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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

David e Jônatas de casinho em revista da Assembléia de Deus.

O ensino satânico difundido por certos grupos interessados em subverter a Verdade bíblica em prol das suas próprias concupiscências dando conta de que Jônatas e David viveram uma relação homossexual não é novidade. Volta e meia vemos esta “propaganda” ativista nos mais variados meios de imprensa e na internet.

Contudo, nunca se imaginaria que tal ensino fosse ser difundido em uma Assembleia de Deus! Tanto mais de forma tão subliminar, maliciosa, sorrateira...



Pois foi assim, em um inocente jogo de palavras cruzadas em uma revista de um ministério da Assembleia de Deus, liderado por um pastor parente de Silas Malafaia que a mentira foi ventilada mais uma vez. 

A denuncia foi feita por um leitor estarrecido da referida revista e que a enviou a um blogueiro quixotesco, quase sempre equivocado, Júlio Severo, a quem sou por ética obrigado a dar o crédito, pois desta feita, em aparente milagre bissexto, denunciou, com propriedade, diga-se, a malicia desta farsa. 

A seguir, a imagem da revista. Tanto nas cruzadas, como na resposta oficial, a revista defende a ideia de que Jônatas e David eram amantes e gays: 



Questão: "David e Jônatas eram gays?"


Responde: Alan Brizotti


A amizade é um dos aspectos mais subestimados da espiritualidade. Vivemos na era dos conteúdos esvaziados, dias onde tudo é marcado pela penumbra da suspeita. Os relacionamentos são marcados por pitadas de maldade. Não são poucos os que lêem o texto sobre a amizade entre Jônatas e Davi e acreditam numa provável relação homossexual entre eles. O que me intriga é que, geralmente não se valoriza o que a Bíblia diz (principalmente quando ela é normativa em questões de relacionamentos), contudo, buscam-se desesperadamente textos bíblicos que legitimem as práticas homossexuais. Então, valoriza-se a Bíblia ou não?


A raiz dessa problemática está na abismal incapacidade do homem pós-moderno em manter amizades leais, a incapacidade de pertencer. Não é por acaso que os psicólogos e psiquiatras estejam sendo vistos como “amigos profissionais”. É a tragédia da amizade descartável, uma espécie de relação utilitarista e monetária que, movida pela estética do fingimento, termina quando o dinheiro (ou o prazer) acaba. Um provérbio italiano diz: “Amizade que termina, nunca começou”. Eugene Peterson diz: “um Jônatas faz acontecer um Davi”.


O amor que a Bíblia define na relação de Jônatas e Davi vai muito além da famigerada “opção sexual” – é uma forma de santidade. No texto bíblico de I Samuel 20. 42, Jônatas diz a Davi: “O Senhor seja testemunha entre mim e ti”, esse amor torna a experiência humana em algo santo. Essa amizade permitiu um milagre: de maneira radicalmente oposta a seu pai, Saul, Jônatas discerniu a presença de Deus em Davi. A amizade de Jônatas conseguiu enraizar-se na alma de Davi de uma forma que o ódio de Saul jamais conseguiu. Foi uma amizade baseada no “vínculo da paz”.



O fator Jônatas é a aliança, o pacto, o “amor de almas”, que cria vínculos na sociedade dos solitários. Muitos pactos de amizade – o fator Jônatas – ainda são vividos nas atuais “cortes de Saul” que se tornaram alguns casamentos, postos de trabalho, famílias, igrejas, lugares que vivem em condições hostis a esse tipo de propósito. Entretanto, a vitória está na permanência da aliança e não na vulnerabilidade das circunstâncias e opiniões.


No mesmo texto, I Samuel 20. 42, Jônatas diz a Davi: “Vai-te em paz”: uma amizade libertadora, não opressiva, digna do amor que permite ao outro a potencialidade de suas asas. Não vejo qualquer conotação homossexual entre Jônatas e Davi – nenhuma tentativa “romanceada” de sexualizar, erotizar ou “casar” esses dois corações. O que há é uma abençoada convergência de admiração mútua. Um perfeito pacto de vida. Um amor que poucos – homossexuais ou heterossexuais – descobriram.


Você já encontrou Amizade igual a de Jônatas ?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

INFELIZMENTE É A REALIDADE DE MUITOS

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O FIM...

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EVANGELISMO...

OBTENDO VITÓRIA NO LOUVOR!

O louvor é uma expressão de júbilo do povo de Deus tanto nos momentos de profusa alegria como no vale da dor mais atroz. Jesus, estando com sua alma angustiada, na noite em que foi traído, depois de celebrar a ceia com seus discípulos, no cenáculo, cantou um hino e saiu para o monte das Oliveiras, onde travou uma luta de sangrento suor e derramou lágrimas, na mais titânica batalha da humanidade. Paulo e Silas cantaram na prisão, à meia noite, com seus pés presos no tronco e com seus corpos ensanguentados. O patriarca Jó, mesmo esmagado pela dor avassaladora da morte de seus dez filhos, num único acidente, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus. Mais tarde chegou a dizer que Deus inspira canções de louvor nas noites escuras.


Queremos examinar o assunto em tela, examinando a passagem de 2 Crônicas capítulo 20. Josafá, rei de Judá, homem piedoso e temente a Deus foi entrincheirado por três nações inimigas: Edom, Amom e Moabe. Esses inimigos entraram em acordo para atacar Jerusalém. A cidade de Davi estava cercada. Os adversários já estavam posicionados, estrategicamente, às margens do Mar Morto, muito próximo de Jerusalém. A notícia chegou ao rei de Judá numa hora em que não se tinha tempo suficiente para esboçar qualquer reação àquele grande exército invasor. Nesse momento, Josafá teve medo. Sabia que era uma causa humanamente perdida. Sabia que o tempo conspirava contra ele. Sabia que seus recursos eram insuficientes para entrar naquela peleja. Em vez de desesperar-se, porém, Josafá pôs-se a buscar o Senhor, e decretou um jejum em todo a Judá e conclamou o povo a orar. O próprio rei confessou não saber o que fazer, mas reafirmou sua confiança em Deus, quando disse: “os nossos olhos estão postos em ti”.


Quando o povo clama a Deus, a resposta vem e vem trazendo orientação segura. O povo não deveria temer. Deus lutaria por ele. A vitória não viria do braço da carne nem da estratégia militar. Deus mesmo desbarataria seus inimigos e lhes daria retumbante vitória. Surpreendentemente, Deus ordenou que se ordenasse cantores que, fossem à frente do exército, cantando louvores ao Senhor, em voz alta sobremaneira. A vitória viria não pela espada, mas pelo louvor. Viria não pelo combate, mas pela adoração. Diz a Escritura que, tendo eles começado a cantar e a dar louvores a Deus, o Senhor pôs emboscada contra os inimigos e eles foram desbaratados. A vitória não veio como resultado da batalha, mas como consequência do louvor.


