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sexta-feira, 29 de abril de 2011

FAÇA A DIFERENÇA!


Descubra qual é o seu talento e vá em frente

Um carpinteiro e seus auxiliares viajavam em busca de material para construção. Foi quando eles viram uma árvore gigantesca, sendo que 5 homens de mãos dadas não conseguiam abraçá-la. Além disso, o topo dela era tão alto que quase tocava nas nuvens.

- Não vamos perder nosso tempo com essa árvore - disse o mestre carpinteiro. - Para cortá-la, demoraremos muito. Se quisermos fazer um barco, ele afundará, de tão pesado que é o seu tronco. Se resolvermos usá-la para a estrutura de um teto, as paredes terão de ser exageradamente resistentes.

O grupo seguiu adiante e um dos aprendizes comentou:

- É uma árvore tão grande e não serve para nada!

- Você está enganado - disse o mestre carpinteiro. - Se fosse igual as outras, nós já a teríamos cortado. Mas, porque teve coragem de ser diferente, permanecerá viva e forte por muito tempo.

Com esse exemplo, é possível aprender que todos têm algo de grandioso, que sempre será um diferencial, embora para muitos pareça ser um defeito. Talvez seja o conhecimento mais profundo sobre algo, uma habilidade específica ou experiências adquiridas ao longo do tempo, não importa, o que vale é que são características nas quais as pessoas terão de respeitar e não conseguirão demolir.

Por isso, se você ainda não descobriu o seu talento, reflita e o descubra, pois, uma vez investindo nele, você poderá se diferenciar dos outros e alcançar o sucesso tão desejado.




Aproveite o lado bom das pessoas


Nada é perfeito, mas podemos sempre ter bons olhos para tudo e buscar o lado positivo de cada situação
 
Um gerente conversava com um jovem funcionário que reclamava muito dos colegas e por isso não tinha amigos na empresa. O funcionário dizia: - Não suporto o Francisco, ele é convencido e orgulhoso.

- Mas ele é alegre e participativo - lembrou o gerente.

- E a Márcia, então? Parece que tem o rei na barriga. Está certo que ela ajuda os colegas, mas é uma chata. O Sebastião vive se exibindo só porque conhece mais as rotinas da empresa.

- Lembre-se de que ele é um curinga e que já quebrou muito galho aqui.

Vendo que o funcionário só enxergava mesmo o lado negativo das pessoas, o gerente pediu que o rapaz o acompanhasse. Pegou um pouco de açúcar na cozinha e foram até o quintal, onde recolheu um pouco da areia do chão. Misturou o açúcar cristal com a areia e colocou perto de um formigueiro. Depois de alguns minutos, uma formiga descobriu o açúcar e avisou as demais. Em pouco tempo, fizeram uma fileira e o funcionário, surpreso, percebeu que as formigas carregavam apenas os grãos de açúcar, desprezando a areia.

- Todas as pessoas são como esse montinho de areia misturado com açúcar - disse o gerente. - Sejamos sábios como as formigas. Vamos aproveitar o lado bom das pessoas aqui da empresa.

Lição:

Nada é perfeito, mas podemos sempre ter bons olhos para tudo e buscar o lado positivo de cada situação. Pois, assim, evitamos apontar o dedo para os defeitos dos outros e estaremos valorizando o que há de melhor nas pessoas e na vida.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O CRENTE TOTAL FLEX






















Quando Jesus me fez o convite para fazer parte da família de Deus, no inicio fui meio que relutante, mas logo cedi ao chamado do Senhor e comecei a congregar e aqui estou até hoje. O que me alimentou nesse tempo todo? A Palavra de Deus!

Este é o combustível, o alimento espiritual do crente em Jesus Cristo, salvo pelo seu sangue, a Sua Palavra, e ela é única.

Infelizmente, talvez, eu, e você que lê este artigo, e outros poucos, sejam exceção neste mundo “Cristão Gospel Flex”.

Falo isso porque constatei, durante estes anos todos, um tipo de crente que está na moda: “O Crente Total Flex”. Esse aceita qualquer evangelho! Não importa a qualidade do alimento, ele não olha para isso, ele olha para o resultado imediato: “com esse, encho o tanque, e ando mais uma semana!”.

O crente total flex, não tem pouso fixo, ele pula de igreja em igreja atrás de uma “promoção” de benção melhor. Quando a igreja faz propaganda de milagres então; lá está o crente flex! Quando anunciam quebra de maldição, lá vai o crente flex com a suas correntes, quando a promoção é regressão, ele já está deitado no “divã” da igreja, quando é possessão, lá vai ele expulsar os “caronas”. Quando é caroço então, nem se fala; já apresenta a mão, (aqui está a minha mão).

O crente flex não se alimenta da palavra. Ela (a palavra de Deus) é o único combustível que pode dar a vida eterna, mas ele prefere viver neste mundo perene.

Ele prefere dizer que se alimentar destes muitos tipos de combustíveis sai mais em conta e o lucro é maior. O combustível da Palavra de Deus é muito caro e trabalhoso, e requer fidelidade – (coisa que ele não admite ter com ninguém). Ele não atenta para os benefícios à longo prazo da Palavra que liberta o motor e limpa todas as peças emperradas pelo pecado.

O crente flex não quer isso, quer mesmo é trafegar para lá e para cá, para lá e para cá, até Jesus voltar.

A nossa oração é para que este tipo de crente saia de linha, e, o que sobrar ainda rodando, caia no desuso, para que, através do combustível verdadeiro que é a Palavra de Deus seja aperfeiçoado e possa ser exportado, com Jesus, para o céu.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A VITÓRIA DA VIDA SOBRE A MORTE EM SETE ROUNDS



Atenção senhoras e senhores! É chegado o momento da tão esperada luta! A luta dos séculos!

De um lado, com Seu manto sem costura, diretamente da Eternidade, o Autor da Vida (At.3:15).

Do outro lado, seu oponente, com sua aparência notadamente cruel, empunhando uma foice, diretamente do Inferno, a Morte (Rm.5:12).

Começa o primeiro round!

A morte se apressa a entrar no ringue usando o fácil acesso pelo corredor do pecado.
O primeiro golpe é desferido pela morte. Ela parte com tudo, pronta a estabelecer sua supremacia no ringue do mundo.

Depois de seis golpes consecutivos, finalmente a vida reage, driblando um golpe fatal:

“Andou Enoque com Deus; e já não era, porque Deus para si o tomou” (Gn.5:24).

Sob o protesto da Morte, Deus remove do mundo dos viventes o sétimo ser humano, sem que passasse pela morte.

O round estava perto de terminar. Ouve-se um clamor desde a Terra. Elias, o profeta do fogo, clama a Deus por um menino morto, e ele revive (1 Reis 17:22).

Pela primeira vez na História um morto volta à vida.

A Morte parece ter baixado a guarda.

E enquanto ela se questionava onde havia falhado, eis que mais uma vez ela é driblada. Mais um ser humano é tomado da Terra sem passar pela sepultura. Elias sobe ao céu num redemoinho (2 Reis 2:11).

Toca o gongo, e começa o segundo round.

A morte já pensava em lançar a toalha, quando o homem que foi arrebatado ao céu, lança de seu veículo celestial um manto, que logo é apropriado por seu discípulo Eliseu.

Eliseu havia pedido a Elias que lhe fosse dado uma porção dobrada do seu espírito. Agora era esperar para conferir.

Logo de cara, a Morte experimenta a sensação que os humanos apelidaram de Dejá Vu:

Atendendo ao apelo de uma mãe desesperada, Eliseu clama ao Senhor, que restitui a vida de seu filho morto (2 Reis 4:32-35). Mais uma ressurreição em plenas páginas do Antigo Testamento!

Cada milagre operado por Eliseu era contabilizado pelo seu oponente, a Morte. Será que ele também driblaria a própria morte, e seria arrebatado ao céu como o seu mestre?

Morre Eliseu. A Morte celebra. O profeta morreu sem completar o número de milagres que confirmasse que seu pedido fora atendido. Com mais um milagre, Eliseu teria completado exatamente o dobro de milagres operados por Elias.

Termina o segundo round. Ufa! Que alívio para a Morte. Finalmente as coisas parecem melhorar para o seu lado.

Começa o terceiro round.

Enquanto a Morte celebrava, algo inusitado acontece:

“Enquanto alguns enterravam um homem, de súbito viram um bando de invasores, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu. Quando o cadáver tocou os ossos de Eliseu, o homem reviveu, e se levantou sobre os seus pés” (2 Reis 13:21).

A Morte esbraveja: - Isso é golpe baixo! Mais um que ressuscita! Eu preferia que Eliseu tivesse sido arrebatado ao céu, como Elias, em vez de me dar mais este prejuízo!

Hora te retomar o fôlego.

Depois de um prolongado tempo de recuperação, a luta recomeça.

No quarto round, eis que entra no ringue o próprio Autor da Vida.

A Morte se enfurece, e se prepara pra levar uma surra.

Em seu primeiro encontro com a Morte, Jesus é convidado a visitar a filha de Jairo, um importante figurão do templo. Enquanto caminhava, é interrompido por uma mulher que sofria a doze anos de uma hemorragia crônica. Aquela mulher estava morrendo à prestação! Jesus a cura, depois de ser tocado por ela. E quando volta à sua caminhada rumo à casa de Jairo, recebe a notícia de que a menina havia morrido. Em vez de desistir de visitá-la, Jesus prossegue em sua jornada. Aquela menina tinha apenas doze anos, tempo de vida que correspondia ao tempo de sofrimento da mulher que acabara de ser curada. Enquanto a Morte tirava a vida daquela mulher hemorrágica à prestação, tirou a vida daquela menina com apenas uma tacada. “Ao entrar, lhes disse: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. Tomando-a pela mão, disse: Talita cumi, que quer dizer: Menina, eu te ordeno, levanta-te. Imediatamente a menina, que tinha doze anos, levantou-se e começou a andar” (Marcos 5:39, 41-42).

Pela primeira vez, alguém do sexo feminino ressuscitara. Para quebrar um tabu, valorizando a mulher, Jesus traz uma menina de volta à Vida.

Não se contentando em ressuscitá-la, Jesus ainda despreza a Morte. Para Ele, a Morte não passa de um estado de sonolência. Ela não é o bicho-papão que os homens imaginam.

Começa o quinto round.

Jesus se depara com uma mãe desesperada, viúva, que perdera seu filho único que era seu arrimo e esperança.

“Quando chegou perto da porta da cidade, levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva. E com ela ia uma grande multidão da cidade. Vendo-a, o Senhor sentiu grande compaixão por ela, e lhe disse: Não chores. Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o levavam, disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. O defunto assentou-se, e começou a falar, e Jesus o entregou à mãe dele” (Lucas 7:12-15).

