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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

TEÓLOGOS DISCUTEM AS CAUSAS DA TRAGÉDIA NA REGIÃO SERRANA

Uma reunião emergencial é convocada pelo conselho de teólogos da cidade. Teólogos de diversas correntes se reunem para debater as causas espirituais da tragédia que atingiu a região serrana do Rio, provocando a morte de centenas de pessoas. Um deles toma a palavra e afirma com convicção:

- Meu caros colegas, a razão pela qual sobreveio tão grande mal sobre elas é que estas cidades foram fundadas por um imperador promíscuo. Só há uma maneira de quebrar esta maldição: façamos um ato profético de troca de nome e refundação de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo. Sugiro que passem a chamar-se respectivamente, Igrejópolis, Cristópolis e Nova Jerusalém, e que sobrevoemos cada uma delas derramando vasos de unção vinda de Israel.
Percebendo o clima de rejeição provocado por sua proposta, o tal teólogo preferiu pedir licença e deixar a conferência, levando consigo uns três ou quatro companheiros.

Depois de alguns murmurinhos, outro teólogo se levanta e com voz impostada diz:

- Senhores, tudo isso é apenas prenúncio do fim do mundo. Nada há que possamos fazer para reverter isso. As coisas vão ficar cada vez pior, até que Jesus volte para nos remover deste mundo e entregá-lo de vez ao diabo.

Sua palavra foi interrompida por aplausos. Esta parecia a melhor resposta a ser dada para tentar explicar a situação, e com isso, impedir que sua cátedra fosse desacreditada.

Fazendo sinal de silêncio, outro teólogo toma a palavra e afirma como que sussurrando:

- Meus nobres companheiros, Deus não tem nada a ver com isso. Ele está tão surpreendido com a tragédia quanto cada um de nós. Ele até poderia ter evitado se tão somente tivesse conhecimento prévio dela. Mas vocês sabem… Ele só conhece o que se pode conhecer. O futuro lhe é um incógnita. Por isso, não o responsabilizemos por isso.
Seu discurso foi interrompido por outro teólogo, que vociferava:

- Quanta bobagem! Deus é Soberano! Ele mesmo provocou tudo isso! E quem somos nós para discutir sobre Seus desígnios! Estas cidades estão sob o juízo divino. Assim como todo o Estado do Rio de Janeiro, com sua prostituição infantil, seus carnavais, suas oferendas a Iemanjá e sua corrupção política e policial.
O clima esquentou na reunião. Ninguém conseguia entender o que o outro dizia. Uns gritavam: É o fim do mundo! O outro: Jesus está voltando!
De repente, entra na sala outro teólogo com sua roupa imunda de lama. Todos se calam pra saber o que se passou e qual a posição daquele colega atrasado.

Com a voz rouca e embargada, o teólogo se desculpa:

- Queridos, perdoem-me o atraso. É que eu estava ajudando a socorrer as vítimas. Não tive tempo nem de banhar-me para a reunião.
- E qual sua posição acerca desta tragédia? perguntou o que presidia a mesa.

Pelo que respondeu:

- Nada tenho a declarar.

Depois de alguns segundos de silêncio, ele completou:

- Estou liberado? Posso retornar ao meu trabalho?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

PODERIA ACONTECER ASSIM...

Evangélicos fazem a diferença no momento da tragédia, afirma jornal


Silas Malafaia vende seu avião e compra mantimentos para as vítimas da tragédia na Serra do Rio Janeiro.


Bancada evangélica ameaça trancar a pauta de votação do congresso até que sejam tomadas medidas definitivas para evitar outras tragédias como esta.


RR Soares reverte as receitas dos carnês de patrocinadores para os desabrigados das tragédias.

Apóstolo Estevam e Bispa Sônia desviam a Marcha para Jesus para a Serra Fluminense e a renomeiam "Marcha Por Jesus!", uma multidão a serviço da vontade do Senhor Jesus junto ao seu povo sofrido.

Bola de Neve TV não passa campeonato de surf ou skate sábado a noite para divulgar locais de doações e voluntariado para atuar na serra fluminense.


Valdemiro Santiago coloca seus dois helicópteros a disposição das equipes de resgate e sai a campo com seus bispos para levar seus estoques de água 100% Jesus às vitimas.


Edir Macedo, mesmo não sendo cristão, desiste da construção de seu templo de Salomão e doa o material de construção para o reparo dos que perderam tudo.

Rene Terra Nova faz um ato profético em favor das vítimas: Vai ao banco e transfere o dinheiro arrecadado para a Festa dos Tabernáculos para a conta da Cruz Vermelha, para que esta compre tendas e alimentos para os desabrigados.


Bispo Rodovalho troca as emendas que fez para festas no Ministério do Turismo por verbas emergenciais para os desabrigados.


