer: Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje e eternamente Hb 13,8, Deus não mudou e não muda, porém os homens sim, mas pelo que percebemos é que Deus esta condicionado a agir conforme o homem quer, porque se os homens não creem então não pode acontecer, ou seja, o homem é que esta mandando em Deus pelo jeito.
Como povo de Deus, temos que tomar cuidado com o que os outros dizem, pois muitos estão deixando de ouvir a voz de Deus para se subordinar somente aos homens e com isso ficando limitados ou vivendo somente o que os homens querem.
Em relação a algumas pessoas aparecerem na reportagem dizendo contra aquilo que elas vivenciaram, isto é relativo, pois tem pessoas que estão muito felizes e maravilhadas vivendo experiências fantásticas com Deus e outras não, mas as que não viveram não podem criticar as que vivem, posso dar como exemplo o Casamento, tem pessoas que tem ótimos casamentos e outras que tem péssimos casamentos, a que tem um ótimo casamento vai elogiar e indicar e a que tem um péssimo vai falar mal e não vai indicar.
Esta reportagem foi tendenciosa, pois a Igreja Universal do Reino de Deus na pessoa do seu líder Bispo Edir Macedo, esta criticando e apresentando várias reportagens sobre o tema, utilizando de críticas e ataques para tentar enfraquecer outras igrejas, visto que a Igreja Universal vem perdendo muitos membros para outras Igrejas e a Rede Record é uma empresa do sr. Edir Macedo, então estão usando a televisão de forma desesperada para tentar recuperar fiéis para a sua igreja, porém fazendo de forma equivocada, atacando a quem não deveriam atacar, principalmente porque o telhado da Igreja Universal e fraco e de vidro, vamos ver o porque:
Como já descrito neste blog, eles utilizam o vale do sal, a cruz do desencapetamento, as ex mães de encostos, confirmação de batismo, não acreditam em todos os dons espirituais, induzem as pessoas a falar em línguas, não conhecem verdadeiramente a bíblia, pois os seus Pastores são despreparados, usam água da torneira e dizem que é a agua do rio Jordão, usam arruda para supostamente expulsar demônios, usam fitinhas imitando ritos católicos, utilizam a cruz que conforme gálatas 3,13 é um símbolo de maldição e outras práticas que se fosse colocar aqui, teríamos que utilizar muitas páginas.
Então povo de Deus, nesta guerra por audiência, status e dinheiro, fiquemos na nossa vocação e posição, obedecendo a Deus e olhando para o alvo que é Jesus. Sabemos que temos muitas diferenças uns com os outros: Batistas, Presbitérianos, Pentecostais, Neo Pentecostais, Calvinistas, Arministas e outras intituladas evangélicas, mas vamos olhar para Cristo e buscar as ovelhas perdidas e desgarradas, sem ficar atacando umas as outras, o único que ganha com isto é o diabo e seus demônios, deixemos de ser ignorantes e vamos obedecer a voz de Deus conforme João 8, a verdade e o certo é Jesus, pois onde tem a mão humana há falhas e erros, mas onde impera o Espírito Santo há cura, libertação, renovo, restituição e novidade de vida.
Um Beijo no Coração e que Deus abençoe a todos abundantemente em Cristo Jesus.
Pastor Alexandre Menezes
Pastor Alexandre Menezes é pastor presidente da Comunidade Evangélica Pentecostal Deus Proverá.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
AS 3 PENEIRAS
Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, o interrompeu:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que… E novamente Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! – disse Olavo, assustado.
- Então, continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar; – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras- disse o chefe sorrindo e continuou:
- Da próxima vez antes de obedecer ao impulso de passar uma história adiante, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS:
VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, o interrompeu:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que… E novamente Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! – disse Olavo, assustado.
- Então, continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar; – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras- disse o chefe sorrindo e continuou:
- Da próxima vez antes de obedecer ao impulso de passar uma história adiante, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS:
VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
FRASES DA TRAJETÓRIA MINISTERIAL

Entendemos que a trajetória de um ministério bem-sucedido passa por 3 Fases distintas.
Fase 1 – A fase da adequação
Este período começa no encaixe de pessoas certas aos lugares certos. É uma fase de novas descobertas, em que o servo vive várias situações diferentes, descobrindo suas verdadeiras paixões e aptidões. Este é o momento que poderá definir o rumo de sua vida ministerial.
O envolvimento participativo e a diversidade de oportunidades ajudam o servo iniciante a viver além de si mesmo e descobrir seus interesses e talentos: aquilo que gosta de fazer e em que atividades mais se destaca.
Nossa sugestão é que o servo iniciante deva aproveitar as oportunidades, explorar e testar amplamente os diferentes meios de servir a Deus, à igreja e ao próximo, nesta primeira fase ministerial, cujos objetivos são:
1) Conseguir adequação ministerial;
2) Servir com todo seu potencial;
3) Adquirir autoconhecimento suficiente para inclinar-se em direção a um serviço que se encaixe perfeitamente com seus pontos fortes e interesses nos anos que se seguirão.
1) Conseguir adequação ministerial;
2) Servir com todo seu potencial;
3) Adquirir autoconhecimento suficiente para inclinar-se em direção a um serviço que se encaixe perfeitamente com seus pontos fortes e interesses nos anos que se seguirão.
Se houver fidelidade a Deus e uma participação dinâmica nessa 1ª fase, o servo iniciante poderá chegar, em médio prazo, num desempenho ministerial satisfatório, exercendo um trabalho frutífero e de agrado pessoal.
Mateus 25.23 - Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei.
O que fará com que você continue em frente? O seu crescimento. Você precisa crescer para tornar-se a pessoa que deseja ser.
Efésios 4.13 - Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo...
Fase 2 – A fase da aceleração
Depois de vivenciar diferentes situações e atravessar pequenas e grandes dificuldades, nos primeiros anos de ministério, inicia-se o processo de formação da experiência propriamente dita. As habilidades adquiridas no transcurso das diversas situações vividas resultam num potencial convertido em experiência. O servo de Deus não é mais um neófito, mas alguém que conhece o campo de trabalho, as dificuldades e as possibilidades, os agravantes e os atenuantes. É capaz de assumir responsabilidades maiores, cultivar uma rede de relacionamentos saudáveis e liderar outros cristãos.
Os desafios são maiores e as decisões são mais difíceis, mas é esta fase que representa o período do impulso pessoal, onde acontece uma extraordinária aceleração ministerial.
Nossa sugestão é que o servo de Deus não seja acomodado com a experiência já adquirida, mas conquiste novas e ao mesmo tempo, amplie seus relacionamentos, confirme seus dons, habilidades e pontos fortes a fim de desenvolver estratégias que abram novas oportunidades de desenvolvimento ministerial.
Às vezes o ministério acelera por algum tempo, mas seu progresso não tem continuidade, por isso não atinge a fase 3. Se esta for a realidade, é porque chegou o momento do ministério desenvolver serviços inovadores. Diante disso é possível criar um Processo de Rejuvenescimento Progressivo – cuja tônica seja reestruturar, reinventar, renovar, efetuar mudanças para continuar crescendo. Identifique o que pode ser melhorado ou eliminado no ministério. Às vezes é preciso mudar quase tudo, das estruturas aos comportamentos, do planejamento aos serviços, das idéias às pessoas.
A Fase 3 – A fase da prosperidade
O diferencial mais visível no sucesso ministerial está na fase da frutificação plena, da colheita. Nesta fase o servo de Deus prospera naquilo que faz, abençoa muitas vidas e se sente realizado. Nesta etapa é possível contar com inúmeras opções de liderança e trabalhos especiais: coordenar ministérios, implantar igrejas, comandar líderes, atuar como consultor ou supervisor, ministrar cursos e palestras, escrever livros, etc.
