Seja Bem Vindo! Que Deus te Abençõe!

Rádio Deus Proverá - Abençoando Vidas

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CRENTE CELULAR



E se crente fosse celular...

CRENTE PRÉ-PAGO: só continua sendo crente se estiver sendo abençoado.

CRENTE TIM: é um crente sem fronteiras, não se importa com os limites estabelecidos para céu e inferno, geralmente, anda a beira do abismo e está com um pé na graça e outro no mundo.

CRENTE VIVO: é o crente de carne e osso, geralmente tem muito mais carne, e é tão vivo que está em todas, desde cultos a baladas.

CRENTE CLARO: é o crente que compartilha cada momento, compartilha todas as bênçãos, se comprou um carro, mesmo que 100% financiado, já posta a foto da “benção” no Facebook, esse crente não gosta de ser provado, então, quando a prova chega ele já avisa todo mundo e pede oração.

CRENTE OI: é o crente sem fidelidade, é o crente sem compromisso, não tem compromisso com sua denominação, doutrinas e nem mesmo com Cristo, por qualquer motivo ele faz portabilidade e migra para outra igreja.

CRENTE CONTROLE: que é aquele que já sabe quanto tempo vai gastar por mês se dedicando a sua vida espiritual, o tempo varia de acordo com a denominação, pois, cada uma tem um tempo de culto, geralmente, o fulano só vai à igreja uma vez por semana, domingos por exemplo.

CRENTE INFINITY: que é aquele que quer se aplicar pouco no início e depois ter benefícios ilimitados pra ficar a vontade o tempo que quiser.

CRENTE-ON: que é aquele quer ter benefícios exclusivos à sua disposição, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, desde que isso não lhe custe nada.

CRENTE MEU JEITO: é aquele que serve a Deus como bem entende, vai na igreja quando quer, não liga para o que se ensina na igreja e diz que tem uma religiosidade independente de religiões.

CRENTE DIA: é mais crente durante o dia, geralmente tem bom testemunho no trabalho, mas a noite cai na farra.

CRENTE NOITE: é mais crente durante a noite, geralmente, durante os cultos, de dia faz fofoca, cobiça a mulher/homem alheio, fornica, adultera, etc.

CRENTE ESCOLHA: é o crente que vive na dúvida entre ir para a igreja ou fazer outras atividades (ir numa festa, ver a novela, assistir ojogo de futebol, etc).

CRENTE ROAMING: tem dificuldades nas áreas que não são de sua cobertura, geralmente, só atua apenas nos limites dos muros da igreja.

CRENTE SEM SINAL: está sempre indisponível para qualquer atividade espiritual, ele sequer capta os ensinamentos passados em cima do púlpito.

CRENTE DESBLOQUEADO: é o crente de cabeça fraca e que está aberto a tudo, inclusive, pecar sem se culpar.

CRENTE BLOQUEADO: é o crente de cabeça fechada, somente sua igreja está certa, somente seus ministros pregam a verdade, eles jamais visita outras denominações.

E para finalizar, existe o CRENTE SEM CRÉDITO, não aplica se nadinha, mas espera que sempre continue a receber, por conta disso, recebe o apelido de pai de santo.

Seja um CRENTE PÓS PAGO, ou seja, e não espere nada nesta vida, almeje ser galardoado quando Jesus voltar.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