O louvor não é apenas arma de guerra, mas o brado do triunfo. O louvor não é apenas consequência da vitória, mas, sobretudo, a causa da vitória. Não devemos louvar a Deus apenas depois que o inimigo foi derrotado, mas devemos louvar para que o inimigo seja derrotado. Não devemos louvar apenas porque o sol está brilhando, mas devemos louvar mesmo nas noites escuras. Não devemos louvar apenas depois que a tempestade se foi, mas louvar para que ela se vá. O louvor é uma expressão de confiança inabalável de que Deus está no controle da situação, mesmo que nós já tenhamos perdido o controle. O louvor é a manifestação de nossa alegria em Deus, mesmo que as circunstâncias à nossa volta conspirem contra nós. O louvor não é apenas um sentimento ou uma emoção, mas uma atitude de descansar em Deus e exultar em sua bondosa providência.


Quando o povo de Israel chegou no acampamento do inimigo, o vale da ameaça, encontraram seus adversários mortos e o acampamento repleto de ricos despojos. O vale da ameaça foi chamado de “vale da bênção”. O lugar do perigo, tornou-se o território da vitória. O ambiente de apreensão e medo, transformou-se no palco da celebração. A arena da espoliação, converteu-se em campo fértil da provisão. Aquilo que apontava para a morte irremediável, transformou-se no cenário mais eloquente da vida. O louvor ainda hoje nos coloca acima dos problemas e mais perto daquele que está assentado na sala de comando do universo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

UM ANO MELHOR

Não é a “virada” do ano que tem o “toque de Midas” capaz de transformar a poeira do ano passado no ouro do ano novo. Nenhum ano é velho ou novo, é apenas a sucessão das estações – quem envelhece, ou não, somos nós! Como um rapaz escreveu num cartaz, “seja a mudança”.

Quero refletir sobre algumas resoluções para um ano melhor:

1. Transforme o passado em memória, não em cárcere

O texto de Eclesiastes, em suas inúmeras versões, preserva a seguinte frase: “Deus pede conta do que passou”; ou “Deus investigará o passado”. Deus também é o Deus do ontem! Mário Quintana disse algo muito sério: “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente”. Não há como fugir do passado. Muitos gostariam de encontrar uma espécie de “lata de lixo existencial na história” onde pudessem jogar o passado – o problema é que teriam de ir junto!

O mesmo Mário Quintana foi ainda mais longe: “O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro”. O que somos é a mistura do que fomos com o que tentamos ser!

Precisamos aprender a curar as memórias para que o passado não se transforme em prisão. Só se cura o passado mergulhando na Palavra, pois nela encontramos os remédios da alma (Sl. 90. 12).

2. Faça a matemática da vida: menos reclamação mais reflexão é igual a crescimento

Uma frase escrita no pára-choque de um caminhão serve bem para ilustrar o que quero dizer: “Se chiar resolvesse, sal de frutas não morria afogado”.

A reclamação é uma enfermidade da alma. Causa dor na vida. Gera ranço na estrutura dos afetos. Enruga a face do amor. Reclamação é semelhante a regar um jardim com soda cáustica – vai gerar morte ao invés de vida.

Carecemos de equilíbrio: reclamar de tudo é adoecedor. “Há tempo para tudo”: essa frase deveria estar anexada em todos os quartos da nossa alma. O povo de Israel é marcado, nas páginas do AT por uma palavra: “Murmuração”. O termo hebraico utilizado tem o sentido de uma memória teimosa que insiste em reviver os fatos que machucaram a alma.

Faça a matemática da vida: nesse caso, menos vai ser sempre mais!

3. Viva para a glória de Deus

Irineu dizia que “a glória de Deus é um homem cheio de vida”. Deus é Deus de vivos! Acredite no Deus que nos ajuda a viver. Chame Deus para dentro do seu quarto de mudanças e acredite, Ele o ajudará no processo doloroso das transformações.

Charles Chaplin dizia que a coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina: na morte. Deveria ser ao contrário. Ele disse que “nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo”.

Stanislaw Jerzy Lec disse algo muito provocante: "tantas pessoas vivem numa rotina tão exata, que é difícil de acreditar que elas vivem pela primeira vez." A rotina é a mãe do tédio e a sogra do cansaço.

Viva para a glória de Deus. Viva para marcar a história. Viva para que as memórias sejam testemunhos do que realmente valeu à pena. Viva para que o mundo veja que em Cristo a vida é uma história de amor.

Charles Chaplin: escreveu um texto sobre a vida que gostaria muito que você guardasse em sua alma:

Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, Já fiz amigos eternos, já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, Já fui amado e não soube amar. Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, Já liguei só pra escutar uma voz, Já me apaixonei por um sorriso, Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... Tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)! Mas sobrevivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... E você também não deveria passar. Viva!!! Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e A VIDA É MUITO para ser insignificante.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CONSELHOS PARA 2012

Provérbios 11,14 diz: “Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança”, então segue 12 conselhos abençoados.

1) Guarde o seu coração – O diabo tem preparadas ciladas para entristecer seu coração logo no início do ano, talvez até na noite de ceia em que estiver com sua família. Não deixe que nada roube sua paz, sua saúde, sua alegria. Guarde, proteja, construa fortificações para que nada entre em seu coração. Declare: Em 2012 meu coração será fonte de alegria.

2) Afaste da sua boca palavras perversas – Não empreste sua boca para palavras que não irão edificar. Não fale palavras pesadas para seu filho, amigo, cônjuge. Há poder nas palavras e elas podem decidir muitas coisas. Preste atenção e cuide para que sua boca seja usada para abençoar.

3) Seja rápido para perdoar, rápido para reconhecer suas faltas e tardio para ficar ofendido – Não carregue no teu coração quem te magoou, porque quem sofre é você. Quando você não perdoa, você fica carregando a pessoa para onde você for. É um peso que só te traz infelicidade. Libere esta carga! Esqueça o passado. Seja rápido para reconhecer onde errou, para ver seus próprios defeitos antes de culpar alguém.

4) Aproveite as experiências de 2011 – Evite errar nas mesmas situações. Se você escorregou em uma casca de banana, evite-a. Aprenda com aquilo que foi negativo e não caia novamente. Fique atento e não queira de novo incorrer no mesmo erro achando que agora vai ser diferente. Deus tem coisas novas.

5) Olhe para a frente – Não importa o que aconteceu em 2011, as frustrações, os problemas, as lutas… Olhe para o que virá! Não perca tempo com as coisas do passado e focalize o futuro. Para que carregar com você as experiências ruins. O segredo dos que triunfam é sempre recomeçar.

6) Não seja invejoso – Aprenda a dormir e ter os seus próprios sonhos. Não queira o sonho do outro. Tenha cuidado de ti mesmo, não deseje viver a vida do outro. Cuida da sua vida, dos seus interesses, dos seus projetos, dos seus sonhos. Tenha tempo para você e deixe o outro viver a vida dele. O mesmo Deus que o abençoa, te abençoa também. Lute pelo seu ideal e pelos seus sonhos.