Esta é a fase da grandeza ministerial, onde todos percebem não somente o nosso crescimento e a conquista de um sonho, mas a confirmação de um chamado e o estabelecimento de um governo espiritual.
Nossa sugestão é que o servo de Deus não fique extasiado com a grandeza, mas encontre um meio de continuar avançando na vida ministerial, sem perder a essência da humildade. É preciso transformar a grande experiência adquirida em potencial renovado, porque a vida ministerial segue em novos ciclos contínuos.
Nesta fase há trabalhos mais abrangentes, complexos e difíceis, com responsabilidades maiores. Se alguém tentar fazer tudo sozinho será sobrecarregado e fadará ao fracasso. É possível que o sucesso maior nesta 3ª fase seja por intermédio de outros. Para que isso seja possível é preciso:
- Identificar oportunidades. Discernir desafios estimulantes que possibilitem oportunidades de crescimento;
- Agregar numa equipe outros servos em potencial e experientes, interessados no ministério;
- Deixar que os colaboradores talentosos conquistem o melhor trabalho possível.
Apresente a visão ministerial e motive os outros a realizá-la. Selecione pessoas capacitadas para sua equipe e deixe-as fazer seu trabalho. Dedique-se especialmente aquilo que os outros não conseguem fazer.
Cabe ao servo agregar humildade, sabedoria e inteligência, criando um ambiente mais atrativo, capaz de inspirar e arrebatar uma equipe de colaboradores competentes e leais; criar um lugar de profunda confiança, comunicação aberta, levando os companheiros de ministério ao mais alto nível de desempenho em prol da vitória comum. Quando o líder de ministério volta sua atenção para o sucesso de seus colaboradores, acaba conseguindo grandes aliados e um excelente desempenho ministerial.
Concluindo
Em todas as três fases ministeriais, quando utilizamos as metas certas o alvo torna-se mais real a cada passo. À medida que avançamos no plano de realizações ministeriais, a visão torna-se mais viva e um sentimento de realização e vitória renasce no íntimo de nosso coração. Lamentavelmente, o contrário é uma triste verdade, ou seja, quando empregamos as metas erradas o destino parece não alcançável, ficamos tristes e desanimados.
Caminho e destino têm um peso equivalente de importância no sucesso ministerial, diferindo-se apenas por um intervalo de tempo. A cada passo certo, na transposição de fases ou mesmo dentro de uma delas, deve haver uma celebração e uma renovação de propósitos. O nosso sucesso no ministério não está só no final. Um ministério bem-sucedido acontece em cada passo, em cada uma das diferentes realizações e conquistas a caminho do alvo. A cada passo errado é preciso humildade, redirecionamento e novo ânimo.
Caminho e destino têm um peso equivalente de importância no sucesso ministerial, diferindo-se apenas por um intervalo de tempo. A cada passo certo, na transposição de fases ou mesmo dentro de uma delas, deve haver uma celebração e uma renovação de propósitos. O nosso sucesso no ministério não está só no final. Um ministério bem-sucedido acontece em cada passo, em cada uma das diferentes realizações e conquistas a caminho do alvo. A cada passo errado é preciso humildade, redirecionamento e novo ânimo.
Filipenses 3.14 - Prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.
Concluímos afirmando que o triunfo ministerial requer vocação, esforço, capacitação, motivação, experiência, sacrifício e tempo. O verdadeiro triunfo ministerial não se limita apenas ao cumprimento de um propósito e de uma conseqüente frutificação; além da colheita que beneficia um grande número de pessoas, ele é visto nos servos que são satisfeitos com seu trabalho no Reino de Deus e felizes na vida como um todo.
E depois que chegamos ao topo, o que acontece? É hora começar uma nova jornada, um novo ciclo. E se as forças não permitirem? Bem, neste caso, chegou o momento de apreciar a visão do alto, louvar a Deus pelas vitórias e conquistas alcançadas e entregar o cajado a outro servo, semelhantemente ungido, para que ele continue implantando o Reino de Deus nesta Terra.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
TELHADO DE VIDRO!
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| A Caneta Ungida |
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| A Gota do Milagre |
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| A Gota do Milagre |
| O Cimento Ungido |
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| A chave da vitória |
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| Dando para receber o que deseja o coração... |
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| Rosa Ungida |
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| Tapete de sal |
Acho que não preciso falar muito, as imagens falam por si.
Só quero lembrar da Cruz, do Sangue, da Morte e Ressurreição do Senhor Jesus. Se todas esses Amuletos em nome da fé fossem necessárias não precisaríamos de Cristo e Seu sacrifício. Somente os amuletos em Nome de Deus seriam suficiente.
Pense nisso: Cristo te é suficiente e Cuidado com a Apostasia! 1 Jo 4, 1
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
FÁCIL ENTENDIMENTO DE FORMA SIMPLES E CLARA!!!!
O que é o antipentecostalismo?
Ignorando verdades bíblicas esposadas pelos pentecostais, alguns irmãos em Cristo privam-se da sobrenaturalidade do Evangelho, à disposição de todos os salvos (At 2.39). Alguns desses antipentecostais até zombam dos crentes que creem na atualidade da manifestação multíplice do Espírito. Apesar de sinceros, são racionalistas e tradicionalistas (1 Co 2.14,15).
Há um grupo de cessacionistas que dizem aceitar apenas uma parte das manifestações do Espírito descritas nas Escrituras. Alegam que determinadas operações do Espírito foram apenas para os dias dos apóstolos.
Os cessacionistas extremistas, por sua vez, são os cristãos (cristãos?) que nutrem uma aversão aos pentecostais, chegando a afirmar que estes estão endemoninhados. Esses antipentecostais também se mostram iracundos, irônicos e zombeteiros. Gostam de desafiar os pentecostais e consideram estes ignorantes, incapazes de refutar as suas argumentações.
O que é o pseudopentecostalismo?
Há irmãos que se dizem e pensam ser pentecostais, mas não querem abraçar as Escrituras. A maioria deles é de neopentecostais, cristãos experiencialistas e ingênuos, que seguem a qualquer manifestação pseudopentecostal sem nenhuma análise, ao contrário dos crentes de Bereia (At 17.11). Para eles, modismos, como “cair no Espírito”, “unção do riso”, “unção do leão”, etc., são obras divinas, e ponto final. Mas a Palavra de Deus nos manda julgar, examinar tudo (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21; 1 Jo 4.1; 1 Co 14.29; Jo 7.24; 1 Co 10.15).
Existe também o neopentecostalismo apóstata, formado por pessoas que já propagaram e defenderam o pentecostalismo bíblico. Apostatando da fé, elas deram ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Tm 4.1). Propagam heresias e modismos pseudopentecostais, como “bênção de Toronto”, supostas conversas com santos mortos, como Paulo, Maria, etc., arrebatamentos em grupo, transferência de unção, “avivamento extravagante”, etc.
O pseudopentecostalismo também subsiste fora do arraial evangélico. E é formado por pessoas inconversas, não-regeneradas, que creem na intercessão dos “santos”, na mediação de Maria (ignorando 1 Timóteo 2.15 e João 14.6), etc. A Bíblia diz que o Espírito Santo é dado somente aos que obedecem a Deus (At 5.32). O Senhor Jesus afirmou que o mundo não pode receber o Espírito de verdade (Jo 14.17).
Ignorando verdades bíblicas esposadas pelos pentecostais, alguns irmãos em Cristo privam-se da sobrenaturalidade do Evangelho, à disposição de todos os salvos (At 2.39). Alguns desses antipentecostais até zombam dos crentes que creem na atualidade da manifestação multíplice do Espírito. Apesar de sinceros, são racionalistas e tradicionalistas (1 Co 2.14,15).