DEPRESSÃO, O CÁRCERE DA ALMA



A depressão foi definida por Andrew Solomon como um parasita que suga a seiva da nossa vida. É como engolir seu próprio funeral e vestir-se de uma roupa de madeira. A depressão é o cárcere da alma, a masmorra das emoções, o cativeiro que priva milhões de pessoas de nutrirem na alma, a esperança do amanhã. A depressão é classificada como uma doença e, essa doença, que possui múltiplas causas, atinge ricos e pobres, jovens e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. A depressão é uma doença que provoca muitas outras. Se não tratada convenientemente pode desembocar em tragédias irremediáveis. A depressão é a principal causa do suicídio no mundo.
John Piper, em seu livro O Sorriso Escondido de Deus, trata deste assunto com esmerado cuidado. Há duas posições que circulam no meio evangélico sobre o assunto, que revelam um desequilíbrio perigoso. A primeira delas liga a depressão à ação demoníaca. Os defensores dessa vertente afirmam que as pessoas deprimidas estão oprimidas e até possuídas por demônios. A segunda interpretação vincula a depressão a algum pecado específico ainda não confessado. Assim, uma pessoa fica deprimida porque esconde algum pecado que precisa ser confessado e abandonado. Não subscrevemos essas duas interpretações. Julgamo-las deficientes e assaz injustas. É muito verdade que uma pessoa pode ficar deprimida em virtude de seu envolvimento com demônios e também como resultado de algum pecado escondido. Porém, uma pessoa pode ser assolada pela depressão, mesmo levando uma vida cheia do Espírito Santo. Assim como um indivíduo pode ser cheio do Espírito e ter um problema cardíaco, também uma pessoa pode estar plena da presença de Deus e enfrentar o drama da depressão.
Se há várias causas que provocam a depressão, também há vários sintomas que a revelam. O primeiro sintoma é que a pessoa deprimida é tomada por uma desesperança crônica e passa a enxergar a vida pelas lentes escuras do pessimismo. Não vê uma luz no fim do túnel nem janelas de escape. Foi o que aconteceu com o profeta Elias. Pensou que somente ele havia restado dos profetas de Deus em Israel, quando na verdade sete mil ainda não haviam se dobrado a Baal. O segundo sintoma é olhar para a vida pelas lentes do retrovisor. Uma pessoa deprimida sente uma saudade mórbida dos bons tempos que se foram e se desespera diante das incertezas do seu futuro. Sente-se num calabouço existencial e sem ânimo e forças para sair desse cárcere da alma. Nessa saga cheia de pavores, flerta com a própria morte. Não que seu desejo seja de fato morrer, mas é que sente uma dor tão profunda na alma que o único alívio que consegue vislumbrar é o alívio da morte. Não podemos subestimar esses presságios que rondam a alma de uma pessoa depressiva. Isso é uma espécie de alarme, uma trombeta que precisa de encontrar ouvidos sensíveis. É por essa razão, que o terceiro sintoma de uma pessoa deprimida é um completo desânimo quanto ao futuro. É o desejo de fechar as cortinas da vida e colocar um ponto final na existência.
Como devemos lidar com a depressão? Como ajudar uma pessoa deprimida? Primeiro, precisamos orar por ela e com ela. Depois, precisamos cientificar-nos se essa pessoa está recebendo o tratamento médico adequado para a sua doença. Ainda, precisamos estar perto dela, oferecendo-lhe um ombro amigo, um ouvido atento e um coração generoso. Finalmente, precisamos compartilhar com ela a esperança do evangelho, o poder da graça de Deus e o consolo das Escrituras. Deus nos vivifica segundo a sua Palavra. Ele tira a nossa alma do cárcere. Ele acende uma luz de esperança no túnel escuro do nosso sofrimento. Deus arranca os gemidos da nossa alma e coloca em nossos lábios, um cântico de vitória. Em síntese, trata-se da depressão com remédio, terapia e fé.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MEDO