Jesus e Sua mania de quebrar tabus e protocolos!

Primeiro, Ele Se deixa tocar por uma mulher hemorrágica. Pela Lei, isso o tornava impuro. Agora Ele toca no esquife onde estava um cadáver, o que era considerado um grave erro, e O tornava ainda mais impuro. Não importa. O que importa é que mais um morto ressuscitara.

Começa o sexto round.

No primeiro caso, Jesus ressuscita uma menina que acabara de morrer. No segundo caso, ele interrompe um cortejo fúnebre. Em ambos os casos, Ele lidara com pessoas com quem não tinha qualquer relacionamento. Mas agora, Ele enfrentaria a Morte mais de perto. Seu amigo Lázaro morrera. O mesmo Jesus que pediu à viúva que perdera seu filho para que não chorasse, agora chora diante do túmulo de um de Seus mais chegados amigos. Além disso, diferentemente dos outros dois casos, Lázaro já estava morto e enterrado há quatro dias. Uma coisa é ressuscitar alguém que acabou de morrer, ou alguém que está a caminho do cemitério, outra coisa é ressuscitar alguém que já está em estado avançado de decomposição. O grau de dificuldade só foi aumentando.

Com os olhos lacrimejando, Jesus Se coloca diante do túmulo de Lázaro e brada: “Lázaro, vem para fora!”. Surpreendentemente, o morto retorna à vida, e escapa das garras insaciáveis da Morte (João 11:43-44).

A luta parece estar chegando ao fim.

É chegado o sétimo e último round da luta entre o Autor da Vida e a Morte.

Chegara a hora de Jesus encarar a Morte cara a cara. Para enfrentá-la em seu próprio terreno, Jesus, o Filho do Deus Vivo, teve que Se fazer homem, com todas as limitações inerentes à condição humana, exceto o pecado. O escritor sagrado diz que Ele participou da natureza humana, “para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse a todos os que , com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão” (Hebreus 2:14-15).

A Cruz foi momento crucial (será que cometi redundância?). Foi ali que se deu o embate final entre a Vida e a Morte. Assim como a vitória de um corredor de fórmula 1 se dá na pista e não no podium, a vitória de Cristo se deu na Cruz e não na Ressurreição.

Enquanto alguns vêem na Cruz a derrota de Cristo, e na Ressurreição a Sua reabilitação, a Bíblia declara que na Cruz Ele despojou os principados e potestades, e toda a gangue do inferno, e os expôs publicamente ao desprezo. Na Cruz a Morte foi desmoralizada. A Ressurreição foi o momento em que o Juiz levanta os braços do pugilista vencedor e o declara campeão. Paulo, apóstolo, afirma que Jesus foi declarado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito da santidade, pela ressurreição dos mortos” (Rom.1:4).

Sua Ascensão/Entronização foi a premiação, o momento em que Jesus recebe o cinturão de Campeão dos Campeões.

Há algo que passa despercebido por muitos. Leia e surpreenda-se com o que diz Mateus 27:52-53:

“Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressurgiram. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos.”

Interessante o contraste entre Jesus e outro pugilista: Sansão. É dito que Sansão matou em sua morte maior número de inimigos do que durante sua vida inteira. Podemos dizer que Jesus ressuscitou em Sua ressurreição maior número de pessoas do que durante Seu ministério terreno.

Aquela ressurreição coletiva foi uma espécie de avant premier do que vai acontecer no último dia; uma amostra grátis da ressurreição geral. Jesus atesta sobre isso:

“Não vos maravilheis disto, pois vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: Os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que praticaram o mal, para a ressurreição da condenação” (João 5:28-29).

A vitória de Cristo sobre a Morte não foi por pontos. Foi por nocaute (knockout)!

Não teremos que enfrentar a Morte. Ele já a desbaratou por nós, e nos garantiu que quem n’Ele crer jamais a verá, pois já passou da morte para a vida.

A exemplo de Estevão, quando deixarmos este mundo, nos encontraremos imediatamente com o Autor da Vida. E por isso, podemos debochar da Morte, como fez Paulo:

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó morte, a tua vitória?” (1 Coríntios 15:55).

quarta-feira, 20 de abril de 2011

UNIDADE PARA CONQUISTAR

Jo 17:20 "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; 21 a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; 23 eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim".

a)- (I Cr 12:32, Am 3:7) 2011 esta sedo visto pelos profetas como um ano chave porque é o primeiro ano desta nova década, portanto, este ano vai decidir os próximos nove anos até o fechamento desta década, porque está escrito:

Rm11:16 "E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão".

b)- O numeral um (01), se repete, os estudiosos em hebraico dizem que esta palavra é alef. (2011) é Alef, alef , vai falar de dois números iguais- igualdade, fala de unidade, concordância combinação, andarmos juntos, caminharmos um ao lado do outro- lado a lado. O tema da marcha para Jesus este ano será Unidade.

c)- De várias maneiras o Senhor Jesus tem nos falado sobre a questão da unidade, Jesus intercedeu ao Pai a nosso favor a esse respeito. Em Am 3:3 a Bíblia diz: "Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?".

Amado discípulo de avivamento, se desejamos de fato alcançar muitas vidas para Cristo nesta cidade, e fazermos a diferença como igreja vamos ter que viver pra valer este principio chamado UNIDADE. Não pode ser só palavra, mas de verdade.

Jo 17:21 a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.

DESEJO DE PAULO ERA QUE TODA A IGREJA DE CORINTO VIVESSE ESSE NIVEL DE UNIDADE.

I Co 1:10 "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer".

Para o nível de conquista que sonhamos não podemos pensar cada um do jeito que bem entende. Paulo desejava que a igreja de corinto fosse unida no espírito, alma e corpo. A bíblia nos mostra que a igreja primitiva viveu este nível de unidade. Então quero lhe informar meu irmão que este nível de unidade é possível, e é isto que queremos; que todos os nossos discípulos falem a mesma coisa que a liderança para a gloria de Deus e avanço do reino.

At 4:32 Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. 33 Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. 34 Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes 35 e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade.

Estamos debaixo de uma aliança limpa, no discipulado não deve haver falsidade, mas sim lealdade, fidelidade e honra. Porque senão não vamos batalhar pela mesma fé e visão.

II Tm2:2 "E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros".

TER O MESMO SENTIMENTO, TER O MESMO PENSAMENTO E FALAR A MESMA LINGUAGEM É POSSIVEL. (principalmente na doutrina, os discípulos não podem colocar outra doutrina diferente da do pastor da igreja, mas devem ter uma postura de fé, fidelidade e honra).

A unidade da fé

Ef 4:1 "Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, 2 com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, 3 esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; 4 há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; 5 há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; 6 um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.

A unidade cristã na luta

Fl 1:27 "Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica". (Esse era o grande desejo do Ap. Paulo.)

Vamos sair da superficialidade, da unidade só de aparências, nesta caminhada eu não posso me fechar, é importante eu aprender com meu irmão, fazermos eventos juntos, lutarmos juntos pela mesma fé, lembrando que somos todos um só corpo e que pertencemos todos a um mesmo Senhor que é Cristo.


DEUS QUER QUE SEJAMOS UM MODELO DE UNIDADE, LEALDADE E ALIANÇA.


Rm 12:4 "Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros".

Fl 2:1 "Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, 2 completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. 3 Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. 4 Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros".

Queremos construir um discipulado sólido, confiável, firme, desejamos ver o sul do Brasil transformado na sua identidade nos próximos 10 anos e meio. Estamos trabalhando para que as próximas gerações sejam alcançadas com o evangelho. Por isso o Ap. Paulo disse a Timóteo que reproduzisse a visão em homens fieis.

VAMOS DAR MAIS VALOR A COMUNHÃO E A UNIDADE.

Sl 133:1 "Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! 2 É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. 3 É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre".

quinta-feira, 14 de abril de 2011

VOCÊ SABE QUEM CAIU?


É possível que ao ler a frase na ilustração deste artigo, você tenha sido instigado a saber quem foi a pessoa que caiu em pecado. Na verdade, o fato de desejar ler esta matéria talvez esteja relacionado ao desejo de saber algo que ninguém sabe. Isto porque, à vontade em descobrir os dramas, quedas e dilemas das pessoas através das fofocas é algo inerente há natureza humana.

Segundo um estudo elaborado pela empresa de segurança McAfee os sites de fofoca são mais populares que os pornográficos.

Fofocar é desqualificar a vida alheia. Por favor, pare e pense: O que lhe é acrescentado através da fofoca? Para que falar aos quatro cantos que fulano é murmurador, que beltrano está endividado, que sicrana é invejosa ou que o irmão fulano de tal caiu? Ora, meu amigo, afirmo categoricamente que fofocar além de ser um grande desperdício de tempo, não contribui em nada para nosso bem-estar mental e espiritual, principalmente se o conteúdo da fofoca comprometer a vida pessoal, familiar e profissional da vítima.

Há pouco alguém me procurou com uma grande bomba dizendo: Pr. Renato você já soube da última do meio gospel? Soube quem caiu? Naquele instante fiquei incomodado com o prazer do irmão em espalhar a quantos pudesse a derrota de alguém. O fato em questão me fez lembrar a história das três peneiras:

"Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém!

Você não imagina o que me contaram a respeito de...Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?- Peneiras? Que peneiras?

- Sim. A primeira, Augustus, é a da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?

- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!

- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira.

Vamos então para a segunda peneira: a BONDADE.

O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Não, Sócrates! Absolutamente, não!

- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira.

Vamos agora para a terceira peneira: a NECESSIDADE.

Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?

- Não, Sócrates.. Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.

E Sócrates sorrindo concluiu:

- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!

Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:

Pessoas sábias falam sobre idéias;

Pessoas comuns falam sobre coisas;

Pessoas medíocres falam sobre pessoas."

E você tem vocação para fofoqueiro?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DESCONTRAINDO!!!




Situações cômicas que ocorreram em igrejas, segundo os relatos dos freqüentadores da comunidade do blog no ORKUT.


Um irmão estava pregando na Igreja e disse:

- Meus irmãos até músico Jesus era!

- Alguém pergunta:

- Irmão, Senhor Jesus, músico como é?

- “No é” irmão, naquela hora que Jesus ressuscitou o filho da viúva! A Bíblia não diz que Ele tocou no Esguinfe!



O Pastor chamou quem estava em pecado de prostituição e adultério para receber oração. Uma irmãzinha já idosa estava mais dormindo que acordada, levantou-se e foi lá para frente. Depois do culto, o filho dela que é presbítero correu para junto dela e perguntou:

- Até a senhora mamãe?

Mas a coitadinha pensava que era oração para quem estava doente!