Há um grupo de cessacionistas que dizem aceitar apenas uma parte das manifestações do Espírito descritas nas Escrituras. Alegam que determinadas operações do Espírito foram apenas para os dias dos apóstolos.
Os cessacionistas extremistas, por sua vez, são os cristãos (cristãos?) que nutrem uma aversão aos pentecostais, chegando a afirmar que estes estão endemoninhados. Esses antipentecostais também se mostram iracundos, irônicos e zombeteiros. Gostam de desafiar os pentecostais e consideram estes ignorantes, incapazes de refutar as suas argumentações.
O que é o pseudopentecostalismo?
Há irmãos que se dizem e pensam ser pentecostais, mas não querem abraçar as Escrituras. A maioria deles é de neopentecostais, cristãos experiencialistas e ingênuos, que seguem a qualquer manifestação pseudopentecostal sem nenhuma análise, ao contrário dos crentes de Bereia (At 17.11). Para eles, modismos, como “cair no Espírito”, “unção do riso”, “unção do leão”, etc., são obras divinas, e ponto final. Mas a Palavra de Deus nos manda julgar, examinar tudo (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21; 1 Jo 4.1; 1 Co 14.29; Jo 7.24; 1 Co 10.15).
Existe também o neopentecostalismo apóstata, formado por pessoas que já propagaram e defenderam o pentecostalismo bíblico. Apostatando da fé, elas deram ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (1 Tm 4.1). Propagam heresias e modismos pseudopentecostais, como “bênção de Toronto”, supostas conversas com santos mortos, como Paulo, Maria, etc., arrebatamentos em grupo, transferência de unção, “avivamento extravagante”, etc.
O pseudopentecostalismo também subsiste fora do arraial evangélico. E é formado por pessoas inconversas, não-regeneradas, que creem na intercessão dos “santos”, na mediação de Maria (ignorando 1 Timóteo 2.15 e João 14.6), etc. A Bíblia diz que o Espírito Santo é dado somente aos que obedecem a Deus (At 5.32). O Senhor Jesus afirmou que o mundo não pode receber o Espírito de verdade (Jo 14.17).
O que é o pentecostalismo?
Muitos crentes se dizem pentecostais, mas não vivem o que pregam. Eles compõem o pentecostalismo nominal. São teóricos e dificilmente experimentam a sobrenaturalidade do Evangelho. O pentecostalismo é um segmento cristão, biblicocêntrico, formado por crentes em Jesus Cristo, verdadeiramente salvos, fiéis, sinceros, que seguem ao que está escrito nas Escrituras.
Os pentecostais creem no que a Palavra de Deus assevera acerca da manifestação multifacetada do Espírito: dons, ministérios e operações (At 2; 1 Co 12.1-11; Mc 16.15-20; 1 Co 14.26, etc). Eles respeitam o primado das Escrituras, considerando estas a sua regra de fé, de prática e de viver.
Muitos crentes se dizem pentecostais, mas não vivem o que pregam. Eles compõem o pentecostalismo nominal. São teóricos e dificilmente experimentam a sobrenaturalidade do Evangelho. O pentecostalismo é um segmento cristão, biblicocêntrico, formado por crentes em Jesus Cristo, verdadeiramente salvos, fiéis, sinceros, que seguem ao que está escrito nas Escrituras.
Os pentecostais creem no que a Palavra de Deus assevera acerca da manifestação multifacetada do Espírito: dons, ministérios e operações (At 2; 1 Co 12.1-11; Mc 16.15-20; 1 Co 14.26, etc). Eles respeitam o primado das Escrituras, considerando estas a sua regra de fé, de prática e de viver.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
PROCESSOS EMPRESARIAIS

Felizmente, já faz muito tempo que acabou o conceito de que os donos de empresas tinham a tarefa de pensar e os funcionários para executar as ordens.
Este período acabou e hoje, as empresas de sucesso incentivam seus funcionários a exercitar e utilizar sua criatividade, habilidades e potenciais que existem dentro de si. Existem algumas que motivam e permitem que os funcionários busquem os acertos, mesmo que no processo ocorram erros. Todos nós sabemos que são nas derrotas e nos erros que aprendemos mais, desde que sejam erros honestos, sem dolo, tentando acertar.
Atualmente, as empresas estão em busca de "talentos", gente de primeiríssima qualidade, criativos, empreendedores, automotivados, que exerçam o papel de Líderes nas organizações. Para chegar até aí, existem estratégias necessárias para atrair estes talentos, oportunizando aos atuais funcionários o crescimento pessoal, o reconhecimento, mantê-los motivados e voltados para a aprendizagem contínua.
O que são líderes? Líderes são "talentos" que têm visão do todo, que sabem onde podem chegar, que se colocam no futuro, nos pontos para o qual devem convergir as forças que realizarão os sonhos e ao invés de empurrarem seus colaboradores em direção a este futuro, eles puxam, de acordo com a necessidade e a velocidade requerida por cada um, visando atingirem o objetivo juntos, ao mesmo tempo.
E qual é o papel do Líder/Empresário? É criar condições para que a aprendizagem ocorra, a partir dos próprios indivíduos, motivados a aprender. Estar motivado para aprender, significa estar ligado aos benefícios de crescimento pessoal. Oportunidade que somente o Empresário pode oferecer.
Este é o Líder Orientador, e este tipo de Líder/ Empresário é:
• autocrítico ;
• capaz de ouvir e escutar ;
• aberto e flexível ;
• busca entendimento na falta de consenso ;
• investe nas pessoas e nos processos ;
• faz parte da aprendizagem ;
• cuida do próprio desenvolvimento
As empresas estão atrás de profissionais que não sejam iguais a todos outros. Procuram pessoas que façam acontecer, que sejam comprometidas com o sucesso, que liderem os processos de mudança.
A liderança é um doce prazer. Liderar é atingir e superar os objetivos junto com as pessoas. É PROMOVÊ-LAS PARA O SEU DESENVOLVIMENTO PESSOAL E A AUTOREALIZAÇÃO!
O Marketing de uma empresa é importante, mas o endomarketing é primordial, nada adianta gastar milhões em mídia se os funcionários estiverem insatisfeitos e a serem eternamente vistos como mais um na empresa, que tanto faz estar com ele ou substituí-lo por qualquer outro desempregado qualquer. A desqualificação, a rotatividade de pessoal e a consequência de não investimento em RH, causa má impressão e insatisfação do cliente externo.
As empresas hoje, precisam ser pró-ativas no seu direcionamento, todos os investimentos realizados com os colaboradores à nível de conhecimento, formação e desenvolvimento de habilidades, precisam serem canalizados. Com certeza, o crescimento dos colaboradores possibilita consequentemente o desenvolvimento da empresa, mantendo a satisfação e crescimento de todos: empresa, clientes internos e externos. Ao contrário, todos os potenciais serão rotativos, abrirão novos caminhos para crescimento pessoal e cada vez mais difícil será conseguir potenciais para o trabalho de uma empresa.
E você Líder/Empresário, já parou para pensar sobre isto ? Existem dois caminhos: o do sucesso junto aos seus colaboradores e o insucesso com colaboradores rotativos. O que você vai querer para sua empresa ?
Este período acabou e hoje, as empresas de sucesso incentivam seus funcionários a exercitar e utilizar sua criatividade, habilidades e potenciais que existem dentro de si. Existem algumas que motivam e permitem que os funcionários busquem os acertos, mesmo que no processo ocorram erros. Todos nós sabemos que são nas derrotas e nos erros que aprendemos mais, desde que sejam erros honestos, sem dolo, tentando acertar.