Quando o povo de Israel saiu do Egito, ainda tinha marcas profundas dessa terrível experiência passada na terra opressora. O tempo da escravidão trouxe muita insegurança/medo, pois era evidente a fragilidade do povo diante dos poderes e gigantes que os dominavam. A autoestima tinha sido destruída, a confiança despedaçada, a incerteza cresceu num tanto que fez sombra em tudo o que passaram a ver na caminhada. No episódio do envio dos 12 espias (Números 13), somente dois tiveram a confiança que Deus os livraria de todas as barreiras (versículo 30). Os outros 10 afirmaram que o povo daquela terra era mais forte do que nós (versículo 31), aos nossos próprios olhos nos sentíamos tão pequenos!
A formação do medo em nossos corações aconteceu para muito além de nossas histórias pessoais. É fácil perceber que, desde crianças, temos muitos medos diferentes: medo de perder a mãe (ansiedade de separação), medo do desconhecido (angústia do estranho), medo de um objeto deixar de existir (permanência do objeto), medo de animais, medo de ruídos, do escuro, dos monstros, fantasmas, ladrões, dentre uma lista interminável. Pela Bíblia, o medo entrou no coração da humanidade logo após o ato de desobediência, quando Adão e Eva esconderam-se por medo (Gênesis 3.10). De fato, o pecado trouxe terríveis distorções em nossa capacidade de crer e descansar em Deus pelo simples fato de termos nos tornado indignos de confiança. A afetação da alma distorceu nossa visão de confiança no Senhor, nossa capacidade de ter esperança, causando desesperança, ou melhor, desespero. Assim é como os 10 espias estavam em profundo desespero.
A sustentação do medo passou a ser multiplicada pela influência da sociedade, pois o povo começou a reclamar (versículo 30), e também pela influência da mídia, pois espalharam notícias falsas (versículo 32). Criou-se um verdadeiro clima de pânico, levando todo o povo a crer que estavam destinados à morte. Cairiam novamente nas garras de um novo tirano. Perderiam seus sonhos, bens, família, liberdade. O medo é multiplicado pelos comentários sem fim. Pais ministram insegurança a seus filhos. Líderes apavorados provocam reações descontroladas nos liderados. A conta foi covarde: dez pessoas espalhando desconfiança contra dois tentando transmitir segurança. O terror se instala. Daí por diante é só choro, angústia e grande perturbação.
A libertação do medo veio somente sobre as vidas de Josué e Calebe porque não se concentraram como eram aos seus próprios olhos ou aos olhos do inimigo. Fixaram sua atenção no que eram aos olhos de Deus. Não precisaram se sentir pequenos: eles eram pequenos! Mas tinham um grande Deus que tinha feito a firme promessa de que daria a terra prometida. Isso bastou para seus corações se encherem de confiança.
O medo é saudável até o ponto de nos manter alertas e defensivos. Mas quando o medo nos domina, torna-se cruel. Ele paralisa, gera angústia, rouba o sono, tira a paz, traz transtornos de ansiedade, produz pânico, leva ao terror, provoca aversão ou conduz à hostilidade. De fato vivemos uma sociedade com muito medo. Alguns estudiosos já catalogaram mais de 400 diferentes tipos de fobias. Na Bíblia, a palavra medo aparece 563 vezes e terror aparece 116 vezes, indicando que o assunto não é um problema dos dias de hoje, mas que sempre esteve presente na história da natureza humana.
Onde há medo não há confiança, segurança, alegria, fé. Pela Bíblia, não precisamos temer a morte(Salmo 23.4), nem pessoas (Salmo 27.1; 56.4, 11), nem sequer más notícias (Salmo 112.7), pois se o Senhor é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8.31) Mas o que verdadeiramente lança fora o medo de nossos corações é conhecer o perfeito amor de Jesus (1 João 4.18). Para arrancar o medo de dentro de nossos corações precisamos perceber o grande amor de Cristo. Isso nos basta!
Qual é o seu medo? O que tira seu sono? Para você o Senhor diz: não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel (Isaías 41.10). Ele está presente. Ele é nosso Deus. Ele faz coisas poderosas a nosso favor. Por isso podemos dizer: nada temerei!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

DIFERENÇA DOS QUE FAZEM E OS QUE NÃO FAZEM


O título acima é um livro de autoria de Ram Charan que é um consultor de empresas altamente requisitado e conferencista famoso entre os executivos por sua impressionante capacidade de resolver os mais dificeis problemas de negócio.Como diz o título, esse é um livro que apresenta as características que diferenciam aqueles que fazem e realizam daqueles que não fazem. É um livro que apresenta uma nova abordagem sobre liderança, uma liderança mais abrangente. Traduz a necessidade de possuirmos lideres em nossas organizações que saibam o que estão fazendo e que saibam tomar boas decisões nos negócios, pois as mudanças são constantes em nossas vidas, mas a magnitude, a velocidade e a intensidade com que elas ocorrem atualmente são diferentes de tudo o que já foi vivenciado até esse momento pela humanidade. O autor apresenta 8 competências essenciais que as pessoas devem desenvolver se quiserem tornar-se lideres das organizações no que promete ser o ambiente de negócios mais dificil das últimas décadas. Sua capacidade de desenvolver essas competências dependerá do refinamento de suas características pessoais :