Ana Paula Valadão recebe uma revelação de que há um tripé sobre a Serra do Rio de solidariedade, amor ao próximo e humildade e decide realizar três shows com renda revertida aos desabrigados.


Todas as igrejas evangélicas do Rio de Janeiro interrompem seus serviços internos e abrem seus espaços aos desabrigados, enquanto seus membros ajudam no consolo dos que perderam tudo.


O pastor da igreja protestante tradicional justifica: Neste momento, não há nada que glorifique mais o Senhor do que isto.

Oremos para que um dia ao menos uma ou duas destas manchetes não soem como piada ou provocação, mas como coisa natural entre o povo de Deus.
by Genizah

ILUSÃO DE ÉTICA

Mal assumiram seus cargos e os novos governadores já notaram que a "farra" deixada por seus antecessores é bem maior do que se esperava... Alguns, inclusive, chegaram a dizer que, do jeito que está, o estado é ingovernável! E olha que esta é só a primeira impressão! Imagina se uma auditoria séria fosse feita para trazer todo o "lixo" para a parte de cima da "piscina". Aí é que a bandalheira seria insuportável. O quê? Lei de Responsabilidade Pública? Improbidade administrativa? E isso existe? Funciona?
Enquanto tentava “digerir” mais esta, lembrei de algo que pode bem ilustrar a crise na qual estamos mergulhados. Trata-se de um exemplo usado por George Moore, filósofo inglês da primeira metade do século XX, que buscou resolver, através da filosofia da linguagem, o “problema” do ceticismo cartesiano.
Moore afirmava que se olhássemos fixamente para a cor laranja, por exemplo, e depois voltássemos nosso olhar para uma parede branca, a cor da parede pareceria ser esverdeada. Este fenômeno, denominado de pós-imagem, revela que os olhos enxergam outra cor por causa da “impregnação” que adveio do olhar fixo sobre outra tonalidade.

A experiência de Moore, que no fundo trata de uma ilusão de ótica, assemelha-se ao que temos vivido em nossa sociedade, ou seja, uma ilusão de ética. De tanto “olharmos” para o disfarce, a dissimulação e a falcatrua como modus operandi, acabamos ficando impregnados por essa praxis distorcida que, mesmo diante do indubitável, como no caso dos atos secretos do Congresso Nacional, nos impede de discernir a verdade, seja por conveniência, como no caso em questão, seja por entorpecimento e cauterização da consciência.

Curiosamente, mas não menos preocupante, algo semelhante acontece com o cristianismo. A fé cristã tem se intitulado, ao longo da história, como depositária e mantenedora de princípios éticos e morais que deveriam reger as sociedades humanas. Mas esta prerrogativa, que no fundo é apenas ilusão, está cada vez mais insustentável.

O fato concreto é que é sem precedentes a perversão na qual está mergulhado o cristianismo nos nossos dias. Os conteúdos e princípios do Evangelho de Jesus Cristo, que deveriam ser seu esteio, foram totalmente esquecidos e dessignificados, dando lugar a práticas bizarras baseadas numa hermenêutica fraudulenta das Escrituras. Nem mesmo o dogmatismo e o fundamentalismo, como correntes filosóficas, foram capazes de conter os desvios atuais.

Entretanto, o que os cristãos não estão percebendo, é que existe uma nova consciência ética se expandido em todo o mundo, e isto fora dos portões da Igreja! Há hoje um intenso movimento em busca do resgate de valores e padrões éticos e morais nas empresas, instituições, partidos políticos, organizações não governamentais, que busca fomentar princípios que rejam a vida do homem do século XXI. Acorda Brasil!

Esta disposição, todavia, não está surgindo como resultado de uma alteração da consciência por meio da pregação da fé, que tem como fim último a pacificação do ser e a transformação dos valores plantados no coração, de tal forma que tudo se desdobre em algo conseqüente para a vida. Não. As mudanças em curso são fruto da percepção da sociedade da necessidade de transformação dos padrões e valores morais e éticos por questões, única e exclusivamente, de sobrevivência, ou seja, é o capitalismo tentando acordar para as realidades prementes que nos cercam neste momento de nossa história.

A exploração dos países do 3º. mundo pelos países ricos, as questões ambientais – como desmatamento, aquecimento global, utilização de recursos hídricos – as questões ligadas aos avanços tecnológicos, como a bio-tecnologia, dentre outras, são demandadoras de um repensar da civilização pós-moderna sobre seus valores e princípios, de tal forma a que possa existir, nos próximos anos, a possibilidade de construção do progresso sustentável para todo tipo de vida no Planeta.
E os cristãos, alienados do que acontece no mundo, impregnados por um “olhar” existencial distorcido, advindo de uma ética elástica, e de princípios que apenas se prestam a conveniências morais da teologia de causa e efeito, vagam no mundo das alucinações, vivendo o irreal e achando tudo normal, sem perceber que, na verdade, é surreal.
Para eles, o que restará será o desmonte e o descarte, pois esta corrente ética-filosófica-existencial que está sendo demandada pela nova sociedade que vem surgindo, não necessitará nem de chancelas da Igreja, nem de legitimadores “espirituais” – sacerdotes – para dar credibilidade aos seus pressupostos.