Atualmente, as empresas estão em busca de "talentos", gente de primeiríssima qualidade, criativos, empreendedores, automotivados, que exerçam o papel de Líderes nas organizações. Para chegar até aí, existem estratégias necessárias para atrair estes talentos, oportunizando aos atuais funcionários o crescimento pessoal, o reconhecimento, mantê-los motivados e voltados para a aprendizagem contínua.
O que são líderes? Líderes são "talentos" que têm visão do todo, que sabem onde podem chegar, que se colocam no futuro, nos pontos para o qual devem convergir as forças que realizarão os sonhos e ao invés de empurrarem seus colaboradores em direção a este futuro, eles puxam, de acordo com a necessidade e a velocidade requerida por cada um, visando atingirem o objetivo juntos, ao mesmo tempo.
E qual é o papel do Líder/Empresário? É criar condições para que a aprendizagem ocorra, a partir dos próprios indivíduos, motivados a aprender. Estar motivado para aprender, significa estar ligado aos benefícios de crescimento pessoal. Oportunidade que somente o Empresário pode oferecer.
Este é o Líder Orientador, e este tipo de Líder/ Empresário é:
• autocrítico ;
• capaz de ouvir e escutar ;
• aberto e flexível ;
• busca entendimento na falta de consenso ;
• investe nas pessoas e nos processos ;
• faz parte da aprendizagem ;
• cuida do próprio desenvolvimento
As empresas estão atrás de profissionais que não sejam iguais a todos outros. Procuram pessoas que façam acontecer, que sejam comprometidas com o sucesso, que liderem os processos de mudança.
A liderança é um doce prazer. Liderar é atingir e superar os objetivos junto com as pessoas. É PROMOVÊ-LAS PARA O SEU DESENVOLVIMENTO PESSOAL E A AUTOREALIZAÇÃO!
O Marketing de uma empresa é importante, mas o endomarketing é primordial, nada adianta gastar milhões em mídia se os funcionários estiverem insatisfeitos e a serem eternamente vistos como mais um na empresa, que tanto faz estar com ele ou substituí-lo por qualquer outro desempregado qualquer. A desqualificação, a rotatividade de pessoal e a consequência de não investimento em RH, causa má impressão e insatisfação do cliente externo.
As empresas hoje, precisam ser pró-ativas no seu direcionamento, todos os investimentos realizados com os colaboradores à nível de conhecimento, formação e desenvolvimento de habilidades, precisam serem canalizados. Com certeza, o crescimento dos colaboradores possibilita consequentemente o desenvolvimento da empresa, mantendo a satisfação e crescimento de todos: empresa, clientes internos e externos. Ao contrário, todos os potenciais serão rotativos, abrirão novos caminhos para crescimento pessoal e cada vez mais difícil será conseguir potenciais para o trabalho de uma empresa.
E você Líder/Empresário, já parou para pensar sobre isto ? Existem dois caminhos: o do sucesso junto aos seus colaboradores e o insucesso com colaboradores rotativos. O que você vai querer para sua empresa ?
terça-feira, 4 de outubro de 2011
CONFISSÕES DE UM EX-FARISEU
MUITO INTERESSANTE ESTE RELATO DO REVERENDO DIGÃO.
No nosso meio evangélico, os testemunhos de ex alguma coisa fazem muito sucesso. São os ex-traficantes, ex-gays, ex-jogadores de futebol, ex-adúlteros, ex-bandidos. Alguns realmente deixaram a sua vida pregressa no passado, mas outros ainda fazem aquela visitinha básica ao seu baú de maldades, como que para matar a saudade.
Mas eu nunca vi o testemunho de um ex-fariseu. Creio que, pelo fato de eles serem tantos, e com tanto poder nas igrejas, é muito complicado algum deles dar realmente a cara para bater. Como a graça de Deus não é mais algo que os crentes vivam, apesar de professar a sua fé nela, os fariseus (com suas regras, modelos, estatutos e padrões sufocantes) encontram guarida e até mesmo incentivo para continuar com suas farisaíces. Mas eu resolvi confessar: sou um ex-fariseu.
Resolvi fazer esta confissão porque o peso da consciência estava muito forte. Vejo que, com o meu farisaísmo, prejudiquei algumas pessoas que a graça de Deus resgatou. O meu farisaísmo transformou a beleza do amor ao Senhor e da vida cristã em um fardo religioso tão complicado de se carregar que a única solução é a hipocrisia. Os crentes fingem que seguem direitinho as regras, e eu finjo que acredito, e todos ficamos bem, comendo uma pizza no fim do culto de domingo à noite.
Mas Deus, em Sua misericórdia, mostrou que há solução para pessoas como eu, ex-fariseus. Ele insiste em pessoas que, por um motivo ou outro, desviam de Seu puro caminho, traçando caminhos humanos pensando estar agradando ao Senhor. Deus, através de Sua graça, mostra que, apesar de não aprovar o farisaísmo, quer resgatar aqueles que pensam estar sendo sinceros em sua rigidez legalista.
Gostaria de apontar três pontos que me fizeram acordar e abandonar o farisaísmo. Não digo que esteja completamente curado, pois há ainda alguns surtos de farisaísmo em mim, mas Deus completará a obra até o dia de Cristo Jesus. Considero, portanto, o farisaísmo como o alcoolismo: uma doença que você é liberto dia-a-dia.
1º - ESTUDOS
Sou pastor, de formação presbiteriana independente. Acontece que me converti em Belo Horizonte, em uma igreja que é um verdadeiro foco de farisaísmo, que prefiro declinar o nome por gentileza com os realmente cristãos de lá. E não sei se você conhece bem Belo Horizonte. O clima é agradável, as pessoas, gentis (ou, segundo alguns, relaxadas e desinteressadas), a poluição e a violência crescentes começam a desmentir a fama de roça grande. Porém, uma outra característica também é bem marcante: o alto teor fundamentalista neopentecostal das igrejas evangélicas, ou pelo menos da maioria delas. Isso fez com que empresas como a IURD e a Internacional da Graça de Deus, entre outras, encontrasse terreno fértil.
Com a vida dura, a questão acadêmica é algo que não importa tanto como em outros centros. Sendo assim, formei-me em Teologia pelo Seminário Bíblico Mineiro, à época seminário top de linha. Mas confesso que, apesar de ter aprendido a gostar de estudar no seminário, o estudo teológico ficava em segundo plano. O negócio era fazer. Não importava o quê, mas o importante era fazer alguma coisa.
Nosso evangelicalismo padece desse mal que é o ativismo. São congressos, encontros, retiros, evangelismos, passeatas, carreatas, cultos disso, cultos daquilo, que não deixam que você faça o que a Bíblia nos diz para fazer, que é meditar, ou seja, refletir, pensar, parar de fazer alguma coisa e deixar Deus falar, nos orientar e mudar nossas vidas.
Mas os estudos me abriram os olhos. Fiz o curso de liderança avançada do Haggai Institute em Cingapura. Foi um divisor de águas, onde aprendi coisas que mudaram a minha maneira de pensar. E, com o meu mestrado, vejo que muita coisa que fiz, ou fiz errado, ou não deveria ter feito. Arrependo-me delas, e peço perdão a Deus pelas mancadas farisaicas.
2º - PESSOAS
Estou aprendendo a gostar de MPB. Nunca gostei muito, devido ao fato de eu ter sido um adolescente (depois um jovem e um adulto) imerso em rock e heavy metal. Mas há alguns artistas, como 14 Bis, Flávio Venturini, Toninho Horta, Milton Nascimento, Zé Ramalho (para não dizerem que sou bairrista e escuto só música de Minas!) que, ainda que não sejam cristãos evangélicos, foram instrumentos de Deus para abençoar minha vida.
Mas há um cantor que realmente não desce: Caetano. Considero-o chato, arrogante e decadente. Mas há uma frase sua que considero magistral. Na música Sampa, ele diz que Narciso acha feio o que não é espelho.