7) Aprecie a vida – Sorria quando for o caso. Não tenha vergonha de ser feliz. Saboreie o alimento. Tenha tempo para beijar e abraçar seus filhos, seu cônjuge. Fale uma palavra de carinho. Glorifique a Deus, tenha liberdade de louvar ao Senhor. Viva a vida em sua plenitude!

8) Pense coisas boas – Não tenha pensamentos negativos, pessimistas. Não fique dizendo que as coisas não vão mudar, que no novo ano tudo vai continuar igual. Siga conselho da carta aos Filipenses 4.8: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

9) Valorize os seus relacionamentos – Cuide de suas amizades. Se aos 70 anos, quando a Bíblia diz que tudo é enfado, você puder contar nos cinco dedos de uma mão os seus amigos, você será uma pessoa feliz. Mulheres, existem dois momentos em que não se deve brigar com seu marido: na hora que ele sai de casa, para que não fique feliz por estar saindo, e na hora que chega em casa, para que não se arrependa de ter voltado. Preze seus relacionamentos de amizade e conjugais.

10) Aceite a vontade de Deus – Ele trabalha em uma esfera maior que a nossa. Enquanto a gene só consegue enxergar até a curva, Deus vê a estrada toda. Quando for orar tenha coragem e diga: seja feita a tua vontade. Deus sempre tem o melhor para nós.

11) Confie em Deus acima de tudo – Cremos que 2012 será um ano de vitórias, porém, toda vitória vem após lutas e desafios. Não desanime, nem desista diante das dificuldades. Deus está no controle. Em Jeremias 33.3 diz: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.”

12) Aceite os desafios de Deus – Deus acredita no seu potencial. Ele acredita em você. Ele aposta em você. Veja a história de Jó. Não foi o diabo quem pediu pra Deus olhar as atitudes de Jó, mas Deus que disse: Olha o meu servo Jó… Isto porque Deus apostava tudo sobre ele. Em 2012 muitos desafios virão, mas se desistir de pelejar não terá uma única vitória!
by P.S.F.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

COMO ESTABELECER METAS PARA 2012

O mundo corporativo já entrou em contagem regressiva, faltando menos de uma semana para as festas de final de ano. Grande parte das empresas costuma programar férias coletivas neste período, época em que quase nada se decide no campo dos negócios. Apesar do marasmo, aproveite para definir os principais objetivos a você e sua equipe para o próximo ano.

Praticamente todas as firmas utilizam metas para medir o desempenho de departamentos e colaboradores, independentemente do nível hierárquico e função. Ao topo da pirâmide temas mais abrangentes, estratégicos e de longo prazo. Já para a base, ações táticas e de curto prazo. Operacionalizá-las é função do corpo gerencial, localizados no meio da figura.

Apesar de simples, estabelecê-las esconde alguns segredos. Objetivos inalcançáveis, prazos exíguos, escopo amplo ou impossibilidade de medi-las podem desmotivar os colaboradores. Aprecio a técnica SMART, a qual menciona que as metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, realistas e tangíveis, já traduzidas para o português. Vejamos.

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Específicas: aumentar o market share, reduzir a inadimplência ou penetrar um novo mercado são metas interessantes, porém muito gerais. Para torná-las menos genéricas é necessário um maior nível de detalhamento. Conquistar dois pontos de market share no mercado carioca, através da penetração na classe A da zona sul , por exemplo, seria algo bem mais específico.
Mensurável: ainda na mesma linha, é necessário medir os dois pontos de market share obtidos, sejam eles em unidades físicas, monetárias ou margens de contribuição. Caso contrário, um vendedor poderia conquistá-lo oferecendo grandes descontos, comprometendo a lucratividade.
Atingível: imagine um novo entrante no setor de bebidas, cuja meta seja obter metade do mercado da Coca-Cola. Apesar de desafiadora é na prática inatingível, mesmo que pertença a um grupo com grande poderio financeiro. O feitiço neste caso virará contra o feiticeiro, arrefecendo os ânimos dos envolvidos num curto período de tempo.
Realista: algumas multinacionais têm sofrido deste mal após 2008. Com os mercados maduros em queda, executivos globais recorrem aos emergentes para cobri-los. É comum aplicar taxas de crescimento chinesas à filiais brasileiras, ao mesmo tempo em que se solicitam margens de lucro cada vez mais elevadas. São as conhecidas metas para inglês ver.
Tangíveis: aqui entra o critério tempo, em meu ponto de vista o corolário de todos os anteriores. Um prazo muito curto pode desmotivar os envolvidos pela impossibilidade de cumprimento, enquanto sua falta pode levar a acomodação. O governo brasileiro é mestre neste quesito, aplicando-os em suas duas vertentes.
Em minha experiência pude verificar que alguns gestores têm dificuldade em utilizar o critério SMART, criando metas muito amplas, fracas ou inatingíveis, as quais não contribuem para o resultado da empresa. Sugiro que comece aplicando-o ainda neste ano, revisando as metas estabelecidas. Talvez seja um bom programa aos que ficarão de castigo, nesta época de telefones mudos. by M.M.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

TUDO EXPLICADO, O PORQUE DOS ATAQUES AOS PENTECOSTAIS!

Segue abaixo a reportagem do Fernando Oliveira com a página Na TV no portal do IG explicando todo o desespero da Rede Record e consecutivamente dos Bispos da Igreja Universal, Parabéns Fernando!