A Igreja, seus líderes e suas “doutrinas”, no pretenso papel de “reguladores do comportamento humano”, irá então desaparecer do cenário mundial em definitivo, pois sua causa-de-ser-existir se tornará totalmente irrelevante. Em seu lugar, se consolidará a Nova Era, este novo sentir-pensar que fomentará a nova espiritualidade no coração dos seres humanos.

Você acha isto impossível? Talvez seja por que seu triunfalismo “evangélico” não o permite discernir a verdade. Ou, quem sabe, seu clericalismo o está cegando? Estarão os seus olhos “impregnados” pela fantasia? Seria o cristianismo, como religião institucionalizada, invencível? Imortal? Insubstituível? Eu, não creio. Não sei nem mesmo se ainda há tempo para que tudo isso possa ser revertido, pois talvez a Igreja não acorde nunca do seu sono profundo. Confesso, todavia, que não vou ficar esperando que isto aconteça para fazer o que tem de ser feito.

É tempo de nos levantarmos como uma voz profética! Mesmo em meio a este “vale de ossos secos” o Senhor pode suscitar vida novamente! Levantai-vos, então, homens e mulheres de Deus! Levantai-vos vós que sois visionários de um novo tempo, de uma nova fé, de uma nova cristandade. Levantai-vos e bradai aos quatro cantos da Terra!

Chega de ilusões de ótica e de ética. É tempo de olharmos para o que está acontecendo em nossas Igrejas! É tempo de olharmos para o que está acontecendo com o cristianismo! Chega de tanta cauterização de mente, chega de tanta letargia de alma, chega de tanto entorpecimento de coração! Chega!

É tempo de ter coragem! Tempo de abrir os “porões” de nossas denominações para constatar as podridões que lá existem: lutas pelo poder, sectarismo, maledicências, politicagens. Não somos diferentes do Congresso, apenas, talvez, nos disfarcemos melhor. É hora de começar a limpeza na cada de Deus!

O Evangelho que pregamos não produz mas nada nas pessoas. Nossos púlpitos estão cheios de mentiras, nossa doutrina se tornou auto-ajuda, nossas crenças apenas confissões positivas, nossos dógmas são ponto de chegada, e não de partida, pois não nos abrimos a novos saberes, não nos expandimos em outras direções, não nos conectamos ao todo. Insistimos com esta teologia fechada, exclusivista, não-relacional. Vivemos no século XXI e pensamos com a teologia do século XIX!

Tudo o que fizemos, para atender as “demanda existenciais”, foi criar o Self-Made-Religion, a religião das conveniências, customizada sob medida para as necessidades de cada pessoa. Já não temos mais conversões, mas apenas adesões! Não existem mais discípulos de Jesus, mas apenas clientes da Igreja! Será que não vemos que a mensagem não transforma mais as pessoas de dentro para fora, mas apenas as reveste de um fino e falso verniz de “ética” e “moral”?!

Acordai Igreja e ouvi a voz do Senhor! Nossa única esperança é que a Verdade volte a ser pregada para que haja libertação. Amargamos existir para fora, como figueiras sem fruto, desconectados de toda graça e bondade de Deus, que é o que ressignifica a vida e constrói no ser a paz e o bem.

Minha esperança é que ainda haja consciência e coragem em uns poucos, e que estes se levantem como arautos das mudanças que urgem. Ou fazemos isto, ou veremos a Igreja e a fé cristã se diluírem e se extinguirem no tempo que virá. É hora de ação, não de retórica! Lembremo-nos, parafraseando Pierre Reverdy, que "a ética é a estética do lado de dentro", não a plasticidade performática do lado de fora.
by C.M.

domingo, 16 de janeiro de 2011

PRA QUEM VOCÊ FAZ AS COISAS?