Acertou na mosca! O que os fariseus não sabem é que eles são tremendamente narcisistas. Procuram, no outro, a exata imagem de seu ser. Se o outro não é exatamente igual, ele é, como disse Caetano, feio. Se o outro pensa de maneira diferente, é descartado, com adjetivos pouco recomendáveis, como carnal, encrenqueiro, liberal, modernista, e outros epítetos menos saudáveis.
Meu primeiro pastorado foi em uma pequena cidade do sul de Minas. É o paradigma de toda cidade pequena: uma praça, onde, ao seu redor estão as agências bancárias, o fórum, a prefeitura, a igreja matriz, o comércio, os hotéis. E não podemos nos esquecer que na praça há um coreto.
Naquela cidade, a igreja que pastoreei (como auxiliar, que fique bem claro) era a mais forte. Até mesmo o padre local reconhece isso. Só que não era um ambiente saudável para o cristianismo. Primeiro, porque todo mundo vigiava todo mundo, parecia episódio de Arquivo X; segundo, porque havia um padrão introjetado na mente das pessoas sobre como devia ser a postura do crente, e em especial do pastor. E isso era muito cobrado.
Imagine você, eu à época com 26 anos, oriundo do mundão podre, sem pedigree evangélico, pois fui o primeiro a me converter na família, e o primeiro pastor também, cair em um ninho de fariseus como esse. Ali vi e aprendi que, se você não está com a maioria, você está fora. Então, aos poucos parei de ser eu mesmo para ser aquilo que os outros queriam que eu fosse. Ali fui diferente de Davi, pois eu aceitei vestir a armadura de Saul. Comecei a tomar gosto pelo fato de ser chamado de pastor nas ruas, e de vez em quando até mesmo reverendo. E isso me fez muito mal. Deixei de ser a pessoa bem-humorada que eu era e comecei e ficar muito sisudo. Comecei a querer me pautar mais pela Constituição da igreja do que pela Bíblia. Este é o mal de evangélicos brasileiros. Eles não sabem rir, acham que tudo é solene demais, sério demais. Ou então descambam para palhaçadas catárticas como as unções do riso, do leão, do pitbull e de outros animais do jogo do bicho celestial.
Dali, fui ser pastor no Sul do Brasil. Mais uma vez, aprendi uma coisa: eu deveria ser como sou, e não como os outros queriam que eu fosse. Aprendi muito com irmãos e irmãs queridos, que me mostraram um cristianismo puro de coração e que, sendo tão diferentes de mim, ainda assim eram pessoas que amavam ao Senhor e eram amadas por Ele.
3º - GRAÇA
Como todo bom fariseu, abominava a idéia que outros cristãos pudessem fumar, beber álcool, ou até mesmo – heresia das heresias – ouvir música que não fosse evangélica. Eu dizia para os outros e para mim mesmo: a música evangélica é muito melhor do que a música mundana!
Hoje eu sei que a frase está completamente errada. A música dita evangélica é de uma indigência de dar dó. Antes, o problema era apenas rimar Jesus com cruz e luz. Agora, o problema é pior. Os arranjos são de fazer corar os programas musicais da rede Globo e os sertanejos de hoje em dia. As letras são infames, em um dizer mais polido. Para esconder suas falhas, há a pirotecnia aprendida em algum canto de Hollywood, ou no Instituto Rhema, fonte de grandes heresias brasileiras perpetradas pela liderança atual.
Em um filme de Hollywood, sempre há como você descobrir se está com um bom enredo ou com uma bomba nas mãos. Via de regra, se os efeitos especiais são o principal, o filme é um lixo, pois o argumento e os atores ficaram em segundo plano. Na música evangélica, segue-se o mesmo receituário. A música é ruim? A Teologia é de fazer Joseph Smith revirar na tumba? Ora, é fácil: aplicam-se efeitos especiais, ou espaciais, já que se trata de coisas das regiões celestiais. Então, dá-lhe churumelas, revelamentos espiritosféricos, dancinhas que nada ficam a dever a Tchans e Créus da vida, jogo de luzes controladas por computador. A simplicidade do Evangelho esvai-se no ralo em nome do deus marketing, do deus fama, do deus poder, do deus dinheiro e do deus ego.
Mas, em um dia do meu treinamento lá em Cingapura, conversando com um colega, um egípcio radicado no Sultanato de Omã, ele me pergunta: é verdade que os cristãos do Brasil não bebem álcool? E eu, com todo o meu farisaísmo, disse a ele: é lógico que não! Por acaso, lá em Omã, vocês bebem? Sua resposta: é lógico que sim!
Mas, não é possível! Será que o único espiritual neste curso sou eu? Pensei, de maneira farisaica. Isso me mostrou o seguinte: essas coisas, que são tão importantes para os fariseus, ou seja, os ritos externos, são de importância secundária para outros cristãos. Por que preocupar se um irmão em Omã está bebendo ou não o seu vinho, se ele está mais preocupado com a polícia que lhe proíbe de pregar o Evangelho? Por que preocupar se alguém escuta música secular, se o fato de treinar líderes cristãos em um país de minoria cristã e maioria muçulmana, hindu e budista faz com que haja toda uma preocupação com o bom andamento do treinamento e um bom relacionamento com a sociedade?
E vi que, mesmo que esses irmãos ouvissem música secular, ou bebessem, ou fizessem algo condenável aos olhos farisaicos, eles continuavam andando com o Senhor. Cheguei à conclusão óbvia: Deus não se preocupa com as aparências, Deus vê a essência. De nada adianta ouvir somente música gospel, se minha sintonia com Deus deixa a desejar; de nada adianta beber só refrigerante se o meu testemunho é uma piada sem graça. E vi também que, ao contrário do que eu pensava, Deus não jogou nenhum raio na cabeça desses meus amigos, ou os deixou paralíticos, ou mudos, ou mortos. Pelo contrário, Deus os deixou ainda mais em Sua graça.
O fariseu é um pouco como John Constantine. No filme meia-boca Constantine, Keanu Reeves faz o papel principal, um caçador de demônios. Ele tenta, de todas as maneiras, ganhar sua entrada no céu através de seu sucesso com os capetas. Um diálogo do filme, que é extremamente pós-moderno (não há conceitos de verdade absoluta e nem definição clara de bem e mal), com um anjo Gabriel andrógino e moralmente dúbio, me chamou a atenção. Constantine está conversando com a policial Angie, atormentada com o suicídio de sua irmã. A policial diz: Deus tem um plano para todos nós. Constantine, porém, replica: Deus é como uma criança com uma caixa de areia cheia de formigas. Ele só quer brincar conosco, não tem um plano definido.
Eu queria chegar ao Céu com minha boa justiça, fazendo coisas externas aceitáveis, mas Deus me mostrou que Ele derrama Sua graça por amor, e não por birra, como uma criança brincando com um formigueiro.
Através destas três etapas, estou hoje menos fariseu do que ontem. E, pela graça do Senhor, amanhã serei menos fariseu do que hoje. Não adianta: se não nos escondermos na graça do Senhor demonstrada na cruz, falharemos miseravelmente em nossa caminhada cristã. O nome deste fracasso é farisaísmo. Que o Senhor tenha misericórdia de nós, derramando Sua graça e nos curando de nossa hipocrisia religiosa latente.
Mas eu nunca vi o testemunho de um ex-fariseu. Creio que, pelo fato de eles serem tantos, e com tanto poder nas igrejas, é muito complicado algum deles dar realmente a cara para bater. Como a graça de Deus não é mais algo que os crentes vivam, apesar de professar a sua fé nela, os fariseus (com suas regras, modelos, estatutos e padrões sufocantes) encontram guarida e até mesmo incentivo para continuar com suas farisaíces. Mas eu resolvi confessar: sou um ex-fariseu.