A dirigente chamou os adolescentes para ensaiarem um hino para o culto de domingo. Diz-se que o menino tocando teclado soltou um PUM daqueles... De pronto a líder falou: "Ih, vamos começar a orar porque o diabo está se levantando! Olha o enxofre!"




Certa irmã, em um círculo de oração, orava e agradecia (longa e detalhadamente) a Deus por suas bênçãos, entre muitas, destacou que tinha um cachorro para guardar a casa dela. Logo após, uma nova convertida, já pressionada pelo exíguo tempo, agradece por suas bênçãos (não tão abundantes) e termina dizendo: "Lá em casa não precisa de cachorro, porque o cachorro da minha casa é Jesus". Lógico que a nova convertida quis dizer que o Senhor Jesus era O guardião de sua família, mas imagine isto alto na igreja... O povo desceu a lenha na irmã e se acabou de rir!

SEGUE OUTRAS:


Um "profeta" olhou pra uma irmã e disse: "eis que te enviarei em breve um varão, minha serva..." E a irmãzinha respondeu em alto e bom som:"meu esposo está ali atrás...”

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Um "profeta" desses viu uma irmã grávida no círculo de oração e prontamente "inspirou-se", fechou os olhos e foi andando em direção a ela. Mas antes que ele chegasse a irmã precisou ir ao banheiro e um irmão sentou-se em seu lugar. O profeta chegou-se a ele (pensando ser ela) e, ainda de olhos fechados, impôs as mãos sobre sua cabeça dizendo:

- Minha serva, eis que te digo que aquele que trazes no teu ventre é gerado para o ministério!

********************

Um irmão estava a caminho do círculo de oração quando o pneu do carro furou, ele tinha consigo um macaco hidráulico e rapidamente fez a troca do pneu, mas, na gana de chegar cedo ao templo para orar, acabou esquecendo o macaco na estrada. Já no templo, ao receber oportunidade para agradecer a Deus, contou o testemunho do pneu que furou e acabou lembrando-se de um detalhe:

- Irmãos! Agora me lembro que acabei esquecendo meu macaco na beira da estrada. Disse ele.

Daí levantou-se um "profeta" e disse:
- Meu servo, não te preocupes; tenho providenciado bananas para teu macaco, ele ficará bem...

*******************

Uma jovem cheia de problemas foi ao círculo de oração que era dirigido por sua tia, e enquanto orava aos prantos sua tia levantou-se inspirada, chegou-se a ela, e profetizou:

- Minha serva, não chores mais. Eis que estou contigo e te ajudarei em tudo. Tu não sabes que sou "tua tia"...

*******************

Uma irmã pediu oração à igreja e, dentre outras coisas, nos fez saber que precisava de uma geladeira.

Um desses profetas levantou-se e disse:

- Irmã, Deus manda te dizer que vai te dar uma geladeira e é "mais" branca (como se usa dizer por aqui, para acrescentar um dado ao que se fala).

Quando ele sentou-se, a dirigente levantou-se e disse:

- Muito bem irmão, agora se Deus não der quem vai dar é o senhor...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

TÔ AFIM DE NAMORAR

Coisa boa é namorar! Quem já não sofreu de “apaixonite” aguda?

Quem já não sentiu um nó na garganta e as mãos suadas ao trocar um olhar com a pessoa por quem o coração bate incontrolável? Existe um momento na vida de todos nós que namorar é quase uma obsessão. Tenho doces recordações do meu tempo de namoro.

Namorar é maravilhoso! É impossível casar sem namorar. É nesta fase da vida que duas pessoas irão se conhecer, trocar confidências, abrir o coração um ao outro, preparando-se para uma definitiva vida a dois. Este desejo é legítimo e realizá-lo torna-se imprescindível para o casamento. Foi Deus quem marcou o primeiro encontro dos enamorados, foi Deus quem ascendeu à lua, orquestrando os pássaros, e preparando todo o cenário para o primeiro casal de apaixonados. Deus se alegrou quando viu os olhares lânguidos do primeiro casal. Ele ficou feliz em ver os rostos dos apaixonados se iluminarem pelo amor. Sorrindo, Deus os abençoou.

Namorar é preciso! No entanto em busca deste necessário e legítimo desejo, muitas pessoas encontram sofrimento e decepção. Na aspiração de realizar sonhos e encontrar a felicidade algumas se tornam amarguradas e feridas; enquanto outras abusam, usam e se aproveitam dos corações vulneráveis. Como, então, evitar complicações futuras?

Nunca mergulhe num poço sem antes dar uma “nadadinha” primeiro. Descubra se o poço é fundo, se existem pedras no fundo. Quem pula de cabeça num poço pode acabar morrendo.

Este conselho simples se aplica muito bem no namoro. Todo aquele que “pular de cabeça” numa relação, sem conhecer a fundo com quem esta se relacionando, analisando os prós e os contras, pode acabar se ferindo gravemente. O difícil é controlar o desejo e ter o bom senso de dar a “nadadinha”. A tendência de todos nós é mergulhar com a “cara e a coragem”. “Estou amando! Encontrei o homem/mulher da minha vida”, afirmamos imediatamente, partindo “pra cima” praticamos uma intimidade sem volta, crescente e perigosa. A Palavra de Deus, sabiamente afirma em Provérbios 6:27 “Tomará alguém fogo no peito, sem que as suas vestem se incendeiem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?” Muitos dissabores e mágoas seriam evitadas se o sábio conselho de meu pai fosse obedecido.

Outro ponto crucial é que a vida nos sinaliza quando algo não vai bem. A febre é um “sinal” nos alertando que alguma coisa está errada dentro de nós. O ranger constante de um carro que não consegue dar partida, também é um “sinal” de que o carro vai acabar nos deixando no meio do caminho. A desobediência aos alertas que recebemos ao longo da vida produz problemas que poderiam se evitados. Jesus afirmou: “Chegada à tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado; e, pela manhã: Hoje, haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Sabeis na verdade, discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?" (Mateus 16:2-3).

É possível prevenir crises e encontrar o amor da sua vida. Para isto, basta apenas dar ouvidos a "certos sinais”, que soam como um "despertador”, nos alertando dos perigos. Ao ouvir, entender, e obedecer estes "sinais de alerta”, você pode escolher um outro caminho, fazendo pequenas mudanças. Desta maneira, levar seu namoro a um seguro caminho de amor. Eu aprendi desde cedo que todos os aspectos da vida são influenciados pelas escolhas que faço. As circunstâncias e acontecimentos da vida são muitas vezes uma "sacudidela" para nos despertar. Somente chegaremos ao fim da jornada se acordamos e mudarmos de rumo. Quando teimosamente continuamos no mesmo caminho e atitude, a despeito dos sinais de alerta para mudarmos de rumo, certamente teremos experiências amargas e desastrosas.

Provavelmente a maioria de vocês assistiu ao filme "Titanic". O experiente capitão do Titanic recebeu seis avisos de alerta. Os avisos diziam para ele viajar mais devagar, mudar o curso, pegando a rota mais ao sul, onde as águas eram mais quentes, evitando assim os icebergs. Ele ignorou teimosamente todos os avisos de alerta. Como ele era o capitão, ele pensou, "Este navio nunca afundará!" Então, ouviu-se um estrondo pavoroso, e o gigante e poderoso navio atingiu uma enorme montanha de gelo. Ele afundou rápida e desastrosamente. Quem não muda de rumo quando recebe um sinal de alerta é candidato ao desastre. Quem muda o curso de sua vida quando avisado pode evitar o desastre e celebrar a viagem.

Este é um tremendo princípio que podemos aprender do Titanic. E este é também o maior de todos os segredos para fazer com que o amor dure para sempre. Esteja atento aos sinais de alerta da sua caminhada; dê ouvido a estes sinais; abra bem os olhos para enxergar estes avisos. Assim, você poderá mudar de rumo rapidamente, sem comprometer sua felicidade.

No entanto, quando estamos apaixonados, muitas vezes, nossos ouvidos ficam fechados aos inúmeros sinais de alerta que a própria relação nos oferece. Vejamos alguns sinais de alerta que afirmam que a relação precisa ser repensada.

1. O rapaz grita com a mãe. Ele vai gritar com a esposa.


2. Existe um descontrole financeiro no namoro, vai haver no casamento.


3. O namoro os afasta da vida com Deus.


4. Ele é violento.


5. Ela não permite que ele converse com outras meninas.


6. A paixão causa sofrimento, é doentia.


7. Alguém não se dá com a própria família ou com a do outro.


8. Um dos dois não é cristão.


9. Um dos dois não se envolve com a igreja.


10. A intimidade está indo longe demais.


11. Culpa


12. Discussões constantes

A lista é imensa. Certamente, enquanto você lê este artigo os “sinais de alerta” já estão despertando a sua consciência. Muitos apaixonados perdem o bom senso. Eles fecham os ouvidos e os olhos para estes sinais, quando acordam é tarde demais. O que começa errado acaba errado.

Vá devagar, não “mergulhe de cabeça” numa paixão desenfreada ou você pode se dar mal. Ouça os sinais de alerta a sua volta! Mude de rumo, ou você vai “afundar”. O desejo de Deus é a sua total felicidade. Permita que Ele guie a sua vida amorosa. Ilumine os seus passos com a luz da Sua Palavra. Busque a Sua amorosa direção e na dúvida não ultrapasse.
by Pr. S.C.

NADA CONTRA??? NEM A FAVOR!!!

5 FORMAS DE FAZER SEUS FILHOS ODIAREM A IGREJA

Vocês são uma família que frequenta a igreja, o que mais importa, não é mesmo?"1- Assegure-se de que a sua fé seja algo que você só vive em público

1- Vá à igreja

Pelo menos de vez em quando. Assegure-se que você concorda com o que o pregador diz e, no caminho de volta para casa, afirme que concordou principalmente com aquela parte em que ele falou sobre a obediência dos filhos, mas pare por aí. Não leia a Bíblia em casa. O pastor já vai te dizer tudo o que você precisa aos Domingos. Não se preocupe muito com as questões que seus filhos fizerem sobre Jesus e sobre Deus. Viva da forma que você quiser durante a semana, para que seus filhos entendam que duplicidade não é errado.

2- Ore apenas na frente das pessoas

Você só precisa orar quando sua família aparece para visitar, nas refeições de natal e ano novo, quando alguém está doente e quando você quer alguma coisa. Qualquer coisa além disso, não se dê ao trabalho. Seus filhos verão que você ora na frente das outras pessoas; não há necessidade de fazê-lo na intimidade do lar.