QUAL O TAMANHO DA SUA PLATÉIA? (a motivação por trás das coisas que fazemos)
Quando penso nesse assunto sempre esbarro nessa tecla. Pensando em nossos empreendimentos e realizações pessoais, nossa produção, o que nos faz transpirar e ocupa nossa mente, o que fazemos, compramos, nos relacionamos, trabalhamos... É motivado pelo que?
Especulando um pouquinho, será que fazemos tudo isso para mostrar que nosso trabalho é muito mais produtivo? Ou pelo fascínio do poder e da influência que manipula e domina as pessoas ao nosso redor? Pelo prazer de obter uma grande platéia em torno de nosso nome? Ou para exibir um lindo currículo digno de aplausos? Ou pelo afã de preservar o cargo custe o que custar, ou o desejo de subir na escalada de reconhecimento dos amigos ou dos superiores?
Infelizmente tenho que dizer aqui, que nossas tarefas e realizações mesmo as religiosas lambuzadas com maquiagem de espiritualidade, se foram construídas na base da exaltação do ego, são obras de consistência frágil que no fim das contas se esfacelarão e virarão substrato de cinza, por serem erigidas em nome do ego e não para a glória Deus.

Nossas obras têm que ser essencialmente em nome de Cristo, dando pão, cobrindo o nu, lavando pés cansados, visitando o preso e oferecendo copos de água fria a pequeninos indefesos, comendo, bebendo, se divertindo, ou fazendo qualquer coisa, seja em palavra ou em ação, tudo sendo feito para a glória exclusiva do Pai.

Com certeza vamos ter grandes surpresas no Dia do Juízo Final quando todas as nossas obras serão provadas pelo fogo da revelação diante do olhar óptico do super escâner de Jesus, quando seremos vazados pelo olhar infalível Daquele cujos olhos são como chamas de fogo, e ficaremos abismados ao vermos pessoas de poucos recursos e pequenas obras modestas e esquecidas pelos homens serem aquilatadas pelo Maçarico da Santidade, e ver sua pequena obra produzir o mais apurado ouro, precioso e puro, e outras, manipuladoras de grandes massas, e que apesar de suas vultosas realizações, ver suas obras volatizadas, reduzidas a pó de cinza, por construírem suas vidas com o material volátil da madeira da vaidade e com a palha da exibição diante dos homens, combustíveis perfeitos para acender a chama do inferno, se bem que alguns passarão à eternidade por um triz, cheirando a fumaça, mas mesmo assim adentrarão as portas do Paraíso, tão grande a graça do nosso Deus...

Por isso vou vivendo por aqui, me esforçando ao máximo pra não entrar nessa briga feia dos que querem ser os mais qualificados, ao contrário, sempre tentarei escapar do julgamento dos que estão no cimo da pirâmide dos merecimentos, dos que querem medir meu desempenho com a fita métrica do legalismo e sempre que puder, fugirei da funesta premiação dos melhores.

NÃO VOU ENTRAR NESSA CONCORRÊNCIA! DEUS ME AJUDE!

Será que esse povo que se mata por reconhecimento ainda não leu o texto que diz que a vitória não depende de quem corre, mas de quem alcança a misericórdia de Deus?

Não. Já decidi. Quero viver no mundo como se só Jesus estivesse me vendo, aí vou fazendo meu trabalho sem grandes pretensões, mas me esforçando para que cada pensamento e obra que faço sejam mesmo para louvor da glória de Deus, então vou escrevendo, pregando, desenhando, exercendo meus dons, planejando para o futuro, criando relacionamentos e se tão somente buscar viver sob a égide da humildade e da simplicidade, tal qual Cristo viveu, penso estar cumprido meu propósito aqui sobre essa terra.

No Reino dos Ceús desejo ser uma minúscula pepita de ouro dentre bilhões, que espero ser purificada no cadinho do Ourives do Céu, não por ser alguém, ou por ter feito muito, mas simplesmente por ser...DELE.

sábado, 15 de janeiro de 2011

QUANDO O ALTAR ESTÁ QUEBRADO

Texto base: Está na hora de você deixar o Espírito Santos consertar e reparar as trincas.

Texto - I Rs 18.27-30

Introdução: Satanás vai fazer de tudo para destruir seu altar, ele vai tentar de tudo para derrubar você espiritualmente pois sabe que quando estamos com um altar diante do Senhor, acontece grandes vitórias e Deus faz maravilhas.

Homens que tinham um altar diante do Senhor:

1.Noé tinha um altar ( Gn 8.20 ).

A resposta que Noé precisava de Deus veio logo quando ele colocou um animal limpo diante do altar ( temos que nos colocar em sinceridade e limpeza diante de Deus ). Noé ofereceu o melhor, vamos oferecer também em nosso altar a nossa sinceridade (forma de concertar - ser sincero quando chegamos ao altar).
2. Abraão tinha um altar ( Gn 22.9 ).

Colocou em ordem a lenha no altar para o Senhor responder, temos colocado e dados motivos para que o Senhor responda? ( lenha = combustível, na vida do crente oração é o combustível ) - (manter a lenha sempre no fogo, ou seja ter uma vida de oração e comunhão em espirito).