RECORD VÊ SBT RECUPERAR O SEGUNDO LUGAR DE AUDIÊNCIA E ATRAVESSA MOMENTO TENSO NOS BASTIDORES


2011 foi um ano difícil para a Record. Antes consolidada na vice-liderança de audiência, a emissora viu o SBT ultrapassá-la novamente em alguns horários. Nos primeiros 15 dias deste mês, por exemplo, a emissora de Silvio Santos ficou à frente da concorrente. Segundo dados do Ibope, nesse período o SBT registrou 4,96 pontos de média medida durante as 24 horas de cada dia, contra 4,90 registrados pela Record. Se comparado com dezembro do ano passado, a inversão se mostra clara. Em 2010, o canal de Edir Macedo ficou à frente do rival, vencendo por 5,53 pontos contra 4,58. No mês passado, a Record se deu melhor, mas por uma diferença mínima: 5,22 pontos contra 5,16.
Muito do crescimento do SBT pode ser atribuído a estreia de enlatados como a novela mexicana“Marimar”, a reprises como “Chaves” e “Amigas e Rivais”, e atrações como “Bom Dia & Cia.”, que normalmente ocupam o segundo lugar no ranking. As últimas tentativas da Record de combater a rival foram frustradas. O folhetim estrelado por Thalia, por exemplo, já mandou de volta para a gaveta a minissérie “A História de Ester”, que ficou no ar por apenas três dias, e também uma aposta inédita,“Marcas da Vida”, que não alcançou nem um mês de existência. Outro fator que não pode ser descartado é a volatilidade da grade de programação. Conforme a coluna apontou, somente a novela“Rebelde” já mudou de horário 10 vezes. A instabilidade derrubou até mesmo o novo diretor artístico da emissora, que não completou um ano no cargo. Mafran Dutra foi chamado para reassumir o posto.
Nos últimos meses o clima nos bastidores também não é dos mais amenos. Boa parte dos funcionários foi proibida de fazer hora extra e teve os rendimentos diminuídos. A emissora chegou a oferecer compensações como aumentar o vale-refeição, mas fontes ouvidas pela coluna afirmam que os benefícios não superam as perdas. Da mesma maneira, produções sofreram com cortes de custos e de pessoal. Na semana passada, no Rio de Janeiro, por exemplo, 10 jornalistas foram demitidos. Setores como o de transportes foram terceirizados.
As mudanças começarão a refletir também na programação da emissora. Esta semana, a Record resolveu acabar com todas as edições locais do “Hoje em Dia”, uma maneira de se preparar para enfrentar a nova atração de Fátima Bernardes, que a Globo estreia no próximo ano. À boca pequena, comenta-se que foi uma maneira de enxugar os gastos. Assim como a permanência de “O Aprendiz” é incerteza na grade de 2012, o reality “Extreme Makeover Social”, de Christiana Arcangeli também não tem garantia de que ganhará uma nova leva de episódios.
Mas nem tudo é crise. O canal já tem confirmadas algumas atrações. Além do reality show“Amazônia”, que estreia no dia 8 de janeiro, já está garantida a produção de “A Fazenda 5″.“Máscaras”, novela escrita por Lauro César Muniz, e a segunda temporada de “Rebelde” são certezas. Apesar dos rumores de que Ana Hickmann voltará para o “Hoje em Dia”, nos bastidores a hipótese está descartada. Por enquanto, o “Tudo É Possível” segue aos domingos com o mesmo problema deste ano: achar um grande patrocinador que cubra seus custos, considerados caros. Chama atenção o fato de que parte dos planos para o próximo ano parecem indefinidos. Entre alguns funcionários o comentário é que os bispos que trabalham em altos cargos no canal se isolaram para um jejum de 21 dias. Se quiser manter a vice-liderança, a Record precisa se mexer.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

10 MANEIRAS DE IDENTIFICAR UM FARISEU

No meio cristão é usual associarmos a hipocrisia com o que chamamos “fariseu”, já que era Jesus quem denunciava-os publicamente dessa forma, sem se importar com a influência política que esses líderes religiosos da época tinham, a ponto de poderem conseguir penas capitais através do Estado dominante - no caso, Roma – como a crucificação, por exemplo. Fariseus tinham apoio público para seus atos, inquestionáveis, e exerciam a posição mais poderosa deste mundo: ministravam diretamente ao Deus Altíssimo, criador dos Universos.

Mas a pergunta que não quer calar é: você é um fariseu? Tem tendências a isso? Será?

1. Boas intenções originais justificando atos ruins
A seita dos fariseus surgiu em uma época anterior ao nascimento de Cristo, na época dos Macabeus – vide livros apócrifos na bíblia católica – quando a influência da religião helênica romana começava a trazer elementos à religião judaica (como o uso de imagens representando deuses) que descaracterizaram a Lei Mosaica, patrimônio nacional. Defender a manutenção dos valores da Lei era, além de apologia religiosa, garantia de que o Judaísmo não seria contaminado com abominações como a Idolatria.

Essa luta apologética pela preservação das Escrituras foi o marco inicial do grupo. Não demorou muito para que essa seita, que migrou para partido político, começasse a abandonar a força original, já que a liderança era passada de pai para filho, e os mesmo nem sempre tinham a mesma perseverança de seus antepassados, mas usando do prestígio do passado para se manter a frente, no poder.

2. A organização em nome de Deus é mais importante que Deus.
Jesus denunciou isso sistematicamente, não respeitando líderes daquele grupo por serem gente bem colocada socialmente. O mestre pedia contas a eles pelas responsabilidades que tinham em mãos, questionando a postura egocêntrica quando usavam de suas posições para beneficiar-se. O uso de retóricas religiosas para justificar atos perversos, e a incorporação desses atos como regras a serem usadas em benefício próprio, mesmo quando isso não é compatível com os preceitos no qual, originalmente, se propôs quando ingressou na organização é típicamente farisáica. A tradição de um sistema, mesmo que claramente perverso, para um fariseu, é mais importante do que a religião defende.

3. Não existir policiamento para quem faz policiamento é uma benção
Um dos detalhes que mais aborreciam o Mestre era o fato dos fariseus “aperfeiçoavam” cada vez mais as Leis e não às cumpriam.
Era comum entre os “rabinos” a discussão sobre determinados pontos da lei, como por exemplo, o cumprimento do sábado sagrado: Se um discípulo, quando questionado sobre quanto se pode caminhar em um Sabath respondesse 10 quilômetros , e outro 2 quilômetros, aquele que deu uma margem mais “dura” era tido como um bom discípulo, enquanto o que dava uma distância menor era tido como “liberal”, um “abolicionista da Lei”. Jesus acusava-os de inventar preceitos rígidos, fardos pesados, para cobrar dos outros o cumprimento, mas nem de longe cumpriam. Uma regra mais justa é melhor elaborada quando o próprio policiamento se policia. Isso pareceria muito mais com misericórdia, sentir a dor alheia.

4. Inventar regras para evitar debates:
A interpretação da Lei com textos fora de contexto - assim como fazem com a Graça hoje – muitas vezes foi artifício montado para evitar questionamentos de mentes mais ávidas. Jesus questionou essa postura e - sendo conhecedor da Lei( que Ele mesmo criou) – não dava brecha para esse tipo de invenção. O messias, não saindo do contexto e não estando atado a proteção de nenhuma organização religiosa, explanava as reais razões e motivações que originavam a criação da Lei. O Legalismo ainda hoje é uma forma eficaz de calar bocas, embora não passe de falácia.

5. Máscaras
A aparência na vida de um fariseu é primordial. Diferente de um político – que necessita da projeção para ganhar votos – o religioso, que tinha seu cargo assegurado por ser de descendência, exige que os lugares de honra, assim como exige que os que vivem a sua volta o tenham como uma espécie de ser sagrado, o que Jesus nunca fez.


6. Em nome da proteção da Lei, ele quebrará a Lei.
Está escrito “Não matarás”, “Não dará falso testemunho”, mas para calar a boca de Deus, os fariseus ignoram fatos e quebram o Mandamento, não explicitamente, mas com a desculpa de que, na verdade, estão destruindo o inimigo da Lei. Pregadores da Justiça cometendo injustiças para que a suposta Justiça prevaleça.

7. Fariseus perdem o foco sempre que sua teologia é confrontada.
Kemuridama é um artificio ninja para escapar de determinados confrontos, uma pequena explosão de fumaça que oculta a fuga do guerreiro. Jesus – e mesmo o apóstolo Paulo – usou a “ressurreição” como kemuridama quando estava entre fariseus e saduceus, grupos de pensamento contrário sobre o assunto, deixando de ser o foco de ataque, deixando que se engalfinhassem com suas infrutíferas discussões sobre o sexo dos anjos.
Paulo conhecia o artifício tão bem que alertou contra ele, quando soube que haviam alguns assumindo linhas “teológicas” de Apolo, Pedro ou Paulo. “estaria Jesus dividido?”. Ainda pode-se ver hoje discussões acaloradas sobre a compreensão adotada (vide Calvinismo x Arminianismo).