3- Mantenha o foco no moralismo

Insista sempre para que seus filhos sejam honestos com você. Deixe que eles saibam que é a coisa certa a se fazer, mas sinta-se à vontade para mentir na sua própria vida e nem considere a necessidade de dizer a verdade a eles ou a qualquer pessoa. Fique muito bravo quando as crianças falarem falavras “feias” ou “baixas”, mas poste, leia, assista e fale o que quiser na TV, no Facebook e no Twitter. Foque sempre em ser uma pessoa boa. E que a sua definição de “pessoa boa” seja ambígua.

4- Oferte financeiramente desde que isso não comprometa suas necessidades

Faça das ofertas na igreja algo muito importante. Fale sempre aos seus filhos da necessidade de dizimar, desde que você não faça isso de forma sacrificial. Deixe que eles vejam que você gasta uma tonelada de dinheiro no que você quer enquanto nega o mandamento das Escrituras de dar sacrificialmente.

5- Faça da comunhão na igreja uma prioridade... Desde que não tenha mais nada para fazer

Vocês são uma família que freqüenta a igreja, não são? Quer dizer, é isso que você fala para os seus amigos e sua família, de qualquer forma. Nunca deixe de freqüentar os cultos de Domingo. Desde que você não tenha ficado acordado até tarde no Sábado. Ou que sua família não tenha um churrasco no almoço. Ou que não esteja passando aquele jogão na TV. Ou que você não esteja muito afim. Ou… Enfim, vocês são uma família que frequenta a igreja, o que mais importa, não é mesmo?

terça-feira, 5 de abril de 2011

RENOVO NELES!!!!!!


by Genizah

NÃO É POR FORÇA NEM POR VIOLÊNCIA, MAS SIM PELA PALAVRA DE DEUS, ENTÃO, TOME BIBLIADA, RECEBA!!!!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

SE FOSSE HOJE...



QUE BENÇÃO SERIA!!!!



MAS INFELIZMENTE NÃO É !

quarta-feira, 30 de março de 2011

GUERREIROS DE DEUS 7

7 DICAS PARA PROTEÇÃO DOS GOLPES DE CLONAGEM DE CARTÃO DE CRÉDITO

As promessas de prêmios por e-mail, ligações falsas pedindo confirmação de dados e até mesmo um descuido na hora de entregar o cartão de crédito em uma loja ou restaurante, são situações comuns utilizadas pelos golpistas para roubar dados pessoais e financeiros.

Confira algumas dicas para não ter o seu cartão de crédito clonado ou roubado:

1.Compras pela internet

Tome cuidado com transações feitas pela internet, mantendo o antivírus sempre atualizado. Uma dica é solicitar ao banco o serviço de "alertas de transação" por email ou SMS para acompanhar o andamento das suas compras.

2. Não abra e-mails suspeitos

Conhecido como “phishing”, os golpistas enviam e-mails enganosos, prometendo fotos ou prêmios, com o intuito de instalar programas para roubo de dados e senhas em seu computador.

3. Antes de viajar, avise o banco

Informe ao banco (antecipadamente) para onde pretende viajar e por quanto tempo. Não se esqueça de anotar o número do cartão e o telefone do banco, em caso de roubo ou perda.

4. Não perca o cartão de vista na hora de pagar

As lojas e restaurantes são orientados a efetuar o débito com cartão na frente do cliente. Não esqueça de checar o valor do recibo antes de assiná-lo.

5. Cuidado no caixa eletrônico

Fique sempre atento às pessoas à volta. Muitos golpes começam em caixas eletrônicos, com pedidos de ajuda e golpistas de olho em pessoas distraídas na hora de digitar a senha, por exemplo.

6. Nunca passe informações por telefone

Nunca diga seus dados para atendentes ao receber ligações do banco. Apenas confirme informações dadas pelo atendente.

7. Cuidado com correspondências bancárias

Cancele seus extratos bancários para entrega via correio, procure emiti-los via internet.

Fonte: Edson Ortega, diretor de Risco da Visa do Brasil

terça-feira, 29 de março de 2011

A MINHA CASA SERÁ CASA DE ORAÇÃO

O título desta reflexão é uma transcrição daquilo que o Senhor Jesus disse quando expulsou do templo aqueles que mercadejavam a fé (Lucas 19:46). Ao fazer tal declaração, Cristo fazia referência ao que foi escrito pelo profeta Isaías, aproximadamente 600 anos antes (Isaías 56:7).

Compreendo que com esta afirmação, Jesus não falava do espaço físico, das paredes, da área física, dos objetos litúrgicos utilizados naquele lugar para os ritos de adoração. Penso que Jesus se referia, sim, ao fato de ser aquele lugar, um lugar de encontro de adoradores, de encontro dos que buscavam o Deus Altíssimo como refúgio e fortaleza para as suas vidas.

Assim sendo, podemos afirmar que, segundo as palavras do nosso Senhor, todo lugar onde os santos de Deus congregam-se para buscá-lo, torna-se naquele momento de encontro, lugar que o próprio Deus identifica como MINHA CASA. Nestes encontros de adoração, de intercessão, a presença de Deus torna-se mais densa, mais intensa, a ponto de poder ser identificado como CASA DE DEUS, ou seja, lugar onde o Todo Poderoso faz habitação.

‘A partir disto, faço então duas afirmações. A primeira, é a minha compreensão pessoal de que Deus, mesmo sendo onipresente, não se faz presente de maneira igual em todos os lugares. Ou seja, há lugares sim, onde a presença de Deus se manifesta de modo especial, mais denso, mais perceptível, como também há lugares dos quais Deus se retira completamente.

Creio, sim, que a igreja de Cristo, ou seja, a congregação dos remidos é lugar onde o nosso Senhor se faz presente de modo diferenciado. Não é encontro como outro qualquer; não é reunião equivalente a qualquer outra reunião. É encontro daqueles que são habitação do Espírito Santo, e que se reúnem em nome do Senhor Jesus. Isto faz uma enorme diferença.

A segunda, é que, se compreendo que a igreja do Senhor é lugar especial, onde Deus se faz presente de modo especial, então a minha busca por este lugar, por este encontro, também deve ser fato muito especial para a minha vida. Participar desta reunião dos remidos deve ser algo de grande relevância para o meu coração, a ponto de me fazer alterar minha agenda pessoal, de me fazer renunciar, de me conduzir a atitudes e esforços especiais para dele participar.

Concluo esta meditação com uma pergunta, a qual cada leitor deve responder a si mesmo, após uma avaliação muito sincera do próprio coração: que valor tenho atribuído aos encontros (cultos) da igreja do Senhor Jesus da qual participo?

quinta-feira, 24 de março de 2011

A CARREIRA QUE ESTÁ PROPOSTA

PODEMOS TRAÇAR UM PARALELO DESSE TEXTO QUE FOI ESCRITO AOS CRISTÃOS HEBREUS FALANDO SOBRE A CARREIRA CRISTÃ E TRAZERMOS PARA NOSSA REALIDADE DE HOJE. O QUE A IGREJA, ATRAVÉS DE SEUS LÍDERES E MINISTÉRIOS DEVEM FAZER PARA CUMPRIR A CARREIRA QUE LHES ESTÁ PROPOSTA?

PAULO JÁ HAVIA USADO A FIGURA DE UM CORREDOR DE MARATONAS PARA EXEMPLIFICAR NOSSA CAMINHADA CRISTÃ EM I CO. 9:25,26. O CORREDOR PARA SER BEM SUCEDIDO PRECISA ESTAR LIVRE DE TODO EMBARAÇO.

1. DEVEMOS OLHAR OS BONS EXEMPLOS DE FÉ – TODOS NÓS DEVEMOS OLHAR PARA AQUELES QUE ESTÃO VERDADEIRAMENTE EMPENHADOS EM VER O REINO DE DEUS SER IMPLANTADO NESTE LUGAR.

2. DEVEMOS NOS DESVENCILHAR DE TODO PESO – PESO É AQUILO QUE NÃO CHEGA A SER UM PECADO, MAS É ALGO QUE NOS PRENDE E ATRAPALHA A CAMINHADA. A IGREJA PRECISA SE LIVRAR DE PESOS, COMO:

-ASSEMBLÉIAS TUMULTUADAS.


-MUITA BUROCRACIA.


-MUITO ATIVISMO.

3. DEVEMOS NOS DESVENCILHAR DE TODO PECADO – DEUS NÃO ABENÇOA O PECADO. OU A IGREJA SE SANTIFICA E BUSCA AO SENHOR OU NÃO SE DEVE ESPERAR QUE ACONTEÇA ALGUMA COISA NESSE ANO. E O PECADO ENTRA COM MUITA FACILIDADE NO MEIO DA IGREJA:

-A IDOLATRIA


-A MALEDICÊNCIA


-A MURMURAÇÃO


-A CONTENDA


-A NEGLIGÊNCIA

4. DEVEMOS OLHAR FIRMEMENTE PARA JESUS – NOSSO SALVADOR TAMBÉM TEVE DIANTE DELE UMA CARREIRA PROPOSTA. E, EM TROCA DELA:

-SUPORTOU A CRUZ.


-SUPORTOU OPOSIÇÃO DE PECADORES.


-NÃO DEU ATENÇÃO À IGNOMÍNIA.


-VENCEU E ASSENTOU-SE À DIREITA DE DEUS.

CONCLUSÃO: ESSE É O DESAFIO QUE TEMOS A ENFRENTAR NESSES DOIS ANOS: ENCHER A IGREJA E FAZER DELA UMA COMUNIDADE DE ADORAÇÃO E OBEDIÊNCIA AO NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO.

terça-feira, 22 de março de 2011

A VOZ DO POVO NÃO É A VOZ DE DEUS

Há um jovem na Bíblia que era bonito, talentoso, charmoso e inexperiente que foi escolhido para ser o líder de um país. Infelizmente, ele tornou-se exemplo de um líder que só sabia liderar escutando a voz do povo, tentando ganhar a aprovação das multidões. Para conseguir a popularidade tão desejada, ele adotou atitudes que contrariavam a vontade de Deus. Ele nos ensina como um líder inseguro se torna um líder incompetente. Ele foi o primeiro rei de Israel, e o nome dele era Saul. De tanto ouvir a voz do povo, Saul não pôde ouvir a voz de Deus. Em vez de ser um líder triunfante, tornou-se um líder trágico.

Quem era Saul?