Resolvi fazer esta confissão porque o peso da consciência estava muito forte. Vejo que, com o meu farisaísmo, prejudiquei algumas pessoas que a graça de Deus resgatou. O meu farisaísmo transformou a beleza do amor ao Senhor e da vida cristã em um fardo religioso tão complicado de se carregar que a única solução é a hipocrisia. Os crentes fingem que seguem direitinho as regras, e eu finjo que acredito, e todos ficamos bem, comendo uma pizza no fim do culto de domingo à noite.
Mas Deus, em Sua misericórdia, mostrou que há solução para pessoas como eu, ex-fariseus. Ele insiste em pessoas que, por um motivo ou outro, desviam de Seu puro caminho, traçando caminhos humanos pensando estar agradando ao Senhor. Deus, através de Sua graça, mostra que, apesar de não aprovar o farisaísmo, quer resgatar aqueles que pensam estar sendo sinceros em sua rigidez legalista.
Gostaria de apontar três pontos que me fizeram acordar e abandonar o farisaísmo. Não digo que esteja completamente curado, pois há ainda alguns surtos de farisaísmo em mim, mas Deus completará a obra até o dia de Cristo Jesus. Considero, portanto, o farisaísmo como o alcoolismo: uma doença que você é liberto dia-a-dia.
1º - ESTUDOS
Sou pastor, de formação presbiteriana independente. Acontece que me converti em Belo Horizonte, em uma igreja que é um verdadeiro foco de farisaísmo, que prefiro declinar o nome por gentileza com os realmente cristãos de lá. E não sei se você conhece bem Belo Horizonte. O clima é agradável, as pessoas, gentis (ou, segundo alguns, relaxadas e desinteressadas), a poluição e a violência crescentes começam a desmentir a fama de roça grande. Porém, uma outra característica também é bem marcante: o alto teor fundamentalista neopentecostal das igrejas evangélicas, ou pelo menos da maioria delas. Isso fez com que empresas como a IURD e a Internacional da Graça de Deus, entre outras, encontrasse terreno fértil.
Com a vida dura, a questão acadêmica é algo que não importa tanto como em outros centros. Sendo assim, formei-me em Teologia pelo Seminário Bíblico Mineiro, à época seminário top de linha. Mas confesso que, apesar de ter aprendido a gostar de estudar no seminário, o estudo teológico ficava em segundo plano. O negócio era fazer. Não importava o quê, mas o importante era fazer alguma coisa.
Nosso evangelicalismo padece desse mal que é o ativismo. São congressos, encontros, retiros, evangelismos, passeatas, carreatas, cultos disso, cultos daquilo, que não deixam que você faça o que a Bíblia nos diz para fazer, que é meditar, ou seja, refletir, pensar, parar de fazer alguma coisa e deixar Deus falar, nos orientar e mudar nossas vidas.
Mas os estudos me abriram os olhos. Fiz o curso de liderança avançada do Haggai Institute em Cingapura. Foi um divisor de águas, onde aprendi coisas que mudaram a minha maneira de pensar. E, com o meu mestrado, vejo que muita coisa que fiz, ou fiz errado, ou não deveria ter feito. Arrependo-me delas, e peço perdão a Deus pelas mancadas farisaicas.
2º - PESSOAS
Estou aprendendo a gostar de MPB. Nunca gostei muito, devido ao fato de eu ter sido um adolescente (depois um jovem e um adulto) imerso em rock e heavy metal. Mas há alguns artistas, como 14 Bis, Flávio Venturini, Toninho Horta, Milton Nascimento, Zé Ramalho (para não dizerem que sou bairrista e escuto só música de Minas!) que, ainda que não sejam cristãos evangélicos, foram instrumentos de Deus para abençoar minha vida.
Mas há um cantor que realmente não desce: Caetano. Considero-o chato, arrogante e decadente. Mas há uma frase sua que considero magistral. Na música Sampa, ele diz que Narciso acha feio o que não é espelho.
Acertou na mosca! O que os fariseus não sabem é que eles são tremendamente narcisistas. Procuram, no outro, a exata imagem de seu ser. Se o outro não é exatamente igual, ele é, como disse Caetano, feio. Se o outro pensa de maneira diferente, é descartado, com adjetivos pouco recomendáveis, como carnal, encrenqueiro, liberal, modernista, e outros epítetos menos saudáveis.
Meu primeiro pastorado foi em uma pequena cidade do sul de Minas. É o paradigma de toda cidade pequena: uma praça, onde, ao seu redor estão as agências bancárias, o fórum, a prefeitura, a igreja matriz, o comércio, os hotéis. E não podemos nos esquecer que na praça há um coreto.
Naquela cidade, a igreja que pastoreei (como auxiliar, que fique bem claro) era a mais forte. Até mesmo o padre local reconhece isso. Só que não era um ambiente saudável para o cristianismo. Primeiro, porque todo mundo vigiava todo mundo, parecia episódio de Arquivo X; segundo, porque havia um padrão introjetado na mente das pessoas sobre como devia ser a postura do crente, e em especial do pastor. E isso era muito cobrado.
Imagine você, eu à época com 26 anos, oriundo do mundão podre, sem pedigree evangélico, pois fui o primeiro a me converter na família, e o primeiro pastor também, cair em um ninho de fariseus como esse. Ali vi e aprendi que, se você não está com a maioria, você está fora. Então, aos poucos parei de ser eu mesmo para ser aquilo que os outros queriam que eu fosse. Ali fui diferente de Davi, pois eu aceitei vestir a armadura de Saul. Comecei a tomar gosto pelo fato de ser chamado de pastor nas ruas, e de vez em quando até mesmo reverendo. E isso me fez muito mal. Deixei de ser a pessoa bem-humorada que eu era e comecei e ficar muito sisudo. Comecei a querer me pautar mais pela Constituição da igreja do que pela Bíblia. Este é o mal de evangélicos brasileiros. Eles não sabem rir, acham que tudo é solene demais, sério demais. Ou então descambam para palhaçadas catárticas como as unções do riso, do leão, do pitbull e de outros animais do jogo do bicho celestial.
Dali, fui ser pastor no Sul do Brasil. Mais uma vez, aprendi uma coisa: eu deveria ser como sou, e não como os outros queriam que eu fosse. Aprendi muito com irmãos e irmãs queridos, que me mostraram um cristianismo puro de coração e que, sendo tão diferentes de mim, ainda assim eram pessoas que amavam ao Senhor e eram amadas por Ele.
3º - GRAÇA
Como todo bom fariseu, abominava a idéia que outros cristãos pudessem fumar, beber álcool, ou até mesmo – heresia das heresias – ouvir música que não fosse evangélica. Eu dizia para os outros e para mim mesmo: a música evangélica é muito melhor do que a música mundana!
Hoje eu sei que a frase está completamente errada. A música dita evangélica é de uma indigência de dar dó. Antes, o problema era apenas rimar Jesus com cruz e luz. Agora, o problema é pior. Os arranjos são de fazer corar os programas musicais da rede Globo e os sertanejos de hoje em dia. As letras são infames, em um dizer mais polido. Para esconder suas falhas, há a pirotecnia aprendida em algum canto de Hollywood, ou no Instituto Rhema, fonte de grandes heresias brasileiras perpetradas pela liderança atual.
Em um filme de Hollywood, sempre há como você descobrir se está com um bom enredo ou com uma bomba nas mãos. Via de regra, se os efeitos especiais são o principal, o filme é um lixo, pois o argumento e os atores ficaram em segundo plano. Na música evangélica, segue-se o mesmo receituário. A música é ruim? A Teologia é de fazer Joseph Smith revirar na tumba? Ora, é fácil: aplicam-se efeitos especiais, ou espaciais, já que se trata de coisas das regiões celestiais. Então, dá-lhe churumelas, revelamentos espiritosféricos, dancinhas que nada ficam a dever a Tchans e Créus da vida, jogo de luzes controladas por computador. A simplicidade do Evangelho esvai-se no ralo em nome do deus marketing, do deus fama, do deus poder, do deus dinheiro e do deus ego.