8. Seguir a Lei só quando é conveniente.
Por tradição, o filho do sacerdote do templo deveria assumir o sacerdócio e cumprir toda a Lei. Na época de Jesus, o sacerdote herdeiro não estava no templo, mas no deserto, não tinha vestes sacerdotais, mas pele de camelo, substitui a alimentação levítica por gafanhotos e mel. João Batista era filho de Zacarias, mas quem estava no comando dos “negócios” do templo era dois parentes, Anás e Caifás, genro e sogro. Se houvesse zelo como defendiam aqueles fariseus, certamente não assumiriam a posição que não lhes pertencia, nem quebraria a preciosa tradição, já que existe apenas um sumo-sacerdote, e não dois, intercalando-se ano a ano. A necessidade de projeção social fez com que fizessem vistas grossas àquela situação óbvia, e ignorar a Lei aqui seria prejudicial.
Muitas igrejas mantém regras obviamente erradas para manter em beneficio aqueles que a criaram, apesar de serem nitidamente injustas e incondizentes com o Cristianismo que buscam defender.

9. Por trás da aura angelical, ira belicosa.
Todo fariseu posta certo ar de equilíbrio quase zen-budista. Isso dá segurança aos que veem como referência espiritual. Isso é uma arte Alguns exageram, ficam com trejeitos estranhos, esquisitisses. Na intimidade, são pessoas comuns, até agressivas, e algumas até perversas. Isso é comum quando a necessidade da aparência suplanta a necessidade intima de conversão.

10. Mentiras em nome de Deus
Um fariseu conhece a Palavra, isso é fato. Somando-se a sua aparência de legítima santidade e o reconhecimento público de suas insignias, uma mentira ou outra, usadas por “causa justa” jamais serão questionadas. Quem, em sã consciência questionaria um servo de Deus e correr o risco de ser fulminado pelos céus por petição desse servo?
Mentiras ajudam a manter o rebanho, reforçam verdades universais com pequenas distorções benéficas aos cofres, colaborando na manutenção e expansão do reino (com letra minúscula mesmo).
É a forma mais rápida de se atuar em nome de Deus quando o Espírito não tem mais vez nas escolhas da comunidade.
by Z.L.

sábado, 10 de dezembro de 2011

PLC 122 tem final adiado para 2012




Ativistas da causa homossexual e grupos religiosos acompanharam com interesse, e, em muitos momentos, com aplausos e vaias, debate na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quinta-feira (8), sobre o projeto de lei da Câmara (PLC 122/2006) que criminaliza a homofobia. A pedido da relatora, senadora Marta Suplicy (PT-SP), a proposta foi retirada da pauta de votações para reexame, na tentativa de se buscar um entendimento entre as correntes favoráveis e contrárias ao projeto.

O clima tenso no evento não inviabilizou, entretanto, uma conversa cordial entre o senador Magno Malta (PR-ES) - crítico do PLC 122/2006 - e o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis. De um lado, Magno Malta reiterava que a ninguém é dado o direito de ser intolerante contra quem quer que seja, incluindo homossexuais e religiosos. Do outro, Toni Reis defendia a busca por um texto de convergência, baseado no respeito, e não na agressividade.

Marta Suplicy decidiu adiar a votação do projeto - provavelmente para 2012 - para não correr o risco de vê-lo derrubado em caso de empate de votos. Autora de substitutivo ao PLC 122/2006, ela se disse convencida de que é necessária uma lei específica para combater a homofobia e que seu texto deve coibir, de forma clara, o preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Substitutivo

Ainda segundo a relatora, alguns pontos de seu substitutivo já foram negociados com representantes evangélicos e católicos. Com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Marta Suplicy ajustou termos de um artigo (3º) para não seja considerada crime "a manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, crença e religião". Já com o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado à Igreja Universal, reformulou artigo (7º) que criminaliza a "indução à violência", ao retirar do texto as palavras "praticar" e "incitar". O artigo que estabelece pena de reclusão, de um a três anos, para quem induzir alguém a agir com violência por motivação de cunho sexual.


Manifestação

"Cada qual defende o que acredita, e nós precisamos respeitar isso". Foi com essas palavras que Magno Malta abriu sua manifestação contrária ao projeto. Depois de afirmar que a Constituição já considera crime descriminar qualquer pessoa, o senador protestou contra uma suposta tentativa de "requerer um direito, criminalizando quem não concorda com ele".

"Não podemos ser estigmatizados como homofóbicos. Queremos encontrar uma lei que preserve o nosso direito de discordar", apelou em seguida Marcelo Crivella, sustentando que, "apesar de considerarem o homossexualismo um pecado, os evangélicos sempre vão tratar as pessoas com essa orientação sexual com carinho, distinção e respeito em suas igrejas".

A senadora Marinor Brito (PSOL-PA) disse acreditar que a maioria da população não é homofóbica, o que não significa que o Estado não precise proteger os homossexuais contra a discriminação e a violência. Marinor Brito avalia que "o Estado brasileiro não garante ao cidadão com orientação sexual diferente o direito de ser respeitado". Na sua opinião, a criação de uma lei específica, como a Lei Maria da Penha (para coibir a violência contra a mulher) e o Estatuto da Igualdade Racial (contra o racismo), é necessária para fazer valer as garantias e os direitos já estabelecidos pela Constituição.


Entendimento

Ao contrário de Magno Malta, que vê o homossexualismo como uma escolha, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) ponderou que algumas correntes científicas admitem a hipótese de as pessoas já nascerem com essa condição. Desta forma, fez um apelo aos críticos ao PLC 122/2006 para admitirem essa tese e, assim, concordarem em criminalizar a homofobia.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) assinalou o esforço da relatora para elaborar um texto de consenso, mas acredita ser preciso avançar ainda mais no diálogo para "que a luta contra a intolerância não passe a idéia de que se está criando outra forma de intolerância".

A exemplo de Cristovam, o senador Sérgio Petecão (PMN-AC) pediu para não haver mais demora na votação do projeto - ele tramita há dez anos no Congresso - e se insurgiu contra um cartaz exibido por uma ativista com os dizeres "declare guerra a quem finge que te ama".

"Nós não precisamos declarar guerra a ninguém. O nosso propósito aqui é combater a homofobia e temos que ter a responsabilidade de encontrar um meio termo para resolver a questão", ponderou.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) considerou positivo esse espírito de busca de um entendimento em torno da matéria. E pediu que esse acordo leve em conta observação da CNBB de que não haja desrespeito a qualquer ser humano em nosso país.