Lendo 1º Samuel 9.1-2, descobrimos que ele era filho de um homem rico e respeitado. Saul era bonito, alto e de destaque. Deus não escolheu Saul para fracassar. Deus tinha um plano para a liderança dele. Primeiramente, ele foi ungido numa cerimônia particular entre Samuel e Saul. O interessante é que a primeira vez que Samuel revela a escolha de Saul para ser o rei, a reação de Saul é de “aparente” humildade: “Acaso não sou eu um benjamita, da menor das tribos de Israel, não é o meu clã o mais insignificante de todos os clãs da tribo de Benjamim?” (1Sm 9.21). Como os acontecimentos futuros revelarão, isso não era humildade, e sim insegurança. Saul acha que ele precisa de um “pedigree” para ser líder. Ele não entende que a qualificação mais importante para ser líder é ser escolhido por Deus, e infelizmente Saul nunca vai enxergar esta realidade. Ele procura, dentro de si mesmo, a qualificação para ser rei, sem se dar conta de que ninguém é competente por si mesmo para ser um líder espiritual!

Mais tarde, Samuel convocou a nação a Mispá para anunciar a escolha de Deus. Quando Samuel finalmente pronunciou o nome de Saul, após bastante suspense, ninguém conseguiu achar o homem. Em 1 Samuel 10.21-23 encontramos o homem escondido atrás da bagagem. Este homem grande não foi nenhum grande homem. Ele demonstrou ter as sementinhas da covardia. Ele estava morrendo de medo de não ser aceito, porque ele era benjamita. Ele tinha muito mais medo de ser rejeitado pelo povo do que confiança em Deus. Ele não queria ser rejeitado, ele não queria fracassar, e isso acabou minando sua capacidade de confiar em Deus. O medo de ser rejeitado pelo povo não deixou lugar para obediência a Deus. Sabe qual foi o primeiro ato de Saul depois de ser escolhido rei de Israel? Ele voltou para casa para cuidar do gado! Ele não agiu como um rei. Quando alguns homens rejeitaram a liderança de Saul (1Sm 10.27), ele não fez absolutamente nada para defender o papel do rei. Ele ficou calado. Isso não revelou humildade nem paciência, mas demonstrou que ele não se via como o rei poderoso, escolhido por Deus.

O Primeiro Fracasso

No segundo ano de seu reinado, Saul estava em guerra contra os filisteus. Samuel tinha dado instruções a Saul para esperar sete dias em Gilgal, porque ele viria oferecer um sacrifício ao Senhor. Saul ficou nervoso porque no sétimo dia, Samuel não apareceu, e os soldados, morrendo de medo, começaram a se dispersar. Saul sentiu medo também, e por isso ele mesmo ofereceu os sacrifícios. Ele, motivado pelo medo, desobedeceu ao Senhor, como está escrito (1Sm 13.8-14).

Ao ler este episódio, você pensou que o castigo foi muito duro para o “errinho” de oferecer um sacrifício ao Senhor? Isso não demonstra piedade da parte de Saul? Não; porque assim Saul desobedeceu a uma ordem clara de Deus. Por quê? Porque ele tinha medo de ficar sozinho. Um líder de Deus NUNCA pode ter medo de ficar sozinho com Deus, desafiando, se for necessário, a multidão.

Saul estava cheio de desculpas, não querendo admitir seu erro: “O povo se espalhava... tu não vinhas... os filisteus estavam se aproximando... eu precisava da orientação de Deus... eu não tinha outra opção!” Ele ursurpou a função de profeta/sacerdote para conseguir o apoio dos soldados, mas este fim não justificava o meio. Este episódio me lembra o pastor que mandava entregar o material de construção à noite, porque ele comprava tudo sem nota fiscal. Será que essa era a liderança que Deus desejava? Cuidado com líderes que desobedecem às leis de Deus para “avançar” o Reino!Saul disse que ele foi obrigado a desobedecer a Deus pela pressão do povo, mas é claro que ele tinha outra opção!

Vendo Amigos como Inimigos

Podemos ver que devido à obsessão de Saul de ser aceito, ele ficou emocionalmente vulnerável, em especial à inveja. Sem a segurança da bênção do Senhor, ele começa a desconfiar de todo mundo. A primeira vítima foi seu próprio filho. Saul, durante uma batalha, deu a ordem: “Maldito o homem que comer pão antes de anoitecer, para que me vingue de meus inimigos.” (1Sm 14.24). Ninguém entendeu bem esta ordem, e seu próprio filho não estava presente quando foi dada. Não sabendo do voto do pai, ele comeu mel, que achou no chão. Quando Saul soube, ele ameaçou matar o filho. No final, Jônatas foi salvo pelos soldados. Saul não teve a coragem de admitir que ele estava errado. Ele simplesmente cedeu, mais uma vez, à vontade de povo.

Lendo a história, quase parece que isto foi feito de próposito para ele ficar livre do novo herói, seu filho Jônatas. Saul criava seus próprios inimigos, e o primeiro foi Jônatas. Todos nós sabemos como ele perseguiu a Davi depois. Quando estamos em inimizade com Deus, quando nossa liderança não é dEle, o resultado é esse. Pessoas, mesmo amigos íntimos, viram ameaças ou até inimigos. Mais uma vez vemos que o líder inseguro torna-se um líder incompetente!

Rejeição Total

Saul conseguiu uma rejeição total por parte de Deus, devido a um ato de desobediência flagrante. Deus, através de Samuel, deu instruções específicas a Saul (1Sm 15.3). Mas o que Saul fez? Veja 1Sm 15.9. Por que esta desobediência? Não sei, exatamente, mas ele mesmo confessou: “Tive medo dos soldados e os atendi” (1Sm 15.24).

Sempre carente de aceitação, um pouco antes deste episódio, Saul tinha construído um monumento a si mesmo (1Sm 15.12) . Como Saul queria ser adulado e admirado! Pode ter certeza, quando o líder começa a construir “memoriais”, ele tem muita fome de aceitação.

Ao chegar ao Carmelo, Samuel percebe a desobediência de Saul e dá uma chance para Saul confessar. Saul, de novo, não se mostra um bom líder, muito menos um rei poderoso, e ele culpa seus soldados, como se ele não tivesse responsabilidade alguma para com seus liderados! Ele tem a coragem de insistir que ele não fez nada errado, que ele obedeceu ao Senhor (1Sm 15.13, 20)!

Quando leio as palavras de Samuel a Saul, fico arrepiada. Meu coração cai, e imagino como Saul se sentiu: “Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocautos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? … Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria. Assim como você rejeitou a palavra do Senhor, ele o rejeitou como rei” (1Sm 15.22, 23).

Parece que Saul acordou e começou a pedir perdão. Infelizmente, o resto da vida de Saul demonstra que, de fato, ele não se arrependeu, porque ele não mudou de trajeto. De fato, ele ficou mais e mais longe dos planos de Deus para sua liderança. O plano de Deus foi para Saul ser um grande rei. O plano de Saul foi outro, e Deus não pode usar líderes assim. Saul continuou como rei – mas sem a aprovação ou bênção do Senhor. O resultado foi que viveu todos os seus dias cheio de ciúmes, inveja, suspeitas, intriga, raiva e solidão.

Perdendo as Rédeas

Quando o gigante Golias estava desafiando o povo, por que o rei não aceitou o desafio? Nunca ouvimos uma explicação por que ele não lutou contra Golias, mas 1Samuel 17.11 diz que Saul estava apavorado. Quem não tem uma base sólida (Deus) na liderança, não pode arriscar nada.Davi, o escolhido de Deus, arriscou tudo! Com Deus ao seu lado, ele não tinha nada a perder. Eu acho que Saul reconheceu que Davi tinha o que faltava em sua vida. Não é verdade que temos mais inveja das pessoas que possuem o que nós não temos? Saul faz de tudo para destruir Davi, especialmente após ouvir a música das mulheres: “Saul matou milhares, e Davi dezenas de milhares” (1Sm 18.7). Para um homem que precisava de popularidade e aceitação, isso tinha que ser uma punhalada nas costas! Um líder inseguro sofre demais com a popularidade de outro líder. Nunca poderia ecoar as palavras de João, o Batista, “Eu preciso diminuir para ele crescer”.

Saul ficou mais e mais longe da realidade, como acontece quando estamos longe da única coisa real neste universo, Deus. Ele não tinha alicerce emocional e acabou desequilibrado. A prova disso é a história de 1Samuel 28.3-20. Saul, o líder escolhido por Deus, consultou uma médium para tentar ganhar uma batalha. Você pode imaginar seu pastor indo a um terreiro de macumba? Seria a mesma coisa. A gente vê claramente o desespero de um homem perdido. As médiuns eram tão repugnantes, que ele mesmo as tinha expulsado do país. Vitória a qualquer preço foi o lema de Saul. Aliás, qualquer preço menos submissão total a Deus. Vitória a qualquer preço, menos a rejeição pelo povo.

Saul acabou perdendo sua última batalha, seu reino, seu filho e sua própria vida. Em seu último ato de covardia, ele se matou (1Sm 31.1-4). Ele temia ser capturado pelos filisteus. Interessante, porque os filisteus só chegaram no dia seguinte. Saul tinha chance de fugir ou ser removido antes da chegada dos inimigos, mas ele não pôde esperar! Nem na hora da morte, ele foi capaz de reconhecer a soberania de Deus. Que teimosia! Saul perdeu tudo. Ele fracassou totalmente. Ele, que queria ser herói aclamado nos braços do povo, acabou com seu corpo pendurado no muro da cidade de Bete-Seã e sua cabeça no templo do ídolo Dagom (1Cr 10.10). Que fim trágico para um homem escolhido o primeiro rei de Israel!

Se o Salmo 111.10 nos ensina que o “temor do Senhor é o princípio de sabedoria”, então Saul nos ensina que “o temor à opinião do povo é o princípio da insensatez”! Que todos os nossos líderes possam liderar obedecendo a Deuteronômio 10.12: “E, agora, ó Israel, que é que o Senhor, o seu Deus, lhe pede, senão que tema o Senhor, o seu Deus, que ande em todos os seus caminhos, que o ame e que sirva ao Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração e toda a sua alma”!

segunda-feira, 21 de março de 2011

ESCOLHENDO A LIDERANÇA DA IGREJA

É Deus quem escolhe, chama e capacita a liderança da sua igreja. É Deus quem dá pastores à sua igreja. É o Espírito Santo quem constitui presbíteros na igreja. A igreja expressa a vontade de Deus pelo voto, mas em última instância é o próprio Deus quem escolhe aqueles a quem ele mesmo quer para pastorear as suas ovelhas. Hoje, esta igreja estará escolhendo, sob a orientação divina, presbíteros e diáconos. Nossa oração é que, aqueles que forem eleitos, sejam homens cheios do Espírito Santo, dedicados ao pastoreio do rebanho de Deus. Qual deve ser o perfil do líder na igreja de Deus?