Mas, em um dia do meu treinamento lá em Cingapura, conversando com um colega, um egípcio radicado no Sultanato de Omã, ele me pergunta: é verdade que os cristãos do Brasil não bebem álcool? E eu, com todo o meu farisaísmo, disse a ele: é lógico que não! Por acaso, lá em Omã, vocês bebem? Sua resposta: é lógico que sim!
Mas, não é possível! Será que o único espiritual neste curso sou eu? Pensei, de maneira farisaica. Isso me mostrou o seguinte: essas coisas, que são tão importantes para os fariseus, ou seja, os ritos externos, são de importância secundária para outros cristãos. Por que preocupar se um irmão em Omã está bebendo ou não o seu vinho, se ele está mais preocupado com a polícia que lhe proíbe de pregar o Evangelho? Por que preocupar se alguém escuta música secular, se o fato de treinar líderes cristãos em um país de minoria cristã e maioria muçulmana, hindu e budista faz com que haja toda uma preocupação com o bom andamento do treinamento e um bom relacionamento com a sociedade?
E vi que, mesmo que esses irmãos ouvissem música secular, ou bebessem, ou fizessem algo condenável aos olhos farisaicos, eles continuavam andando com o Senhor. Cheguei à conclusão óbvia: Deus não se preocupa com as aparências, Deus vê a essência. De nada adianta ouvir somente música gospel, se minha sintonia com Deus deixa a desejar; de nada adianta beber só refrigerante se o meu testemunho é uma piada sem graça. E vi também que, ao contrário do que eu pensava, Deus não jogou nenhum raio na cabeça desses meus amigos, ou os deixou paralíticos, ou mudos, ou mortos. Pelo contrário, Deus os deixou ainda mais em Sua graça.
O fariseu é um pouco como John Constantine. No filme meia-boca Constantine, Keanu Reeves faz o papel principal, um caçador de demônios. Ele tenta, de todas as maneiras, ganhar sua entrada no céu através de seu sucesso com os capetas. Um diálogo do filme, que é extremamente pós-moderno (não há conceitos de verdade absoluta e nem definição clara de bem e mal), com um anjo Gabriel andrógino e moralmente dúbio, me chamou a atenção. Constantine está conversando com a policial Angie, atormentada com o suicídio de sua irmã. A policial diz: Deus tem um plano para todos nós. Constantine, porém, replica: Deus é como uma criança com uma caixa de areia cheia de formigas. Ele só quer brincar conosco, não tem um plano definido.
Eu queria chegar ao Céu com minha boa justiça, fazendo coisas externas aceitáveis, mas Deus me mostrou que Ele derrama Sua graça por amor, e não por birra, como uma criança brincando com um formigueiro.
Através destas três etapas, estou hoje menos fariseu do que ontem. E, pela graça do Senhor, amanhã serei menos fariseu do que hoje. Não adianta: se não nos escondermos na graça do Senhor demonstrada na cruz, falharemos miseravelmente em nossa caminhada cristã. O nome deste fracasso é farisaísmo. Que o Senhor tenha misericórdia de nós, derramando Sua graça e nos curando de nossa hipocrisia religiosa latente.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
JESUS É O REMÉDIO PARA A IGREJA ENFERMA!
Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: Éfeso simboliza a igreja apostólica; Esmirna, a igreja dos mártires; Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; Sardes, a igreja da Reforma; Filadélfia, a igreja das missões modernas e Laodicéia, a igreja contemporânea. Essa classificação, entretanto, não tem qualquer amparo histórico nem qualquer fundamentação bíblica.
Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas:
1. Jesus conhece profundamente a sua igreja. Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida.
2. Jesus não se impressiona com aquilo que impressiona a igreja. O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”.
3. Jesus não se contenta com doutrina sem amor nem com amor sem doutrina. Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.
4. Jesus sempre se apresenta como solução para os males da igreja. A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja.
5. Jesus se apresenta à sua igreja para fazer alertas e também promessas. Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu!
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
CRENTE CELULAR

E se crente fosse celular...
CRENTE PRÉ-PAGO: só continua sendo crente se estiver sendo abençoado.
CRENTE TIM: é um crente sem fronteiras, não se importa com os limites estabelecidos para céu e inferno, geralmente, anda a beira do abismo e está com um pé na graça e outro no mundo.
CRENTE VIVO: é o crente de carne e osso, geralmente tem muito mais carne, e é tão vivo que está em todas, desde cultos a baladas.
CRENTE CLARO: é o crente que compartilha cada momento, compartilha todas as bênçãos, se comprou um carro, mesmo que 100% financiado, já posta a foto da “benção” no Facebook, esse crente não gosta de ser provado, então, quando a prova chega ele já avisa todo mundo e pede oração.
CRENTE OI: é o crente sem fidelidade, é o crente sem compromisso, não tem compromisso com sua denominação, doutrinas e nem mesmo com Cristo, por qualquer motivo ele faz portabilidade e migra para outra igreja.
CRENTE CONTROLE: que é aquele que já sabe quanto tempo vai gastar por mês se dedicando a sua vida espiritual, o tempo varia de acordo com a denominação, pois, cada uma tem um tempo de culto, geralmente, o fulano só vai à igreja uma vez por semana, domingos por exemplo.
CRENTE INFINITY: que é aquele que quer se aplicar pouco no início e depois ter benefícios ilimitados pra ficar a vontade o tempo que quiser.
CRENTE-ON: que é aquele quer ter benefícios exclusivos à sua disposição, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, desde que isso não lhe custe nada.
CRENTE MEU JEITO: é aquele que serve a Deus como bem entende, vai na igreja quando quer, não liga para o que se ensina na igreja e diz que tem uma religiosidade independente de religiões.
CRENTE DIA: é mais crente durante o dia, geralmente tem bom testemunho no trabalho, mas a noite cai na farra.
CRENTE NOITE: é mais crente durante a noite, geralmente, durante os cultos, de dia faz fofoca, cobiça a mulher/homem alheio, fornica, adultera, etc.
CRENTE ESCOLHA: é o crente que vive na dúvida entre ir para a igreja ou fazer outras atividades (ir numa festa, ver a novela, assistir ojogo de futebol, etc).
CRENTE ROAMING: tem dificuldades nas áreas que não são de sua cobertura, geralmente, só atua apenas nos limites dos muros da igreja.
CRENTE SEM SINAL: está sempre indisponível para qualquer atividade espiritual, ele sequer capta os ensinamentos passados em cima do púlpito.
CRENTE DESBLOQUEADO: é o crente de cabeça fraca e que está aberto a tudo, inclusive, pecar sem se culpar.
CRENTE BLOQUEADO: é o crente de cabeça fechada, somente sua igreja está certa, somente seus ministros pregam a verdade, eles jamais visita outras denominações.
E para finalizar, existe o CRENTE SEM CRÉDITO, não aplica se nadinha, mas espera que sempre continue a receber, por conta disso, recebe o apelido de pai de santo.
Seja um CRENTE PÓS PAGO, ou seja, e não espere nada nesta vida, almeje ser galardoado quando Jesus voltar.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
DEPRESSÃO, O CÁRCERE DA ALMA

A depressão foi definida por Andrew Solomon como um parasita que suga a seiva da nossa vida. É como engolir seu próprio funeral e vestir-se de uma roupa de madeira. A depressão é o cárcere da alma, a masmorra das emoções, o cativeiro que priva milhões de pessoas de nutrirem na alma, a esperança do amanhã. A depressão é classificada como uma doença e, essa doença, que possui múltiplas causas, atinge ricos e pobres, jovens e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. A depressão é uma doença que provoca muitas outras. Se não tratada convenientemente pode desembocar em tragédias irremediáveis. A depressão é a principal causa do suicídio no mundo.