3. Gideão também preparou seu altar ( Jz 6.18 ).

Ele foi aprovado em sua chamada ( Deus o escolheu ). Pois Deus preparou tudo de acordo com os propósitos e vontade de Deus (quando preparamos nosso altar Deus coloca em prática seus projetos). Ele livrou Isarel dos Midianitas.(Deixar tudo na vontade de Deus e ser submisso).
4. Davi também tinha um altar ( I Cr 21.26 ).

ele sabia do peso que era estar com o altar em ordem.

5. (Hoje nós seus servos) a igreja deve estar com o altar em ordem para que venha a resposta de Deus e alcançar vitórias ( Hb 13.10-15 ). Oferecendo o melhor para o Senhor Jesus- O que podes oferecer ??? o que tens oferecido? onde tem sido tuas falhas?

O frutos dos lábios para Deus e não para o mundo ( crente deformado) de segunda a sexta fala palavrões, xinga sua mulher, canta música do mundo, ai vai no domingo para a igreja e depois quer que o fogo caia??? ( até quando coaxareis entre dois senhores Baal ( mundo ) ou o Senhor Jesus ( igreja ) seus lábios devem glorificar Jesus quando a igreja tem altar da vida colocada nas mãos do Senhor, Deus responde suas orações e é só vitória ( At 12 ).

Conclusão: Como vai teu altar irmão? não está na hora de você deixar o Espírito Santo consertar e reparar essas trincas? é hora de se quebrantar, deixe agora o Oleiro te visitar e te fazer um vaso novo.

FERRAMENTAS INDISPENSÁVEIS AO PASTOR

Texto base: 1 Tm 4.16

Que ferramentas todo pastor deve possuir? Que habilidades ele precisa ter? Ou, perguntando com franqueza: o que um pastor tem de fazer razoavelmente para ser um bom pastor?

Observe o que não estou perguntando. Não estou perguntando sobre a teologia do pastor. Ou sobre a sua santidade pessoal. Ambas são essenciais e mais importantes do que algum dom específico. Todo pastor precisa cuidar bem de sua vida e de sua doutrina (1 Tm 4.16). Mas, o que um pastor tem de fazer? Esse é o assunto deste artigo.
Admitamos que ele está indo bem nas áreas de caráter e de convicção. Mas, o que se exige dele quanto à competência?

Em seguida, apresentamos uma lista que não é exaustiva. E, com certeza, não reivindicamos ser excelentes em cada área. Todavia, com base em minha experiência, um pastor de igreja local – estou pensando, em particular, no papel de pastor principal ou de pastor único – tem de ser competente em cinco áreas.
1. Um pastor tem de ser capaz de ensinar. Uma das cinco diferenças existentes nas qualificações de presbíteros e diáconos e a única habilidade na lista é que o presbítero seja “apto para ensinar” (1 Tm 3.2). Se o pastor é o único ou o pastor principal, ele labutará especialmente na pregação e no ensino (1 Tm 5.17). As igrejas suportarão várias deficiências, porém muitas igrejas ficarão impacientes com um pastor que não sabe ensinar.

É verdade que ensinar e pregar são habilidades que se desenvolvem com o passar do tempo. Por isso, talvez seja difícil determinar se um jovem é “apto para ensinar”. Contudo, antes de alguém entrar no ministério, ele deve ser capaz de comunicar a Palavra de Deus com alguma medida de confiança e clareza.

Algumas coisas que devemos examinar:
• Ele gosta de ensinar? Se não gosta, não melhorará no ensino.

• Ele pode se comunicar com as crianças? Seria um grande treinamento e um admirável campo de prova se os pastores trabalhassem como professores de alunos das primeiras séries, antes de entrar no ministério de tempo integral. Bons mestres sabem como tornar compreensíveis verdades profundas. Em contraste, se você torna confusas coisas simples, talvez não tenha o dom de ensino, ainda não.
• Ele gosta de ler? Alguns pastores lêem bastante. Outros lerão devagar ou sem muita freqüência. Mas, se um pastor não gosta de ler (supondo que ele tem acesso a bons livros), ele dificilmente crescerá em profundidade e amplitude de discernimento. Se um pastor não tem fome por aprender, talvez não ajudará outros a aprender.

2. Um pastor tem de ser capaz de relacionar-se com as pessoas. Há muitas maneiras de um pastor conectar-se com seu povo. Ele pode fazer visitas aos enfermos, ou mentorear pessoas individualmente, ou liderar grupos pequenos, ou trabalhar para que haja mais envolvimento da equipe de colaboradores. Sempre haverá pessoas ao redor do ministério; e um bom pastor se esforçara para estar disponível a pelo menos algumas dessas pessoas.