1. O líder precisa andar com Deus antes de fazer a obra de Deus. Quando Jesus chamou os apóstolos, designou-os para estarem com ele; só depois, os enviou a pregar. Vida com Deus precede trabalho para Deus. A vida do líder é a vida da sua liderança. Deus está mais interessado em quem o líder é do que naquilo que o líder faz. Primeiro o líder anda com Deus, depois ele trabalha para Deus.

2. O líder precisa ter consciência do seu chamado divino. Paulo diz para os presbíteros de Éfeso: “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos para pastoreardes a igreja de Deus”. É o Espírito Santo quem constitui presbíteros na igreja. O presbiterato é uma obra e uma obra excelente. Ninguém deve buscar esse ministério a menos que tenha consciência de que o Espírito Santo o convoca para esse mister. O presbiterato não é um posto de privilégio, mas uma plataforma de serviço. De igual modo, o diácono deve ter consciência do seu chamado para servir. O diaconato é uma sacrossanta vocação, uma vez que o próprio Filho de Deus veio para servir e não para ser servido.

3. O líder precisa cuidar de si mesmo e do rebanho de Deus. Cuidar de si sem cuidar do rebanho é egoísmo; cuidar do rebanho sem cuidar de si é incoerente. O líder precisa ter vida consistente e ministério eficiente. O presbítero precisa cuidar de todo o rebanho e não apenas de parte dele. O líder não pode fazer acepção de pessoas. Ele precisa pastorear as ovelhas e os cordeiros, os adultos e as crianças, e isso, com fidelidade, inteligência, sabedoria, graça, mansidão e amor. O líder precisa ser firme e também amável. O líder espiritual é aquele que cuida, ensina, protege e consola o povo de Deus.

4. O líder precisa proteger as ovelhas dos falsos ensinos. O apóstolo Paulo exortou os presbíteros de Éfeso a estarem atentos acerca dos lobos que estão do lado de fora querendo entrar no aprisco para destruir as ovelhas e dos lobos travestidos de ovelhas que estão dentro do aprisco buscando uma ocasião para se manifestarem e arrastarem após si as ovelhas. Cabe aos presbíteros velar pela vida espiritual das ovelhas de Cristo. Eles devem proteger as ovelhas de Cristo das perniciosas heresias e vigiar para que os falsos mestres não tenham acolhida na igreja de Deus. Cabe aos diáconos estarem atentos às necessidades físicas e espirituais dos crentes, a fim de que na igreja de Deus as necessidades dos santos sejam supridas.

5. O líder precisa ter motivações corretas no pastoreio do rebanho de Deus. O líder espiritual deve fazer a coisa certa, cuidar do rebanho de Deus, com a motivação certa. O presbítero deve pastorear a igreja de Deus em vez de apascentar a si mesmo. Ele deve pastorear a igreja de Deus não como uma pesada obrigação, mas espontaneamente. Nessa lida, o presbítero deve buscar os interesses de Cristo e da igreja e não vantagens pessoais. Ele deve ser amável com as ovelhas de Cristo, tratando-as com acendrado amor, servindo-lhes de exemplo, em vez de dominá-las com rigor. Por sua vez, os diáconos devem servir às mesas, cuidar dos pobres, assistir os necessitados e expressar por intermédio de seu ministério a misericórdia divina.

sábado, 19 de março de 2011

VOCÊ DECIDE?


Nós somos cristãos. Seres radicais, de sangue puro, saturados de Bíblia, exaltadores de Cristo e centrados em Deus. Nós avançamos com missões, ganhamos almas, amamos a igreja, buscamos a santidade e saboreamos a soberania. Somos completamente embriagados pela graça, quebrantados de coração e felizes seguidores do Cristo onipotente crucificado. Pelo menos esse é o nosso compromisso imperfeito.

Em outras palavras, somos calvinistas ou arminista, mas esses rótulos não é nem um pouco útil para dizer às pessoas no que você realmente acredita! Então esqueça os rótulos, se isso ajudar, e diga a elas claramente, sem evasivas e sem ambiguidade, o que você acredita a respeito da salvação.

Se eles disserem “Você é um calvinista ou arminista?” diga “Você decide. É nisso aqui que eu creio…”


1.Eu creio que sou tão espiritualmente corrupto e orgulhoso e rebelde que eu nunca teria vindo à fé em Jesus sem a misericordiosa e soberana vitória de Deus sobre os últimos vestígios da minha rebelião. (1 Coríntios 2:14; Efésios 3:1-4; Romanos 8:7)

2.Eu creio que Deus me escolheu para ser seu filho, sem basear essa escolha em nada que pudesse haver em mim no presente ou no futuro. (Efésios 1:4-6; Atos 13:48; Romanos 8:29-30; Romanos 11:5-7)


3.Creio que Cristo morreu como um substituto dos pecadores para, de boa fé, oferecer salvação a todas as pessoas. Creio que ele teve um plano invencível em sua morte para obter sua noiva escolhida, a saber, a assembléia de todos os crentes, cujos nomes estarão eternamente escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto. (João 3:16; João 10:15; Efésios 5:25; Apocalipse 13:8)

Quando eu estava morto em minhas transgressões, e cego para a beleza de Cristo, Deus me tornou vivo, abriu os olhos do meu coração, me deu a capacidade de crer e me uniu a Jesus, com todos os benefícios do perdão e da justificação e da vida eterna (Efésios 2:4-5; 2 Coríntios 4:6; Filipenses 2:29; Efésios 2:8-9; Atos 16:14; Efésios 1:7; Filipenses 3:9)


Estou eternamente seguro não por causa de qualquer coisa que eu tenha feito no passado, mas decisivamente porque Deus é fiel para completar a obra que ele começou – sustentar minha fé e me manter longe da apostasia, e me afastar do pecado que leva à morte (1 Coríntios 1:8-9; 1 Tessalonicenses 5:23-24; Filipenses 1:6; 1 Pedro 1:5; Judas 25; João 10:28-29; 1 João 5:16).

Chame do jeito que você quiser, isso é minha vida. Eu acredito nisso porque eu vejo isso na Bíblia. E porque eu experimentei isso. Louvor eterno à grandeza da glória da graça de Deus!

quinta-feira, 17 de março de 2011

O FOCO

Parece que está se tornando cada vez mais difícil nos concentrarmos numa única coisa por muito tempo. A sociedade moderna definitivamente tem nos levado a manter períodos curtos de atenção. Se assistirmos qualquer programa de tevê ou filme, vamos notar como as coisas se movem rapidamente e o ritmo acelerado do enredo. Um comercial típico de tevê muda as imagens a cada poucos segundos, às vezes menos. A lógica é: se não capturarmos a atenção do indivíduo imediatamente. ele vai se voltar para outra coisa.

Com tantas coisas competindo por nossa energia mental, que vão da Internet passando pelas mensagens de texto e e-mails, é de admirar que ainda sejamos capazes de concentrar o foco em alguma coisa. A realidade, contudo, é que as maiores realizações do mundo foram alcançadas por pessoas que permaneceram focadas numa tarefa até ver seus objetivos ser atingidos.

Realizar múltiplas tarefas simultaneamente, nos dizem, é ótimo. Mas isso simplesmente significa que não estamos empregando cem por cento de nossa atenção e energia em coisa alguma. Muitos acidentes – dirigindo um carro, operando uma máquina ou cuidando de uma criança – ocorrem porque as pessoas se distraem ou tentam fazer mais de uma coisa por vez. Mesmo que não ocorra nenhum desastre, permitir que inúmeras demandas disputem nossa atenção resulta em desempenhos medíocres.

Anos atrás decidi diminuir meu foco profissional. Eu me defini como fotógrafo, escritor e músico. Isso por si só parece muito, mas o que deixei para trás era igualmente importante. O que eu quis dizer era que não iria tentar ser jogador de golfe, jardineiro, pescador ou marceneiro. Sabendo que dispunha de um limitado número de horas por dia, decidi dedicar-me ao que gostava mais e fazia melhor. Em última análise, queria reconhecer e seguir a minha vocação. Desde então descobri que posso definir com clareza quem eu sou, e o que faço tem me ajudado a manter minha vida focada. Afinal de contas, ao contrário de máquinas fotográficas sofisticadas, não somos equipados com “foco automático”.

Há um vigoroso princípio espiritual por trás do desejo de manter foco apesar das muitas distrações da vida. A Bíblia diz: “E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus... O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo ao Senhor e não as pessoas. ...o verdadeiro Senhor que vocês servem é Cristo” (Colossenses 3.17,23-24).

Olhando em redor e vendo a maravilhosa criação de Deus, observamos que Ele não fez nada medíocre ou com indiferença. Tudo Ele fez com excelência. Devíamos esforçar para fazer o mesmo.

Dirigindo um negócio, servindo a um cliente, construindo um casamento ou criando um filho, precisamos de foco e segurança que o que estamos fazendo, está recebendo toda nossa atenção e nosso melhor esforço.

segunda-feira, 14 de março de 2011

É DIFÍCIL, MAS VAMOS CRER QUE SEJA ASSIM!!!!



( A ) Nada como uma tragédia para reunir o povo de Deus na internet em campanhas para a ajuda das vítimas.


(B ) Nada como uma tragédia para que os cristãos superem as suas pequenas diferenças teológicas em nome do Amor.


(C ) Nada como uma tragédia para que os cristãos dobrem seus joelhos em oração.


( D ) Nada como uma tragédia para que os cristãos da internet revelem a sua identidade reinista no seu agir.

COMO DESTRUIR SUA EQUIPE

Se você lidera um projeto ou equipe, procure descobrir se está tendo algum dos comportamentos abaixo, extraídos do texto, e corrija-os!

Vamos às dicas ao contrário que constam no texto, e mais uma ou duas dicas extras. No final, o convite para que você acrescente suas próprias sugestões.

Guarde tudo para si: Todo mundo quer roubar suas idéias. Não compartilhe nada. Se for fazer uma apresentação em grupo, diga aos seus companheiros de equipe que a sua parte será uma surpresa, ou que não ficou pronta a tempo de ser discutida com eles antes da apresentação definitiva.

Não se dê ao trabalho de perguntar a seus colegas sobre as tarefas deles: afinal, eles estarão fazendo o mesmo que você, guardando tudo para si, e mantendo em segredo tudo o que fazem. Ademais, por que se preocupar? A continuidade e coordenação das atividades não é responsabilidade só sua…

Se algum membro da equipe comunica que precisará de um determinado recurso, não o leve a sério. Se ele estiver *mesmo* precisando, vai atrás sozinho, ou vai brigar por ele.

Certifique-se de que não haverá incentivos. Especialmente recompensas, presentes e encontros. Isto amolece o grupo.

Não tome qualquer atitude: sempre existe chance de que seus colegas são os que estão de fato fazendo as contribuições que agregam valor. Concentre-se em brilhar mais do que eles, preparando apresentações no Powerpoint usando todas as palavras da moda.