Tem político, ativista gay, ONGs, telepastores vivendo disto. Ou melhor, só garantem alguma visibilidade em função desta novela. A estes, me parece que o negócio bom é esticar a "emoção" até as próximas eleições. Assim, se reelegem. Cada qual pelo seu eleitorado.
by Genizah

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

DEIXANDO DE OUVIR A VOZ DE DEUS E ESCUTANDO O DIABO



1. Não frequente a Igreja, mas quando for lá, procure algo para reclamar.

2. Se comparecer a qualquer atividade, encontre falhas no trabalho de quem está lutando pela obra de Deus, entretanto, sem indicar o caminho para corrigir as mesmas.

3. Nunca aceite incumbência, lembre-se de que é mais fácil criticar do que realizar.

4. Se os líderes pedirem a sua opinião sobre o assunto, responda que não tem nada a dizer. Depois, espalhe como deveriam ser as coisas.

5. Não faça mais do que somente o necessário. Porém, quando os líderes estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua Igreja está dominada por um grupinho.

6. Não leia os cartazes no mural da Igreja e muito menos ouça os avisos. Afirme que ambos não trazem nada de interessante, e, melhor ainda, diga que não os recebe regularmente.

7. Se for convidado para um departamento qualquer, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo: "Essa turma quer é ficar sempre nos mesmos cargos...".

8. Quando tiver divergência com um líder, procure com toda intensidade impor-se.

9. Coloque-se sempre na posição defensiva ou de ataque.

10. Sugira, insista e cobre a realização de cursos, palestras e novas programações. No entanto, quando a Igreja realizá-los, não se inscreva nem compareça.

11. Se tiver oportunidade de dar sugestões, não o faça. Se a liderança não adivinhar as suas idéias e pontos de vistas, critique e espalhe a todos que é sistematicamente ignorado.

12. Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões e todas as demais atividades, enfim, quando a Igreja morrer, estufe o peito e afirme com orgulho: Eu não disse?

Infelizmente muitos estão agindo desta maneira, se afastando das escrituras e principalmente da verdade que é Cristo, mas não podemos deixar esta influência crescer, temos que combater o bom combate e exortar, ensinar, edificar e consolar, mostrando que a luz sempre prevalecerá contra as trevas e que as pessoas que estejam ouvindo e conversando com diabo vejam e ouçam a voz de Deus através de nossas vidas para a Glória de Deus e vergonha do nosso inimigo. Então Guerreiros...avante!

domingo, 27 de novembro de 2011

HUMOR - ORIGEM DOS DEZ MANDAMENTOS



Deus perguntou aos Gregos:- Vocês querem um mandamento?

- Qual seria o mandamento, Senhor?
- Não matarás!
- Não, obrigado. Isso interromperia a nossa sequência de conquistas.

Então Deus perguntou aos Egípcios:
- Vocês querem um mandamento?

- Qual seria o mandamento?
- Não cometerás adultério!
- Não obrigado, isso arruinaria os nossos fins de semana!

Deus perguntou então aos Assírios:
- Vocês querem um mandamento?

- Qual seria o mandamento?
- Não roubarás!
- Não obrigado, isso arruinaria a nossa economia!

E assim, Deus foi perguntando a todos os povos, até chegar aos Judeus:

- Vocês querem um mandamento?
- Quanto custa?
- É de graça.
- Então manda dez.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Em crise, jornalismo da Record é usado pela Igreja Universal

Texto escrito pelo Jornalista Maurício Stycer para o portal UOL


Inteiramente reformulado nos últimos anos, o departamento de jornalismo da Record vive o seu pior momento neste final de 2011. Ao mesmo tempo em que o “Jornal da Record” contabiliza os seus números mais baixos de audiência no ano, outro noticiário da emissora, o “Domingo Espetacular”, se vê acusado de praticar mau jornalismo contra um grupo religioso concorrente da Igreja Universal.
Vice-líder no horário, o “Jornal da Record” caiu para terceiro, superado pelo SBT, ou viu o concorrente empatar no Ibope alguns dias em novembro. A audiência média do principal noticiário da emissora em outubro foi de 6,7 pontos, a mais baixo no ano.
O programa já trocou de horário inúmeras vezes em 2011. Em julho, deixou de concorrer com o “Jornal Nacional” e passou a ser exibido às 19h40. As mudanças decorrentes da passagem-relâmpago de Datena pela emissora e dos Jogos Pan-Americanos cobraram um preço alto. Desde então, a sua audiência vem caindo. Durante o Pan, o JR foi exibido excepcionalmente às 18h e depois dos Jogos voltou ao horário do primeiro semestre, começando às 20h30.
No esforço de recuperar a audiência perdida, o noticiário está dando mais ênfase a assuntos de comportamento e saúde, em detrimento de reportagens mais aprofundadas ou de investigação.


Mas o sinal mais eloqüente de que algo grave ocorre na Record foi a exibição, no domingo, 13, de uma reportagem de 39 minutos sobre um fenômeno religioso, encontrado em diferentes práticas neopentecostais, que o “Domingo Espetacular” ironizou chamando de “cai-cai”.
O apelido maldoso deve-se ao fato de que, tocados de leve por um pastor durante os cultos, os fiéis desfalecem, como que por mágica.
Na prática, a reportagem foi um ataque impiedoso aos pastores que fazem apologia desta prática, com o objetivo de alertar eventuais fiéis de que o “cai-cai” é, na verdade, charlatanismo ou obra do demônio. Contrariando uma regra elementar do bom jornalismo, a Record não ouviu nenhuma voz em defesa dos religiosos atacados ao longo dos intermináveis 39 minutos da matéria.
Dentro da emissora, o ataque ao “cair no espírito”, como também é conhecida a prática, foi visto como uma vitória de setores da Igreja Universal do Reino de Deus que defendem a utilização da Record no ataque aos adversários religiosos e, também, no esforço de recuperar o número de fiéis, que estaria em queda.
A reportagem exibida no “Domingo Espetacular”, de fato, contraria a essência de todo discurso sempre defendido pelos principais nomes da emissora nos últimos anos, de que existe uma separação total entre a IURD e a Record.
Este tem sido o tom das raras manifestações públicas tanto de Edir Macedo, fundador da igreja e presidente da emissora, quanto de seus principais executivos, como Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de programação, e Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo.
Procurada para comentar a reportagem do “Domingo Espetacular” e a queda da audiência do “Jornal da Record”, a emissora informou que a abordagem sobre o “cair no espírito” foi “jornalística” e que o telejornal sofre “oscilações” normais no Ibope, mas continua com vice-líder no horário.
Mas o sinal mais eloqüente de que algo grave ocorre na Record foi a exibição, no domingo, 13, de uma reportagem de 39 minutos sobre um fenômeno religioso, encontrado em diferentes práticas neopentecostais, que o “Domingo Espetacular” ironizou chamando de “cai-cai”.
O apelido maldoso deve-se ao fato de que, tocados de leve por um pastor durante os cultos, os fiéis desfalecem, como que por mágica.

Na prática, a reportagem foi um ataque impiedoso aos pastores que fazem apologia desta prática, com o objetivo de alertar eventuais fiéis de que o “cai-cai” é, na verdade, charlatanismo ou obra do demônio. Contrariando uma regra elementar do bom jornalismo, a Record não ouviu nenhuma voz em defesa dos religiosos atacados ao longo dos intermináveis 39 minutos da matéria.