Ambição - Líderes necessitam de uma dose saudável de ambição para impulsionar a si próprios e aos outros. Nesse caso, deve-se tomar cuidado com o excesso de ambição que pode ter como conseqüências uma conduta indesejável;-



Determinação e tenacidade - É a procura por respostas específicas e não desistir até consegui-las. A grande energia que possuem é contagiante. Impulsionam suas prioridades de modo persistente por toda a empresa;-



Autoconfiança - Você tem de ser capaz de ouvir sua voz interior e suportar os momentos de solidão quando uma decisão importante fica a seu cargo. Tem de falar o que pensa e agir com decisão, sabendo que poderá arcar com as conseqüências:



Abertura psicológica - A disposição de se deixar influenciar por outras pessoas e de compartilhar idéias abertamente aprimora o Know-How, ao passo que ser psicologicamente fechado pode ocasionar problemas. Lideres abertos buscam opiniões variadas e, por essa razão, vêem e ouvem mais e contam com maior número de informações para tomar decisões. Esse tipo de abertura permeia o sistema social, intensificando a franqueza e a comunicação.-



Realismo - É o ponto intermediário entre o otimismo e o pessimismo. O realista é aberto a qualquer ajuda que a realidade lhe oferece. Só o realista quer receber informações não-filtradas, que podem ser cuidadosamente examinadas, mensuradas, avaliadas e testadas, para determinar que medidas tomar em seguida. Ele passa muito tempo interagindo com clientes, funcionários e fornecedores, a fim de obter informações e uma “percepção” desses grupos sobre suas opiniões.-



Vontade de aprender - As competências se aprimoram quando expostas a situações com um crescente nível de complexidade, por esse motivo, certa avidez por novos desafios é essencial. Líderes que buscam novas experiências e aprendem com elas desenvolverão seu Know-How mais rapidamente do que aqueles que não o fazem.O autor faz um alerta de que é importante compreender que esses traços de personalidade interagem entre si e com as 8 competências, para o bem e para o mal, e que, quando excessivos, apresentam um lado desagradável. Confiança excessiva combinada com determinação em excesso, por exemplo, pode levar a um comportamento narcisista, excesso de competitividade e desconfiança de outras pessoas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

SE JESUS FOSSE NEOPENTECOSTAL...

Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria satanás pela palavra, mas teria o repreendido, o amarrado, mandado ajoelhar, dizer que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia. (Mt 4:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre que tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o paralítico durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, mas sob sua gerência. (MT 21:12-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, quando os fariseus o pedissem um sinal certamente ele imediatamente levantaria as mãos e de suas mãos sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo e glória se formaria em volta dele que flutuaria enquanto anjos cantarolavam: “divisa de fogo varão de guerra, ele desceu a terra, ele chegou pra guerrear”. E repetiria tal performance sempre que solicitado. (Mt 16:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7... veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)

Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)

Se Jesus fosse neopentecostal, o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)

Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado ao seu ministério. (Lc 19:1-10)

Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.

Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra.... (Jo 16:33)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir. Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você...

domingo, 28 de agosto de 2011

OS BENEFÍCIOS DO SOFRIMENTO


O Novo Testamento está repleto de textos que fazem alusão ao sofrimento dos líderes, exemplo II Tm.1:8; 2:3 e 4:5b, que nada tem a ver com a atual culto ao sucesso que se presta aos líderes. A vida liderança cristã deve ser marcada pela ressurreição, mas, também pela cruz. Desejo dar um pequeno marco de referência para a compreensão do sofrimento do líder em termos do NT.

Como podemos entender biblicamente o sofrimento?