Os relacionamentos assumem muitas formas. Você pode ser um pastor extrovertido e gregário ou um introvertido meditativo. Alguns de nós somos bons em bate-papo. Outros odeiam isso e preferem um convívio mais próximo e quieto com outra pessoa. Não estou dizendo que o ministério pastoral é somente para os sociáveis. Mas, se um homem não pode lidar cordial, gentil e amavelmente com as pessoas, ele deve pensar duas vezes em ser um pastor.

Uma boa pergunta a ser considerada: este homem faz amigos com facilidade? Eu hesitaria em chamar um pastor que luta para fazer e manter amigos.
3. Um pastor tem de ser capaz de liderar. Isso pode nos enganar. Ao usar o vocábulo “liderar” não quero dizer que todo pastor tem de ser um empreendedor ousado. Mas ele deve ter pessoas que o seguem. Tem de ser disposto a tomar uma posição, ser impopular às vezes. Precisa de coragem e da habilidade de tomar decisões desagradáveis. Se um homem tem necessidade de ser apreciado por todos, em todo o tempo, ele não está pronto para ser um pastor. Um pastor não deve ter medo de influenciar. E, se ele não é um visionário ousado, deve ser aquele tipo de líder que encoraja outros que têm dons de liderança mais destacados.
4. Um pastor tem de ser relativamente organizado ou cercar-se de pessoas que podem fazer isso por ele. Eu queria usar a palavra “administração” para referir-me a esse assunto, mas decidi não usá-la por receio de ser mal compreendido. Não creio que os pastores precisam ser gurus administrativos. De fato, penso que nenhum pastor entrou num seminário com o sonho de que poderia ser capaz de manter a igreja cumprindo sua função tranquilamente. Administração não é a essência do ministério; pelo menos, não deveria ser.

No entanto, não podemos evitar isto: um pastor tem de possuir alguma habilidade básica de organização. Ele não pode esquecer sempre os seus compromissos ou chegar atrasado em cada reunião de presbíteros. O pastor precisa retornar as chamadas telefônicas e entender como se realiza uma reunião. Na verdade, todos esquecemos coisas. Todos nós falhamos de vez em quando. Ser um pastor não exige onisciência ou onipotência, mas temos de ser responsáveis. Certo ou errado, talvez a sua igreja não perceba imediatamente que você parou de estar com as pessoas e que você não tem capacidade de liderar, mas a congregação perceberá logo que não pode depender de você.
Competência administrativa básica é exigida para o ministério pastoral. Se você não tem essa competência como pastor, ache pessoas que têm e permita que elas cuidem de você.

5. Um pastor tem de orar. Se essa ferramenta ficar corroída, ninguém saberá; pelo menos, não a princípio. É impossível sobreviver como pastor sem as outras quatro habilidades. Contudo, infelizmente, é fácil sobreviver e, até, prosperar no ministério sem essa ferramenta. O pastor que prospera sem oração não é o pastor sob cujo ministério quero estar, nem o pastor que desejo ser. Podemos realizar muito em nós mesmos, mas o que realmente importa exige oração, porque exige a presença de Deus. Um homem que não ora não deve pregar.

Como você mesmo pode testemunhar, essas cinco competências não são iguais em importância. As competências 1, 2 e 5 são essenciais e devem ser o foco do ministério. As competências 3 e 4 podem ser evitadas por algum tempo, mas não podem ser ignoradas. Em minha experiência, todas as cinco habilidades são necessárias ao ministério pastoral. Alguns pastores serão excelentes em várias dessas competências. Alguns serão muito bons em uma área ou muito bons em outras. Nenhum pastor será um modelo de todas essas cinco áreas. Se eu tivesse de avaliar um aluno de seminário que está prestes a entrar no ministério, ou se fosse membro de uma igreja que está à procura de um pastor, desejaria ver competência básica em cada uma dessas áreas.

MOTIVAÇÃO, LIDERANÇA E TRABALHO EM EQUIPE

A maior participação, o estímulo ao trabalho em equipe irá melhorar o clima organizacional, fato que é definido pela "percepção coletiva que as pessoas têm da empresa, através da experimentação de práticas, políticas, estrutura, processos e sistemas e a consequente reação a esta percepção" (Sorio, s.d.).

Diante de um mundo em constantes transformações, e com a concorrência cada dia mais feroz, a conquista de melhores índices está baseada na construção de um perfil de colaboradores felizes, envolvidos, motivados e participantes. Pesquisas comprovam que o índice de produtividade pode chegar a 60% de aproveitamento nas empresas em que os profissionais são motivados, se comparado a míseros 8% para uma equipe desmotivada (Dias, 2007).

O trabalho em si, para a maioria das pessoas, já se trata de um fator comum para a desmotivação, pois não atuam em empresas preocupadas com a satisfação da equipe, e não se sentem valorizados pelos seus líderes.