Não respeite a agenda alheia: Mostre que é você quem manda. Atrase o horário de início de várias reuniões, marque-as e adie-as com pouquíssima antecedência, e tome decisões cruciais em reuniões que não tenham sido agendadas previamente, e na ausência das pessoas realmente interessadas.

Sempre considere que todos estão integralmente alocados ao projeto: aloque as pessoas aos cronogramas como se elas não estivessem envolvidas com nenhum outro projeto ou operação. Se você controla mais do que um cronograma, aloque as mesmas pessoas a todos eles, considerando a mesma premissa.

Nunca esclareça totalmente os objetivos: definir os objetivos antes de ter o trabalho encerrado é dar aos inimigos uma oportunidade de avaliá-lo objetivamente, ou até mesmo de considerá-lo ineficaz! Além disso, expor o objetivo pode vir a dificultar na hora de decidir livremente os rumos dos projetos, ou de usá-los em prol de seus próprios objetivos pessoais ao longo de seu ciclo de vida.

Sua vez: que dica você daria a quem quer destruir a efetividade das equipes de trabalho que comanda?

sexta-feira, 11 de março de 2011

GUERREIROS DE DEUS 6

COMO SER RECONHECIDO PELO SEU LÍDER

Atualmente, as empresas são sistêmicas sendo que o trabalho de uma pessoa pode influenciar no resultado do trabalho de outra, por isso quem lidera uma equipe auxilia para o bom desenvolvimento de todos os setores. Portanto, veja como você pode ser reconhecido pelo seu líder como alguém que toma atitudes e realiza um trabalho de qualidade.

Saber o que seu líder pensa de você não é fácil e perguntar pode ser uma opção. A dificuldade de comunicação entre líderes e funcionários pode ser um obstáculo para o crescimento tanto da empresa como de quem trabalha nela. Algumas empresas oferecem avaliações de desempenho e isso pode ajudar a avaliar o trabalho.

Outra opção é o funcionário colocar-se na posição de liderança e verificar quais aspectos o outro deveria apresentar para ter o reconhecimento merecido e identificar em si se possui tais características. Cumprir prazos, contribuir com o bom desempenho dos colegas a partir da sua função, observar se o líder compartilha as metas e informações podendo perceber a sua importância para a organização.

De nada adianta se preocupar em ser reconhecido se não realiza o trabalho de acordo ou além daquilo que lhe foi atribuído. A atitude, a tomada de iniciativas com sensatez e, principalmente, a apresentação de resultados fará com que a liderança veja você com um novo olhar.

Porém, gastar energias em saber se o que pensam sobre o seu trabalho pode atrapalhar. Desempenhar bem suas tarefas é a receita para o líder ter a percepção de que você é relevante e assim a chance de ser reconhecido é bem maior. Considerar e melhorar seus pontos fracos, controlar suas reações, confiar em você e entender como, em quê e quando a empresa necessita de suas aptidões também fazem parte da lista para ser percebido pela liderança.

VALE A PENA SE CASAR?

Em conversas casuais, brincadeiras ou em sessões de aconselhamento com jovens e adolescentes, tenho notado certa aversão à idéia do casamento e suas implicações naturais, tais como: compromisso para a vida, criação de filhos, dedicação ao lar, submissão, amor incondicional, etc. ...

Ao indagar dos jovens as razões que os levam a assumir tal postura negativa quanto ao casamento, obtive quase sempre as mesmas respostas:

- Sou produto de um casamento desfeito.


- Não sei quem é meu verdadeiro pai.


- Meus pais brigam e se agridem constantemente.


- Perdi a confiança nas pessoas.


- Não quero depender de ninguém.


- Não quero me comprometer com outra pessoa.


- Não posso colocar em risco a minha carreira profissional.


- Não acredito no amor verdadeiro.


- Não tenho visto bons exemplos ao meu redor.

A verdade é que 60% da população brasileira é composta de pessoas com menos de 30 anos de idade, das quais a grande maioria não acredita que o casamento seja uma instituição fundamental e imprescindível para uma sociedade sã. Esta minha afirmativa pode ser corroborada por um artigo que li num periódico nordestino cujo título era: "Casamento, O Túmulo do Amor". Nele, o autor ressaltava que um número cada vez maior de pessoas está optando pela separação, a fim de evitar os contratempos da rotina, da convivência e do compromisso envolvidos no relacionamento matrimonial.

Jovem, que seja evangélico ou não, você está sofrendo a influência maciça de uma sociedade que, além de não temer a Deus, está sob o domínio do "deus do século" - Satanás (2 Co 4.4; 1 Jo 5.19). Ele tem influenciado esta sociedade incrédula no estabelecimento de uma filosofia que nega o casamento. Não como os agnósticos ascetas (1 Tim 3.6), barateando o sexo num mercado onde o corpo virava mero objeto sem valor.

O mundo moderno está produzindo uma geração de pessoas solitárias e individualistas que preferem "momentos juntos", sem nenhum compromisso duradouro. O jornal "The New York Times" publicou recentemente um artigo que definia esta geração como "The Uncommitted Generation" (A Geração Sem Compromisso). Então, não é de se admirar que os jovens educados para constituírem uma nação de indivíduos, não acreditem que a família seja o único meio de se preservar o verdadeiro amor a partir de um compromisso que gera relacionamentos sadios, duradouros e equilibrados; condições indispensáveis para a preservação da sociedade.

Qual a posição da Igreja Evangélica nesse particular? Dos quase 20 milhões de pessoas que pertencem à alguma denominação evangélica, cerca de 60% compõem-se de jovens. Será que estamos de olhos vendados para a realidade dos conflitos e das dúvidas que afligem nossa juventude? No que diz respeito ao amor, sexo e compromisso, eles gravitam entre tabus, preconceitos, medo, curiosidade, apelos, tentações, conselhos tímidos, desconfiança e chavões pastorais. Andam como quem procura uma cidade num território sem mapa. Qualquer trilha pode ser a opção.

A revista evangélica "Christianity Today" publicou uma pesquisa feita pelo conferencista e escritor Josh MacDowell, na qual constava que: "65% dos jovens que freqüentam regularmente as Igrejas conservadoras já tiveram algum tipo de experiência sexual" (CT 18/03/88). Isto, entre outras coisas, mostra que estamos mais contaminados do que pensamos e devemos, sem demagogia e farisaísmo, interceder por nossos jovens.

Precisamos estar conscientes de que os livros, os periódicos, os seminários, os vídeos e os sermões sobre o valor da castidade e felicidade no casamento até que a morte nos separe não nos isenta da responsabilidade de transformarmos nossos relacionamentos conjugais em exemplos; modelos dignos de serem imitados pelos adolescentes e jovens que precisam ver a família do seu pastor, dos diáconos, de seus professores e líderes, a materialização ou a concretização dos princípios bíblicos que tanto pregamos.

Ao entregar sua vida ao senhorio absoluto de Jesus Cristo, você pode ter a certeza de fazer parte de uma nova criação (2 Co 5.17), podendo contar com o poder do Espírito Santo para o estabelecimento dos relacionamentos fundamentados no amor genuíno e no compromisso duradouro. Isto não significa "mares de rosa", mas a promessa da graça de Deus para superar as lutas do dia- a-dia. Se o problema por falta de exemplos, temos o amor de Cristo por sua Igreja, o qual se constitui o parâmetro mais fidedigno que pode existir.

A hora é esta, jovem - "Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade..." (Ec 12.1) e, embora marcado pelas decepções deste mundo, confie nAquele que pode renovar a sua mente, perdoa-lhe os pecados e lançar fora todo o temor. Ele o amou primeiro com seu amor incondicional (1 Jo 4.19) e derramou em seu coração esse mesmo amor que o ajudará a superar o receio e a desconfiança em relação ao casamento. Permita que Ele o conduza a experimentar o caminho sobremodo excelente. Então dirá...

Valeu a pena!
by A.B.C.

segunda-feira, 7 de março de 2011

O QUE A IGREJA PODERIA APRENDER COM O CARNAVAL?



Seria lícito tomar o desfile do Carnaval como analogia de nossa caminhada cristã? Certamente, a maioria dirá que não. Afinal de contas, o Carnaval é a festa pagã por excelência, onde, além de toda promiscuidade, entidades pagãs são homenageadas.

Eu poderia gastar muitas linhas tecendo críticas justas a esta festa em que tantas famílias são desfeitas, e inúmeras vidas destruídas. Porém hoje, quero pegar a contramão.

Por que será que os cristãos sempre enfatizam os aspectos ruins de qualquer manifestação cultural?

Se vivêssemos nos tempos primitivos da igreja cristã, como reagiríamos ao fato de Paulo tomar as Olimpíadas como analogia da trajetória cristã neste mundo?

Ora, os jogos olímpicos celebravam os deuses do Olimpo. Portanto, era uma festa idólatra. Os atletas competiam nus. Sem contar as orgias que se seguiam às competições. Sinceramente, não saberia dizer qual seria pior, as Olimpíadas ou o Carnaval.

Porém Paulo soube enxergar alguma beleza por trás daquela manifestação cultural. A disposição dos atletas, além do seu preparo e empenho, foram destacados pelo apóstolo como virtudes a serem cultivadas pelos seguidores de Cristo.

E quanto ao Carnaval? Haveria nele alguma beleza, alguma virtude que pudesse ser destacada do meio de tanta licenciosidade? Acredito que sim.

Embora jamais tenha participado, posso enxergar alguma ordem no meio do caos carnavalesco.

Destaco a criatividade dos foliões, principalmente dos carnavalescos na composição das fantasias, dos carros alegóricos, do samba-enredo. Eles buscam a perfeição. Diz-se que o desfile do ano seguinte começa a ser preparado quando termina o Carnaval. É, de fato, um trabalho árduo que demanda muito empenho.

Se houvesse por parte de muitos cristãos uma parcela da dedicação encontrada nos barracões de Escolas de Samba, faríamos um trabalho muito mais elaborado para Deus. Buscaríamos a excelência, em vez de nos contentar com tanta mediocridade.

O desfile começa com a concentração. É ali que é dado o grito de guerra da Escola, seguido pelo aquecimento dos tamborins.

A concentração equivale à congregação. Nosso lugar de culto (comumente chamado de “templo” ou “igreja”) é onde nos concentramos e aquecemos nosso espírito. Porém, a obra acontece lá fora, “na avenida” do mundo.