1 - De acordo com I Pd. 5:9 o sofrimento faz parte da experiência universal de cada pessoa inclusive o crente.
2 - De acordo com Rm. 8:17,18 Fp. 3:8,11 o sofrimento presente jamais vai se comparar com a glória que está nos sendo preparada por Jesus.
3 - De acordo com Hb. 2:18 e Rm. 8:34, cremos num Cristo que sofreu e, por isso, pode entender o nosso sofrimento. Ele é o nosso intercessor junto ao Pai, e faz isso com grande conhecimento de causa.
4 - De acordo com Rm. 8:28,29 o sofrimento pode se tornar um dos instrumentos que Deus vai usar para completar a sua obra em nós, a obra de nos configurar a imagem de Cristo.
5 - De acordo com Rm. 5:1,5 devemos encarar o sofrimento como um processo divino com vistas ao aperfeiçoamento da nossa vida.
6 - De acordo com Gl. 6:10 devemos entender que o sofrimento muitas vezes é resultado das semeaduras erradas que fazemos.
7 - De acordo com Rm. 8:35,38,39 o sofrimento jamais, em tempo algum, poderá separa –nos do amor de Deus que está em Cristo Jesus.
8 - De acordo com II Co. 12:7,9 a graça de Deus é suficiente para todo e qualquer sofrimento que venhamos padecer.

Preste atenção em outras razões porque sofremos :

1 - De acordo com Gl. 4:19 e Col. 1:24 sem sofrimento não conseguiríamos formar a imagem de Cristo na vida do povo de Deus.
2 - De acordo com Hb. 5:8 o sofrimento é para aprendermos obedecer.
3 - De acordo com Tg. 5:13 o sofrimento vida ensinar-nos a orar.
4 - Conforme IPe. 4:19 o sofrimento vem para aprendamos a fazer a vontade de Deus.
5 - De acordo com II Co. 12:7 e 10 o sofrimento nos ensina a permanecermos humildes.
6 - De acordo com IICo. 1:4, o sofrimento nos dá condições de compreender e ajudar o que está
sofrendo.
7 - II Co. 1:9 o sofrimento nos ajuda a aprendermos a confiar em Deus.
8 - Conforme IPe. 5:10,11 o sofrimento vem a nossa vida para fortalecer a nossa fé.

AS PROVAÇÕES PRODUZEM CONHECIMENTO


"Depois de uma vitória tem uma provação e depois de uma provação tem uma vitória." Êxodo 15.22-27.
A Palavra de Deus nos diz que Israel tinha experimentado uma grande vitória. Eles foram libertos do Egito e saíram do julgo da escravidão de 400 anos. Acontece que geralmente depois de uma grande vitória há uma prova e sempre depois de uma grande prova há uma promoção.
O povo de Israel viveu 400 anos sem poder sonhar, sem poder sorrir, construindo casas para os outros, sem ser dono de nada, trabalhando debaixo do chicote, sem salário, sem sonhos.
Foram 10 gerações debaixo desse julgo e Deus os tirou do Egito. Antes da primeira prova, os israelitas andaram três dias no deserto, porque Deus precisava prová-los.
Muitas pessoas fumavam, bebiam, se prostituiam, eram malandras, até o dia em que aceitaram a Cristo e foram livres da escravidão iniciando a caminhada no deserto.
As prioridades de quem tem um encontro com o Senhor são diferentes. A desonestidade, a mentira, a malicia já não causam prazer para aquele que O aceita como Senhor e Salvador. Os valores são outros.
O povo de Israel saiu da escravidão e caminhou no deserto antes de chegar a Canaã. E qual a maior necessidade de uma pessoa no deserto? Água. (A nação de Israel não tem petróleo, mas tem água. O rio Jordão nasce em Israel e deságua dentro do mar morto.)
Os Israelitas acharam uma fonte de água, só que as águas eram amargas. A Bíblia diz que aquelas águas eram amargas porque Deus queria prová-los.
As provas que Deus eventualmente aplica às nossas vidas têm um objetivo. O Senhor provou o povo, porque queria ensiná-los a reagir diante de uma adversidade.
Quando passamos pela prova nos tornamos instrumentos muito melhores e para servirmos ao Senhor precisamos ser pessoas maduras. Só há uma maneira de Deus nos dá crescimento e ele vem através da prova.