Dentro da emissora, o ataque ao “cair no espírito”, como também é conhecida a prática, foi visto como uma vitória de setores da Igreja Universal do Reino de Deus que defendem a utilização da Record no ataque aos adversários religiosos e, também, no esforço de recuperar o número de fiéis, que estaria em queda.

A reportagem exibida no “Domingo Espetacular”, de fato, contraria a essência de todo discurso sempre defendido pelos principais nomes da emissora nos últimos anos, de que existe uma separação total entre a IURD e a Record.

Este tem sido o tom das raras manifestações públicas tanto de Edir Macedo, fundador da igreja e presidente da emissora, quanto de seus principais executivos, como Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de programação, e Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo.

Procurada para comentar a reportagem do “Domingo Espetacular” e a queda da audiência do “Jornal da Record”, a emissora informou que a abordagem sobre o “cair no espírito” foi “jornalística” e que o telejornal sofre “oscilações” normais no Ibope, mas continua com vice-líder no horário.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

UNIVERSAL E RECORD CUIDADO COM ELAS!!!

Assisti a reportagem exibida Domingo na Rede Record sobre o Cair no Poder e outras manifestações creditadas ao Espírito Santo e quero expressar o meu pensamento como Homem escolhido e ungido por Deus (apesar de alguns dizerem que não existe homens ungidos) e Pastor responsável por um Ministério que foi levantado na vontade e querer de Deus.
Particularmente eu não acredito no cair pelo poder da maneira que acontece, assim como a unção do riso, unção do Leão, unção do dente de ouro, unção do choro ou outros. Porém acredito que Deus trabalha da maneira que ele quer, da forma que ele quer e não conforme o homem acha ou quer, pois ele é Deus. Porém tem coisas que entram no senso do ridículo. Toda manifestação de Deus tem que ocorrer edificação, fortalecimento, renovação e principalmente mudança de vida.
Muitos podem citar sobre o Culto racional conforme escrito em Romanos, porém a fé de maneira nenhuma é explicável e compreendida para aqueles que verdadeiramente não a vivenciam, exemplo foi quando Jesus Cristo cuspiu no chão e vez uma pasta de lama e impôs sobre os olhos do cego, oh que loucura, que blasfêmia ou outras coisas mais se ouviria na época, assim como se fosse hoje, iriam dizer que ele esta louco, mas o resultado foi maravilhoso, ou seja, tudo que Deus ordena fazer terá um resultado surpreendente, mesmo que os homens não aceitem, pois pelos cientistas, ateus, budistas,  alguns médicos e outros,  Deus não existe...então ele não existe porque eles disseram? Então o que esta acontecendo nesses últimos dias é que se eu não acredito em algo, então ele não pode acontecer, mas se acontecer não é de Deus, é da carne, do diabo ou de quem a pessoa queira que seja.
Temos o maior exemplo disto no falar em outras línguas, tem igrejas que dizem que isto ocorreu só no passado conforme em Atos 2 e que agora não existe esta manifestação, outros dizem que as curas e milagres só ocorreram no passado e que agora não ocorrem mais, agora pergunto como fica o dizer:  Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje e eternamente Hb 13,8, Deus não mudou e não muda, porém os homens sim, mas pelo que percebemos é que Deus esta condicionado a agir conforme o homem quer, porque se os homens não creem então não pode acontecer, ou seja, o homem é que esta mandando em Deus pelo jeito.
Como povo de Deus, temos que tomar cuidado com o que os outros dizem, pois muitos estão deixando de ouvir a voz de Deus para se subordinar somente aos homens e com isso ficando limitados ou vivendo somente o que os homens querem.
Em relação a algumas pessoas aparecerem na reportagem dizendo contra aquilo que elas vivenciaram, isto é relativo, pois tem pessoas que estão muito felizes e maravilhadas vivendo experiências fantásticas com Deus e outras não, mas as que não viveram não podem criticar as que vivem, posso dar como exemplo o Casamento, tem pessoas que tem ótimos casamentos e outras que tem péssimos casamentos, a que tem um ótimo casamento vai elogiar e indicar e a que tem um péssimo vai falar mal e não vai indicar.
Esta reportagem foi tendenciosa, pois a Igreja Universal do Reino de Deus na pessoa do seu líder Bispo Edir Macedo, esta criticando e apresentando várias reportagens sobre o tema, utilizando de críticas e ataques para tentar enfraquecer outras igrejas, visto que a Igreja Universal vem perdendo muitos membros para outras Igrejas  e a Rede Record é uma empresa do sr. Edir Macedo, então estão usando a televisão de forma desesperada para tentar recuperar fiéis para a sua igreja, porém fazendo de forma equivocada, atacando a quem não deveriam atacar, principalmente porque o telhado da Igreja Universal e fraco e de vidro, vamos ver o porque:
Como já descrito neste blog, eles utilizam o vale do sal, a cruz do desencapetamento, as ex mães de encostos, confirmação de batismo, não acreditam em todos os dons espirituais, induzem as pessoas a falar em línguas, não conhecem verdadeiramente a bíblia, pois os seus Pastores são despreparados, usam água da torneira e dizem que é a agua do rio Jordão, usam arruda para supostamente expulsar demônios, usam fitinhas imitando ritos católicos, utilizam a cruz que conforme gálatas 3,13 é um símbolo de maldição e outras práticas que se fosse colocar aqui, teríamos que utilizar muitas páginas.
Então povo de Deus, nesta guerra por audiência, status e dinheiro, fiquemos na nossa vocação e posição, obedecendo  a Deus e olhando para o alvo que é Jesus. Sabemos que temos muitas diferenças uns com os outros: Batistas, Presbitérianos, Pentecostais, Neo Pentecostais, Calvinistas, Arministas e outras intituladas evangélicas, mas vamos olhar para Cristo e buscar as ovelhas perdidas e desgarradas, sem ficar atacando umas as outras, o único que ganha com isto é o diabo e seus demônios, deixemos de ser ignorantes e vamos obedecer a voz de Deus conforme João 8, a verdade e o certo é Jesus, pois onde tem a mão humana há falhas e erros, mas onde impera o Espírito Santo há cura, libertação, renovo, restituição e novidade de vida.
Um Beijo no Coração e que Deus abençoe a todos abundantemente em Cristo Jesus.
Pastor Alexandre Menezes
Pastor Alexandre Menezes é pastor presidente da Comunidade Evangélica Pentecostal Deus Proverá.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

AS 3 PENEIRAS

Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, o interrompeu:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que… E novamente Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! – disse Olavo, assustado.
- Então, continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar; – fala Olavo, surpreendido.
- Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras- disse o chefe sorrindo e continuou:
- Da próxima vez antes de obedecer ao impulso de passar uma história adiante, submeta-o ao crivo das TRÊS PENEIRAS:
VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