Gosto quando Paulo fala que somos conduzidos por Cristo em Seu desfile triunfal. O apóstolo compara a marcha cristã pelo mundo às paradas triunfais promovidas pelo império romano. Era um espetáculo cruento, no qual os presos eram expostos publicamente, acorrentados arrastados pelas ruas da cidade. Era assim que Roma exibia sua supremacia, e impunha seu poder. Paulo toma emprestada a figura deste majestoso e horroroso evento para afirmar que Cristo está nos exibindo ao Mundo como aqueles que foram conquistados por Seu amor.
Muitos cristãos acreditam ingenuamente que a guerra se dá na concentração. Por isso, a igreja atual é tão em-si-mesmada, isto é, voltada para dentro de si. Ela passou a ser um fim em si mesmo.

A avenida nos espera!

À frente vai a comissão de frente, seguida pelo carro alegórico abre-alas. Compete aos componentes dessa comissão a primeira impressão.

A comissão de frente da igreja de Cristo é formada pelos que nos precederam, que abriram caminho para as novas gerações. Não podemos permitir que caiam no esquecimento. Também são os missionários, que deixam sua pátria para abrir caminho em outros rincões. Grande é sua responsabilidade, e alto é o preço que se dispõem a pagar para que o Evangelho de Cristo chegue à populações ainda não alcançadas. Paulo fazia parte da comissão de frente da igreja primitiva. Chegamos a esta conclusão quando lemos o que escreveu aos coríntios: “Para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós, e não em campo de outrem” (2 Co.10:16). Ele preferia pescar em alto mar, e não aquário dos outros.

A Escola de Samba é dividida em alas, cada uma com fantasias e carro alegórico próprios. Porém, o samba-enredo é o mesmo. O que é cantado lá na frente, é sincronicamente cantado na última ala da Escola. A voz do puxador do samba, bem como a batida harmoniosa da bateria, ecoando por toda a avenida, garantem esta sincronia. Não pode haver espaços vazios entre as alas. Há harmonia até nas cores das fantasias. Ninguém entra na avenida vestido como quiser. Imagine se as variadas denominações que compõem o Corpo Místico de Cristo se relacionassem da mesma maneira, respeitando cada uma o espaço da outra, porém dentro de uma evolução harmoniosa. No meio do desfile encontramos o casal de porta-bandeira. Eles exibem orgulhosamente o pavilhão da Escola. Seus gestos e passos são cuidadosamente combinados, para que a bandeira receba as honras devidas.

É triste verificar o quanto a bandeira do Evangelho tem sido chacoalhada, pois os que a deveriam ostentar, são os primeiros a desonrá-la com seu mal testemunho.

Os cristãos primitivos se dispunham a pagar com a própria vida para que seu testemunho de fé fosse validado e o nome de Cristo fosse honrado.

Ao término do desfile chega o momento da dispersão. É hora de partir, levando a certeza de que todos deram o melhor de si. Alguns saem machucados, com os pés sangrando, com as forças exauridas. Mas todos saem alegres, esperançosos de que sua escola seja a campeã. Aprenderam a sublimar a dor enquanto desfilam. Ignoram o cansaço. Vencem os limites do seu corpo. Tudo pela alegria de ver sua escola se sagrando campeã. Mas no fim, chega a hora de tirar a fantasia, descer dos carros alegóricos, cuidar das feridas nos pés. Mesmo assim, ninguém reclama.

Todos estamos a caminho do fim do desfile. O momento da dispersão está chegando, quando deixaremos este corpo, nossa fantasia, e seremos saudados pela Eternidade. Que diremos nesta hora? Não haverá novos desfiles. Terá chegado o fim de nossa trajetória? Não! Será apenas o começo de uma nova fase existencial. Deixaremos nossas fantasias, para nos revestirmos de novas vestes celestiais. Falaremos como Paulo em sua carta de despedida a Timóteo:

“...o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm.4:6b-8).

Aproveitemos os instantes em que estamos na avenida desta vida, celebremos a verdadeira alegria, infelizmente ainda desconhecida por muitos foliões, e que não terminará em cinzas.

domingo, 6 de março de 2011

CARTA ABERTA DO REI MOMO ÀS IGREJAS


Gostaria de expressar minha gratidão por deixarem a cidade inteiramente entregue ao meu reinado. Acho que refugiar-se num retiro foi a melhor coisa que vocês poderiam fazer durante o período carnavalesco.

Estou muito à vontade. Não se preocupem com as almas perdidas, eu cuidarei de cada uma delas pessoalmente, garantindo-lhes muita folia, seguida de tristeza sem fim. Confetes sucedidos de cinzas, fantasias em vez de vestes de louvor, espírito abatido em vez de alegria perene.

Eu deveria condecorar vocês! Seus pastores são meus heróis. O que seria do carnaval se vocês continuassem por aqui, nos importunando, com suas igrejas abertas para receber meus súditos? Prefiro vê-las com as portas fechadas... assim, pelo menos, tenho a cidade inteira ao meu dispor.

Desejo que vocês se divirtam durante o retiro. Ouço dizer que alguns de vocês aproveitam para aprontar as suas... Já até liberei alguns enviados especiais para garantir certa medida de libertinagem lá.

Meninos... comportem-se! Ou pelo menos, finjam isso.

Às vezes penso que a diferença entre meus súditos e eles é que meus súditos tiram as máscaras durante o carnaval, eles não.

Parabenizem seus líderes! Muitos deles me desdenham, mas servem ao meu primo Mamom. Ou vocês nunca pararam pra pensar que é mais barato pular carnaval do que pagar por um retiro desses?

Ah... já ia me esquecendo. Agradeço também àqueles que montaram seus próprios blocos, segundo eles, com o propósito de evangelizar durante a minha festa. Bobos esses meninos! Eles têm mais de trezentos dias do ano para isso, mas preferem colocar o bloco na rua justamente quando ninguém está disposto a ouvi-los. Muitos deles aproveitam a boa justificativa pra matar saudade do mundo...

Tem uns chatos aqui que insistem em manter a igreja aberta, e ficam de plantão para atender aos foliões... Quem eles pensam que são? Ousam desafiar o meu reinado? Eles caminham pelas avenidas esboçando um olhar misericordioso e um sorriso discreto. Agem como se fossem agentes secretos de outro reino invadindo meu domínio. Preciso tomar cuidado com esses, pois são perigosos, subversivos e extremamente nocivos.

sexta-feira, 4 de março de 2011

UM PASTOR COMPETENTE, QUEM O ACHARÁ?


O trabalho pastoral não é difícil. Tenho que anunciar uma mensagem que não é minha, utilizar uma palavra que não é minha e apresentar uma vontade que não é minha. Quando anuncio o Evangelho, que é de Deus, eu sei que o ministério de Jesus é o exemplo a ser seguido. Quando utilizo a Palavra, que é de Deus, eu sei que não preciso “inventar moda”. Quando invoco o poder, que é de Deus, eu sei que a minha vontade não precisa ser publicada.

O trabalho pastoral não é difícil. Basta conhecer os principais fundamentos da missão. Parece simples demais? Mas é mesmo! Vejamos: enquanto pastor, eu devo conduzir homens e mulheres aos pastos verdejantes e às águas límpidas e tranqüilas, para que lá saciem a fome e matem a sede. Eu conduzo, mas Deus dá o pasto e a água.

Mas então, por que ainda erramos? Afinal, se o trabalho é tão simples, por que temos a sensação de que poderia ter sido melhor? Eis a resposta: muitas vezes saio do trivial em busca de emoções pautadas pela minha própria vontade, e as minhas idiossincrasias passam a ser vistas como “sonhos de Deus”. Agir assim é um passo para a incompetência.

Diariamente corremos o risco de nos tornarmos pastores incompetentes. Você sabia disso?

Serei um pastor incompetente se render-me às exigências de um mercado religioso que me obriga a empanzinar as ovelhas com novidades espirituais geradas pela conveniência humana, ao invés de tratá-las com a simplicidade e coerência do pasto criado pessoalmente por Deus. Isto é incompetência.

Serei um pastor incompetente se me deixar subjugar pelas cobranças de um ministério messiânico, onde devo ter resposta para todas as dúvidas, resoluções para todos os problemas, mensagens para todos os encontros, tempo para todas as visitas, dinheiro para todas as literaturas e congressos, sorriso para todos os momentos e disposição para todos os “happy hours” da fé. E, além disso, jamais poderei ser assertivo (proibido dizer “não”). Isto é incompetência.

Serei um pastor incompetente se me permitir acreditar que sou o dono da verdade. Um pastor que insiste em manter a sua “verdade” a qualquer custo gera um processo cancerígeno em sua comunidade. Se não há paz em um ministério pastoral, não será a verificação de teses e procedimentos que trará de volta a segurança ministerial. Nem sempre um pastor deixa uma igreja por estar errado, mas um pastor sempre estará errado ao insistir ficar onde já não há mais lugar para a sua “verdade”. Isto é incompetência.

Serei um pastor incompetente se ceder aos infames convites de “multiplicação compulsória do reino de Deus”. O pastor que se rende aos delírios de grupos sectários demonstra que a sua carência e auto-estima chegou ao menor nível possível. A igreja se torna a “Porta da Esperança” com ovelhas “cabos eleitorais”, como se ter gente ao seu lado pudesse ser a prova de que dividir uma igreja faz parte da vontade de Deus. Isto é incompetência.

Não quero ser um pastor incompetente. Não quero me render ao mercado religioso e fingir ter o segredo de todas as fórmulas de crescimento e sucesso. Quero ser eu mesmo. Quero lutar para eliminar os meus erros, aprimorar as minhas boas qualidades, viver a realidade na qual o meu Senhor me colocou. Quero ser competente.

Não quero ser um pastor incompetente. Não quero deixar que me façam acreditar que posso ser o Messias. Não sou o responsável por todas as tarefas da igreja. Quero ser eu mesmo. Quero lutar para eliminar a falta de coragem, para delegar aos servos de Deus a sua parte no empreendimento e para realizar o trabalho que pulsa forte em minhas veias. Quero ser competente.

Um dia entrei em crise! Precisava decidir entre ser um pastor incompetente (e lançar mão de todas as estratégias possíveis e impossíveis para fazer “meu” ministério crescer), ou ser um pastor competente (e ter coragem de utilizar as ferramentas e oportunidades dadas por Deus, sempre em obediência e submissão a Sua tão conhecida ética comportamental e relacional). Em meio à crise fui surpreendido pelas palavras de um amigo distante que, apesar de não o ter conhecido pessoalmente, me fez perceber a importância de suas palavras ao meu ministério:

“...pastoreie o rebanho de Deus que está aos teus cuidados. Olhe por ele, não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer. Não faça isso por ganância, mas com o desejo de servir. Não aja como dominador dos que a ti foram confiados, mas seja um exemplo para o rebanho. Quando se manifestar o Supremo Pastor, tu receberás a imperecível coroa da glória” 1 Pe 5.2-4.