Não somos soldadinhos de água e sal. Não podemos ser inconstantes, (Tg1) "Não pense o homem inconstante que receberá de Deus alguma responsabilidade."
Seja fiel diante das provas, porque aquele que é fiel no pouco, Deus o coloca sobre o muito.
Diante da prova, o povo murmurou e iniciou-se uma trajetória de pecado, de pessoas rebeldes, oprimidas que não reconheciam os milagres.
Deus queria que o povo aprendesse uma faceta do seu caráter que é a PROVISÃO. Bastava o povo orar, clamar ao Senhor, e reconhecer que Ele lhes daria livramento. Assim também é conosco, precisamos falar menos com os outros e falar mais com Deus.
O Senhor tem grandes coisas para as nossas vidas e precisamos identificar as lições das provas que Ele permite que passemos.
O tempo todo passamos por provas. É vizinho que dá problema, é colega de trabalho, pessoas inconvenientes... Todo dia tem prova, mas a cada dia nos tornamos pessoas melhores, nos tornamos gigantes.
“Se ouvires a voz do Senhor teu Deus... nenhuma enfermidade trarei sobre vocês, pois sou o Senhor que te sara.” Ex 15.26.

O propósito daquela água amarga era mostrar ao povo que Deus era o Deus que transformava a amargura em doçura. Nenhum dos milagres que o Senhor realizou no meio deles ao libertá-los do Egito foi suficiente para que Eles reconhecessem que Deus era poderoso para livrá-los daquela situação.

“Depois chegaram a Elim, onde havia 12 fontes de água e setenta palmeiras; e acamparam junto àquelas águas.” Ex 15.27.
O mesmo Deus que cuidou de nós no passado é o mesmo Deus que nos ajuda hoje. O Senhor queria dar ao povo 12 fontes de água e o povo desanimou por causa de uma fonte.
Às vezes o que o Senhor tem para a nossa vida é muito maior do que o que estamos vivendo no presente e geralmente queremos recuar.
Não murmure, não volte atrás. “Esperei com paciência no Senhor.” O Senhor trará o livramento para sua vida e você crescerá através dessa provação.
As águas amargas são simplesmente uma prova para chegar às doze fontes. Não permita que as provações o impeçam de ter a visão das 12 fontes e das 70 palmeiras.
by J.L.