FRASES DA TRAJETÓRIA MINISTERIAL



Entendemos que a trajetória de um ministério bem-sucedido passa por 3 Fases distintas.
Fase 1 – A fase da adequação
Este período começa no encaixe de pessoas certas aos lugares certos. É uma fase de novas descobertas, em que o servo vive várias situações diferentes, descobrindo suas verdadeiras paixões e aptidões. Este é o momento que poderá definir o rumo de sua vida ministerial.
O envolvimento participativo e a diversidade de oportunidades ajudam o servo iniciante a viver além de si mesmo e descobrir seus interesses e talentos: aquilo que gosta de fazer e em que atividades mais se destaca.
Nossa sugestão é que o servo iniciante deva aproveitar as oportunidades, explorar e testar amplamente os diferentes meios de servir a Deus, à igreja e ao próximo, nesta primeira fase ministerial, cujos objetivos são:

1) Conseguir adequação ministerial;
2) Servir com todo seu potencial;
3) Adquirir autoconhecimento suficiente para inclinar-se em direção a um serviço que se encaixe perfeitamente com seus pontos fortes e interesses nos anos que se seguirão.
Se houver fidelidade a Deus e uma participação dinâmica nessa 1ª fase, o servo iniciante poderá chegar, em médio prazo, num desempenho ministerial satisfatório, exercendo um trabalho frutífero e de agrado pessoal.
Mateus 25.23 - Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei.
O que fará com que você continue em frente? O seu crescimento. Você precisa crescer para tornar-se a pessoa que deseja ser.
Efésios 4.13 - Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo...
Fase 2 – A fase da aceleração
Depois de vivenciar diferentes situações e atravessar  pequenas e grandes dificuldades, nos primeiros anos de ministério, inicia-se o processo de formação da experiência propriamente dita. As habilidades adquiridas no transcurso das diversas situações vividas resultam num potencial convertido em experiência. O servo de Deus não é mais um neófito, mas alguém que conhece o campo de trabalho, as dificuldades e as possibilidades, os agravantes e os atenuantes. É capaz de assumir responsabilidades maiores, cultivar uma rede de relacionamentos saudáveis e liderar outros cristãos.
Os desafios são maiores e as decisões são mais difíceis, mas é esta fase que representa o período do impulso pessoal, onde acontece uma extraordinária aceleração ministerial.
Nossa sugestão é que o servo de Deus não seja acomodado com a experiência já adquirida, mas conquiste novas e ao mesmo tempo, amplie seus relacionamentos, confirme seus dons, habilidades e pontos fortes a fim de desenvolver estratégias que abram novas oportunidades de desenvolvimento ministerial.
Às vezes o ministério acelera por algum tempo, mas seu progresso não tem continuidade, por isso não atinge a fase 3. Se esta for a realidade, é porque chegou o momento do ministério desenvolver serviços inovadores. Diante disso é possível criar um Processo de Rejuvenescimento Progressivo – cuja tônica seja reestruturar, reinventar, renovar, efetuar mudanças para continuar crescendo. Identifique o que pode ser melhorado ou eliminado no ministério. Às vezes é preciso mudar quase tudo, das estruturas aos comportamentos, do planejamento aos serviços, das idéias às pessoas.
A Fase 3 – A fase da prosperidade
O diferencial mais visível no sucesso ministerial está na fase da frutificação plena,  da colheita. Nesta fase o servo de Deus prospera naquilo que faz, abençoa muitas vidas e se sente realizado. Nesta etapa é possível contar com inúmeras opções de liderança e trabalhos especiais: coordenar ministérios, implantar igrejas, comandar líderes, atuar como consultor ou supervisor, ministrar cursos e palestras, escrever livros, etc.
Esta é a fase da grandeza ministerial, onde todos percebem não somente o nosso crescimento e a conquista  de um sonho, mas a confirmação de um chamado e o estabelecimento de um governo espiritual. 
Nossa sugestão é que o servo de Deus não fique extasiado com a grandeza, mas encontre um meio de continuar avançando na vida ministerial, sem perder a essência da humildade. É preciso transformar a grande experiência adquirida em  potencial renovado, porque  a vida ministerial segue em novos ciclos contínuos.
Nesta fase há trabalhos mais abrangentes, complexos e difíceis, com responsabilidades maiores. Se alguém tentar fazer tudo sozinho será sobrecarregado e fadará ao fracasso.  É possível que o sucesso maior nesta 3ª fase seja por intermédio de outros. Para que isso seja possível é preciso:
  • Identificar oportunidades. Discernir desafios estimulantes que possibilitem oportunidades de crescimento;
  • Agregar numa equipe outros servos em potencial e experientes, interessados no ministério;
  • Deixar que os colaboradores talentosos conquistem o melhor trabalho possível.
Apresente a visão ministerial e motive os outros a realizá-la. Selecione pessoas capacitadas para sua equipe e deixe-as fazer seu trabalho. Dedique-se especialmente aquilo que os outros não conseguem fazer.
Cabe ao servo agregar humildade, sabedoria e inteligência, criando um ambiente mais atrativo, capaz de inspirar e arrebatar uma equipe de colaboradores competentes e leais; criar um lugar de profunda confiança, comunicação aberta, levando os companheiros de ministério ao mais alto nível de desempenho em prol da vitória comum. Quando o líder de ministério volta sua atenção para o sucesso de seus colaboradores, acaba conseguindo grandes aliados e um excelente desempenho ministerial.
Concluindo
Em todas as três fases ministeriais, quando utilizamos as metas certas o alvo torna-se mais real a cada passo. À medida que avançamos no plano de realizações ministeriais, a visão torna-se mais viva e um sentimento de realização e vitória renasce no íntimo de nosso coração. Lamentavelmente, o contrário é uma triste verdade, ou seja, quando empregamos as metas erradas o destino parece não alcançável, ficamos tristes e desanimados. 

Caminho e destino têm um peso equivalente de importância no sucesso ministerial, diferindo-se apenas por um intervalo de tempo. A cada passo certo, na transposição de fases ou mesmo dentro de uma delas, deve haver uma celebração e uma renovação de propósitos. O nosso sucesso no ministério não está só no final. Um ministério bem-sucedido acontece em cada passo, em cada uma das diferentes realizações e conquistas a caminho do alvo. A cada passo errado é preciso humildade, redirecionamento e novo ânimo.
Filipenses 3.14 - Prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.
Concluímos afirmando que o triunfo ministerial requer vocação, esforço, capacitação, motivação, experiência, sacrifício e tempo. O verdadeiro triunfo ministerial não se limita apenas ao cumprimento de um propósito e de uma conseqüente frutificação; além da colheita que beneficia um grande número de pessoas, ele é visto nos servos que são satisfeitos com seu trabalho no Reino de Deus e felizes na vida como um todo.
E depois que chegamos ao topo, o que acontece? É hora começar uma nova jornada, um novo ciclo. E se as forças não permitirem? Bem, neste caso, chegou o momento de apreciar a visão do alto, louvar a Deus pelas vitórias e conquistas alcançadas e entregar o cajado a outro servo, semelhantemente ungido, para que ele continue implantando o Reino de Deus nesta Terra.