Com base no relato acima, serão relacionados os agentes causadores de desmotivação, segundo Brum (1998; apud Batista, et. al., 2005:24):

Salário inadequado;

Falta de informação sobre a empresa e seus processos;

Desconhecimento quanto a própria performance no trabalho;

Desapontamento pela perda de uma promoção;

Inexistência de condições necessárias para a execução de determinada tarefa;

Acúmulo de tarefas, e

Aumento do número de tarefas.

As razões acima citadas são, na sua maior parte, voltadas a falta de comunicação interna, como também para a má gestão da liderança, que, diante da falta de diálogo e inexistência de feedback, só pioram os índices relacionados a desmotivação. Isto tem como conseqüência uma equipe sem estímulo, sem vontade de superar limites, com baixa produtividade e sem comprometimento.

Uma pesquisa realizada pela empresa SEC Talentos Humanos, citado por Tadeu Dias (2007), teve como amostra 484 profissionais brasileiros. A pesquisa mostra índices referentes a falta de motivação semelhantes as causas apontadas por Brum, dando maior veracidade aos dados levantados pelo autor e ratificam o quanto estes se mostram comuns nas rotinas empresariais e o quanto prejudicam a motivação dos colaboradores. Abaixo seguem os índices:

28% dos profissionais alegam falta de motivação no departamento em que trabalham;

16% gerenciamento de conflitos;

12% sobrecarga de trabalho,

12% luta do perfeccionismo versus o tempo;

10% administração do tempo;

10% acúmulo de funções;

7% falta de cooperação da equipe, e

5% falta de preparação técnica para as atividades.

Índices como estes comprovam a importância de buscar estímulos que gerem motivação da equipe, visto que todos os itens acima citados têm como conseqüência diminuição da produtividade e prejuízos para empresa.
A motivação no trabalho é manifestada pela orientação do empregado em realizar com precisão as tarefas e persistir na execução, atingindo o resultado esperado. Tamayo; Paschoal (2003 apud Rosa, Riggenbach e Zinder, 2007). O comprometimento está relacionado com fatores motivacionais que podem alterar o comportamento do colaborador no ambiente de trabalho.
Segundo Berganini (1997 apud Rosa, Riggenbach e Zinder, 2007:08), "cada pessoa tem suas próprias orientações motivacionais. O sentido que cada um atribui àquilo que faz e lhe dá satisfação é próprio apenas daquela pessoa, isto fornece sentido a maneira pela qual cada um se sente motivado. Deve-se levar em consideração a existência das diferenças individuais e culturais quando se fala em motivação. Estes fatores podem afetar o entendimento de uma necessidade assim como a maneira particular que as pessoas agem na busca de seus objetivos."
Ainda o mesmo autor afirma que, "estar motivado não deve ser confundido com situações em que as pessoas têm momentos de alegria, bem-estar ou entusiasmo. Estes estados podem ter sido provocados durante o processo motivacional, mas não explicam como se chegou até eles nem como eles apareceram. A motivação é muito mais ampla do que os comportamentos, tudo deve ser considerado sob o ponto de vista do indivíduo que a vivencia e não somente por quem observa".

Os comentários do autor refletem, não só a definição do que seria a motivação, como também nos fatores que não devem ser considerados como motivação. Muitos gestores confundem momentos de felicidade momentânea, como: festas de confraternização, encontros fora do expediente de trabalho, entre outros, com equipe motivada. Como disse o autor, motivação é algo muito mais amplo, e engloba uma série de fatores que devem ser analisados com critério e aplicados diariamente nas empresas, e não somente em dias de confraternização.
by P.C.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO OU GESTÃO ESTRATÉGICO - DECISÃO E AÇÃO DA LIDERANÇA

Manter a competitividade em alta é um desafio permanente para todas as empresas. Uma das "ferramentas" para sustentar essa capacidade é a gestão estratégica. É um processo essencial para a sobrevivência da organização e a condução do mesmo deve ser de responsabilidade da alta administração. Entretanto, precisa ser compartilhado com outros níveis de lideranças e colaboradores, buscando a participação e o comprometimento de todos, sem exceção, para planejar, gerenciar, executar, acompanhar e o de corrigir rumos quando necessário (PDCA). É um processo dinâmico e essencial para a condução de um negócio marcado nos dias de hoje pela necessidade de mudanças muitas vezes radicais, inúmeras turbulências etc.
Vale lembrar que há uma grande diferença entre Gestão Estratégica e Planejamento Estratégico. O Planejamento Estratégico é um processo gerencial que diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Já a Gestão Estratégica é uma forma de acrescentar novos elementos de reflexão e ação sistemática e continuada, a fim de avaliar a situação, elaborar projetos de mudanças estratégicas e acompanhar e gerenciar os passos de implementação. Como o próprio nome diz, é uma forma de gerir toda uma organização, com foco em ações estratégicas em todas as áreas.