domingo, 21 de agosto de 2011

NÃO SEJA UMA MULA! parte IV

CONCENTRE-SE NO PERDÃO

Em resumo: Esse é o argumento do Salmo 32.
Mas agora para ser justo com a preocupação de Davi que provavelmente gastou os últimos minutos do Salmo enfocando a questão, Ele dedicou mais espaço para a confissão e o perdão (versículos 1-5).
Vou tentar responder a três perguntas: Qual é o pré-requisito de perdão? Por que isso é necessário? O que é tão abençoado por ter nossas transgressões perdoadas?
Eu vou te dizer brevemente o que eu vi e depois desenhá-lo todos juntos.
Primeiro, o pré-requisito para receber o perdão é a confissão ou reconhecimento de nosso pecado ao Senhor, a partir de um espírito livre de engano (vv. 5 e 2).
Quando você coloca essas duas coisas juntas, o reconhecimento do pecado e não tentar enganar a Deus, surge um significado muito preciso para a confissão.
Confissão a Deus não é apenas admitir nosso pecado, mas também rejeitá-lo. Considerar o pecado como repulsivo.
Muitas vezes, a pessoa que admite com a sua mente que pecou, mas não sente repulsa em seu coração ao pecado.
Então ele continua com o seu mau humor e irritabilidade, sua atitude hipercrítica, sua fofoca, o seu amor morno por Cristo, sua falha em disciplinar seus filhos, sua desonestidade em formulários fiscais e relatórios financeiros, etc.
Isso é engano!
Porque o pecado é repulsivo e horrível aos olhos de Deus e deve ser odiado e evitado.
Então, chegar a Deus admitir o pecado, e não sentindo nenhuma dor ou repugnância é vir com engano.
Isso acontece porque as pessoas não acham que o pecado que cometeram é realmente reconhecido como pecado.
O pré-requisito, portanto, do perdão divino é admitir nosso pecado real e rejeitá-lo, considerando-o como repulsivo.
A minha segunda pergunta foi: Por que isso é necessário?
Por que Deus não, em sua imensa graça, apenas perdoar todos os pecados em todo mundo, sem nossa contrapartida?
Por que tem de haver o pré-requisito da confissão?
Cada pecado que cometemos é um insulto a Deus, um tapa na cara dele, quer você veja dessa forma ou não.
Isso tem de ser visto, se quisermos compreender a dinâmica da confissão e do perdão.
Quando duas pessoas oferecerem conselhos contrários a você de como viver numa situação e você opta por seguir um e não o outro, você acaba por difamar o outro.
Ou seja, você desacredita publicamente o outro através de sua ação.
É inevitável.
E isso é o que fazemos para Deus todas as vezes que pecamos em vez de seguir Seu caminho, Sua Palavra, Sua Orientação.
Agora o objetivo de todo o perdão é para restaurar um relacionamento danificado.
O Objetivo de Deus é trazer o seu povo em perfeita harmonia e união e comunhão com Ele para a sua glória e sua alegria para sempre.
Para o efeito, ele está disposto a perdoar os insultos que ameaçam ruir a comunhão com Ele.
Mas pode haver comunhão quando uma das partes em um relacionamento é perpetuamente voltado para ofender e insultar a outra parte?
Em termos de conceito, Deus podia ignorar esses insultos por toda a eternidade.
Mas para quê? Isso não traria a união com o seu povo e nem a sua glória, e nem a felicidade seria alcançada.
O que haveria é apenas a perpetuação do pecado e difamação do caráter de Deus.
A única maneira de Deus para alcançar o objetivo de glorificar o seu nome e fazer seu povo feliz não é apenas perdoar os pecados, mas transformar os pecadores.
Isso é o que Deus estava fazendo com Davi, e é isso que ele está querendo fazendo com cada um de nós por meio de Cristo.
E é por isso que há um pré-requisito para o perdão.
Deus exige que abandonemos o pecado com repugnância, porque ele está no negócio de não apenas cobrir os nossos pecados, mas também de moldar nosso caráter.
A pessoa cujos pecados são perdoados e odeia sua própria atitude pecaminosa, está no caminho para a semelhança de Cristo.
A minha pergunta final: porque é tão abençoado ter nossas transgressões perdoadas?
Precisamos aprender a valorizar o nosso perdão cada vez mais!
Estou convencido de que até temos medo de pecado e suas conseqüências mais intensamente, não vemos nosso perdão como um verdadeiro prêmio.
O grau em que nos sentimos gratidão para ser perdoado é diretamente proporcional ao tamanho do pecado e das conseqüências dele.
Lucas 7:38-47
O horror do pecado e do medo do inferno são apenas o pano de fundo que vai deixar brilhar a bênção do perdão como realmente é.
Se conseguirmos ver a gigantesca onda da ira de Deus correndo em direção a nós, então cair aos pés de Jesus para que nos salve.
A partir do momento que você entende a essência do pecado você vai até Jesus, implora pelo perdão e beija Seus pés sem vergonha.
Vamos ponderar um pouco sobre o valor do seu perdão eterno.
Compare os afetos você sente com relação às pessoas da sua família e com o carinho que sente por Jesus. Compare o afeto que você tem com relação às suas posses com o perdão que você recebe de Jesus por meio de sua morte.
E se você achar que seu coração salta de forma mais vigorosa para qualquer outra coisa que não seja perdão de Deus, arrependa-se!!!
Não seja como a mula, mas mergulhe de cabeça em Deus, enquanto Ele se pode achar.
Para o coração contrito que ora, o perdão, proteção e direção de Deus está disponível.
Assim você será feliz no Senhor para sempre.