John Piper, em seu livro O Sorriso Escondido de Deus, trata deste assunto com esmerado cuidado. Há duas posições que circulam no meio evangélico sobre o assunto, que revelam um desequilíbrio perigoso. A primeira delas liga a depressão à ação demoníaca. Os defensores dessa vertente afirmam que as pessoas deprimidas estão oprimidas e até possuídas por demônios. A segunda interpretação vincula a depressão a algum pecado específico ainda não confessado. Assim, uma pessoa fica deprimida porque esconde algum pecado que precisa ser confessado e abandonado. Não subscrevemos essas duas interpretações. Julgamo-las deficientes e assaz injustas. É muito verdade que uma pessoa pode ficar deprimida em virtude de seu envolvimento com demônios e também como resultado de algum pecado escondido. Porém, uma pessoa pode ser assolada pela depressão, mesmo levando uma vida cheia do Espírito Santo. Assim como um indivíduo pode ser cheio do Espírito e ter um problema cardíaco, também uma pessoa pode estar plena da presença de Deus e enfrentar o drama da depressão.
Se há várias causas que provocam a depressão, também há vários sintomas que a revelam. O primeiro sintoma é que a pessoa deprimida é tomada por uma desesperança crônica e passa a enxergar a vida pelas lentes escuras do pessimismo. Não vê uma luz no fim do túnel nem janelas de escape. Foi o que aconteceu com o profeta Elias. Pensou que somente ele havia restado dos profetas de Deus em Israel, quando na verdade sete mil ainda não haviam se dobrado a Baal. O segundo sintoma é olhar para a vida pelas lentes do retrovisor. Uma pessoa deprimida sente uma saudade mórbida dos bons tempos que se foram e se desespera diante das incertezas do seu futuro. Sente-se num calabouço existencial e sem ânimo e forças para sair desse cárcere da alma. Nessa saga cheia de pavores, flerta com a própria morte. Não que seu desejo seja de fato morrer, mas é que sente uma dor tão profunda na alma que o único alívio que consegue vislumbrar é o alívio da morte. Não podemos subestimar esses presságios que rondam a alma de uma pessoa depressiva. Isso é uma espécie de alarme, uma trombeta que precisa de encontrar ouvidos sensíveis. É por essa razão, que o terceiro sintoma de uma pessoa deprimida é um completo desânimo quanto ao futuro. É o desejo de fechar as cortinas da vida e colocar um ponto final na existência.
Como devemos lidar com a depressão? Como ajudar uma pessoa deprimida? Primeiro, precisamos orar por ela e com ela. Depois, precisamos cientificar-nos se essa pessoa está recebendo o tratamento médico adequado para a sua doença. Ainda, precisamos estar perto dela, oferecendo-lhe um ombro amigo, um ouvido atento e um coração generoso. Finalmente, precisamos compartilhar com ela a esperança do evangelho, o poder da graça de Deus e o consolo das Escrituras. Deus nos vivifica segundo a sua Palavra. Ele tira a nossa alma do cárcere. Ele acende uma luz de esperança no túnel escuro do nosso sofrimento. Deus arranca os gemidos da nossa alma e coloca em nossos lábios, um cântico de vitória. Em síntese, trata-se da depressão com remédio, terapia e fé.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
MEDO

Quando o povo de Israel saiu do Egito, ainda tinha marcas profundas dessa terrível experiência passada na terra opressora. O tempo da escravidão trouxe muita insegurança/medo, pois era evidente a fragilidade do povo diante dos poderes e gigantes que os dominavam. A autoestima tinha sido destruída, a confiança despedaçada, a incerteza cresceu num tanto que fez sombra em tudo o que passaram a ver na caminhada. No episódio do envio dos 12 espias (Números 13), somente dois tiveram a confiança que Deus os livraria de todas as barreiras (versículo 30). Os outros 10 afirmaram que o povo daquela terra era mais forte do que nós (versículo 31), aos nossos próprios olhos nos sentíamos tão pequenos!
A formação do medo em nossos corações aconteceu para muito além de nossas histórias pessoais. É fácil perceber que, desde crianças, temos muitos medos diferentes: medo de perder a mãe (ansiedade de separação), medo do desconhecido (angústia do estranho), medo de um objeto deixar de existir (permanência do objeto), medo de animais, medo de ruídos, do escuro, dos monstros, fantasmas, ladrões, dentre uma lista interminável. Pela Bíblia, o medo entrou no coração da humanidade logo após o ato de desobediência, quando Adão e Eva esconderam-se por medo (Gênesis 3.10). De fato, o pecado trouxe terríveis distorções em nossa capacidade de crer e descansar em Deus pelo simples fato de termos nos tornado indignos de confiança. A afetação da alma distorceu nossa visão de confiança no Senhor, nossa capacidade de ter esperança, causando desesperança, ou melhor, desespero. Assim é como os 10 espias estavam em profundo desespero.
A sustentação do medo passou a ser multiplicada pela influência da sociedade, pois o povo começou a reclamar (versículo 30), e também pela influência da mídia, pois espalharam notícias falsas (versículo 32). Criou-se um verdadeiro clima de pânico, levando todo o povo a crer que estavam destinados à morte. Cairiam novamente nas garras de um novo tirano. Perderiam seus sonhos, bens, família, liberdade. O medo é multiplicado pelos comentários sem fim. Pais ministram insegurança a seus filhos. Líderes apavorados provocam reações descontroladas nos liderados. A conta foi covarde: dez pessoas espalhando desconfiança contra dois tentando transmitir segurança. O terror se instala. Daí por diante é só choro, angústia e grande perturbação.
A libertação do medo veio somente sobre as vidas de Josué e Calebe porque não se concentraram como eram aos seus próprios olhos ou aos olhos do inimigo. Fixaram sua atenção no que eram aos olhos de Deus. Não precisaram se sentir pequenos: eles eram pequenos! Mas tinham um grande Deus que tinha feito a firme promessa de que daria a terra prometida. Isso bastou para seus corações se encherem de confiança.
O medo é saudável até o ponto de nos manter alertas e defensivos. Mas quando o medo nos domina, torna-se cruel. Ele paralisa, gera angústia, rouba o sono, tira a paz, traz transtornos de ansiedade, produz pânico, leva ao terror, provoca aversão ou conduz à hostilidade. De fato vivemos uma sociedade com muito medo. Alguns estudiosos já catalogaram mais de 400 diferentes tipos de fobias. Na Bíblia, a palavra medo aparece 563 vezes e terror aparece 116 vezes, indicando que o assunto não é um problema dos dias de hoje, mas que sempre esteve presente na história da natureza humana.
Onde há medo não há confiança, segurança, alegria, fé. Pela Bíblia, não precisamos temer a morte(Salmo 23.4), nem pessoas (Salmo 27.1; 56.4, 11), nem sequer más notícias (Salmo 112.7), pois se o Senhor é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8.31) Mas o que verdadeiramente lança fora o medo de nossos corações é conhecer o perfeito amor de Jesus (1 João 4.18). Para arrancar o medo de dentro de nossos corações precisamos perceber o grande amor de Cristo. Isso nos basta!
Qual é o seu medo? O que tira seu sono? Para você o Senhor diz: não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel (Isaías 41.10). Ele está presente. Ele é nosso Deus. Ele faz coisas poderosas a nosso favor. Por isso podemos dizer: nada temerei!
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