NÃO SEJA UMA MULA! parte III

 
A ESPIRAL ASCENDENTE DA ALEGRIA

O ponto principal, portanto, dos versos 1-9: “Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado”porque o contrito, coração dês-mulado que vem a Deus em oração é perdoado ( v. 5), protegido (v. 7), e aconselhado como viver (v. 8).
E isso é todo o argumento do salmo, exceto para os versículos 10 e 11.
Versículo 10 é essencialmente uma repetição do versículo 7 - a promessa de que o amor de Deus vai rodear de amor a pessoa que confia nele.
E o versículo 11 é um comando final para Alegrar-se no Senhor e exultar, vocês que são justos! Cantem de alegria, todos vocês que são retos de coração!
Esse comando se relaciona com o ponto principal no versículo 6 como causa e efeito.
Em vez de ficar dando coices em outro lugar, vamos até o Senhor em oração, nos encontramos com ele, e ele nos torna bem-aventurados, felizes.
Assim sendo, ser feliz no Senhor, é um efeito de nossa oração a Ele.
Mas também quando oramos e descobrimos em sua comunhão a doçura do perdão e da proteção e orientação, o prazer que temos para com Ele só aumenta.
Assim sendo, ser feliz no Senhor é um efeito da nossa oração a ele.
A imagem que eu vejo é de uma espiral. Nós vamos orando e orando, descobrindo as delícias dos benefícios de Deus.
Então por causa dessa descoberta somos movidos a orar mais.
E orando mais, experimentamos mais de Deus.
E assim como se fosse uma espiral, nossa experiência nos leva mais acima e para uma relação cada vez mais íntima com Deus.
Assim, sentimos um prazer cada vez mais profundo do seu perdão, proteção e conselhos para a vida.
Portanto, que cada um ore a Deus enquanto se pode achar, porque o contrito, coração dês-mulado que ora é perdoado, protegido, aconselhado, e ainda mais feliz em uma comunhão íntima com o Senhor.

NÃO SEJA UMA MULA! parte II

Fazenda de Deus

Vamos imaginar a igreja de Deus como uma fazenda com vários tipos de animais.
Deus cuida de seus animais, ele mostra-lhes onde eles precisam ir, e fornece um celeiro para sua proteção.
Tem ovelhas, tem cabritos, tem bodes também, tem passarinhos, tem...
Mas também tem um bicho-do-mato nesta fazenda que dá um Trabalho a Deus, com T maiúsculo: a mula.
A mula é um animal estúpido e teimoso e você não sabe dizer o que vem primeiro: a teimosia ou estupidez.
Deus trabalha para dar aos animais da sua fazenda alimento e abrigo, mas não pára por aí. Ele coloca sua marca e seu nome em todos, e em seguida, chamando-os pelo nome.
Finalmente > “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você.”
Mas a mula não irá responder a esse tipo de direção. Ela não entende.
Então, Deus pega sua pick-up e vai atrás da mula, coloca o freio na boca da mula, engata na caminhonete e arrasta a mula de pernas rígidas e bufando todo o caminho para o celeiro.
Esta não é a maneira que Deus quer que seus animais cheguem a ele a bênção.
Qualquer dias destes pode ser tarde demais para a mula.
Pode chover granizo e ser atingida por um raio e quando ela vier correndo, a porta do celeiro vai estar fechada.
Portanto, não podemos ser como a mula!
Temos que vir a Deus em oração no tempo em que ele pode ser encontrado.
Is 55:6 “Busquem o Senhor enquanto se pode achá-lo; clamem por ele enquanto está perto”
A maneira de não ser uma mula é nos humilhar, vir a Deus em oração, confessarmos os nossos pecados, e aceitar, como necessitados, a direção de Deus para o celeiro de sua proteção.
A principal razão que Davi escreve esse versículo é para que possamos entender a alternativa que a mula tem de agir.
Na verdade os versículos 3 e 4 são um retrato da mula Davi a mula antes que de aprender a orar.
“Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer.”
Lá está ele no meio do campo, teimoso como uma mula, se recusando a reconhecer a sua necessidade.
Imagine o rei Davi: “Eu não vou para esse lugar com todas aquelas outros animais, especialmente os filhotes indefesos, me humilhando e cantando canções de libertação, como se fosse uma grande vitória se refugiar em um celeiro. Não, senhor, eu não vou dobrar meu joelho, como se eu tivesse feito algum grande mal. Eu posso lidar com as conseqüências de meu próprio comportamento. E eu não preciso que celeiro”. Isso é mula Davi falando.
Então aqui vem o caminhão pick-up com pouco freio no versículo 4: “Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca.”
Quando Davi agiu como uma mula Deus coloca o freio do sofrimento nele e arrasta-o para o celeiro.
A consciência culpada e todas as agonias que forma com ele é um dom misericordioso para com os impenitentes.