Dentro da Gestão Estratégica existem vários passos. Inicialmente é elaborado um Diagnóstico Estratégico, onde são realizados os levantamentos das situações atuais da empresa, buscando assim avaliar a existência e a adequação das estratégias vigentes dentro da organização, bem como se estão oferecendo os resultados esperados. Dentro do Diagnóstico Estratégico são levantadas informações como a competitividade da empresa, o portfólio de produtos, as ações de mudanças, vulnerabilidade às ameaças existentes, quantidade de recursos estratégicos disponíveis e os projetos futuros.

Em seguida é realizada uma verificação sobre a Prontidão Estratégica, ou seja:

- O envolvimento e a disponibilidade da direção da empresa em relação ao futuro.

- As ações tomadas pela alta administração para solucionarem eventuais "janelas" estratégicas.

- A atenção às mudanças que podem afetar de forma positiva ou negativa, os obstáculos institucionais, estatuários, culturais, a existência de perfeita comunicação interna, a existência de sistema de reconhecimento de equipe, que venham de encontro à Missão, à Visão e aos Valores da empresa etc.

Posteriormente, inicia-se o processo de seleção das prioridades em função da gravidade dos problemas encontrados dentro da empresa e assim é estabelecida uma sequência lógica para a implementação das ações, com foco nos mais importantes em primeiro plano. Tal ação é conhecida como Direcionamento Estratégico, ou seja, é o momento em que se define o direcionamento que a instituição precisa seguir para sobreviver ou se sobressair em determinado cenário.

Como o conceito de estratégia relaciona-se diretamente com visão de futuro, uma empresa precisa ter sua visão focada no futuro. Deve, então, manter a Obediência Estratégica, ou seja, é preciso: observar, acompanhar por indicadores bem especificados, questionar, vasculhar o horizonte - no tempo, no espaço -, à procura de possíveis riscos e oportunidades que possam exigir, oportunamente, ações antecipadas e respostas estratégicas ou contramedidas da organização.

Para as lideranças atuarem com a Gestão Estratégica é necessário apurar seus processos e a real situação e desenvolver ações corretivas constantes, focando seus objetivos e meta, bem como desenvolvendo suas estratégias de forma a manter a sobrevivência, o crescimento e a diferenciação competitiva.

Existem soluções definitivas para as lideranças que adotam métodos científicos eficientes e inovadores para direcionar e consolidar a evolução da empresa em qualquer cenário de competitividade. Várias organizações e governos conseguem alavancar a qualidade, a produtividade e a rentabilidade, utilizando métodos científicos e como consequencia investem de forma contínua e consistente no principal negócio.
O líder empírico deve:

- Buscar conhecimento e estudar muito para mudar a sua forma de atuação.

- Conseguir o respeito e a admiração de todos pela disciplina e se tornando um verdadeiro educador, apoiando-se em metodologias avançadas de gestão.

Está acontecendo uma revolução silenciosa nas organizações e em alguns poucos governos estaduais e municipais realizada por líderes inteligentes. Procure saber quem, onde e como.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

VENCEDOR OU VÍTIMA?

"Nós que escolhemos se vamos ser um ou outro, dependendo da nossa atitude diante das circunstâncias"

Ao longo da vida enfrentamos uma série de situações diferentes, mas em todas elas a atitude que escolhemos tomar será sempre fundamental para o sucesso ou derrota em nossas vidas. Somos na verdade nós que escolhemos se seremos vencedores ou vítimas. Pois isso não tem tanto a ver com as circunstâncias em si, que podem mesmo ser terríveis, mas tem a ver sim, com a nossa atitude diante delas.

A Bíblia tem muito a nos ensinar sobre isso, vejamos por exemplo o episódio ocorrido com Davi e seus homens, descrito em 1 Samuel 30.1-3:
"Quando Davi e seus soldados chegaram a Ziclague, no terceiro dia, os amalequitas tinham atacado o Neguebe e incendiado a cidade de Ziclague. Levaram como prisioneiros todos os que lá estavam: as mulheres, os jovens e os idosos. A ninguém mataram, mas os levaram consigo, quando prosseguiram seu caminho. Ao chegarem a Ziclague, Davi e seus soldados encontraram a cidade destruída pelo fogo e viram que suas mulheres, seus filhos e suas filhas tinham sido levados como prisioneiros."

Davi sente profundamente a dor daquela situação caótica. "Então Davi e seus soldados choraram em alta voz até não terem mais forças. " v.4

A situação fica ainda pior para o líder. "Davi ficou profundamente angustiado, pois os homens falavam em apedrejá-lo;"v. 6 a

Davi sofre a sua própria dor, a dor dos seus liderados e agora a pressão da sua posição de líder que passa a ser acusado injustamente. A dor e a amargura cega as pessoas. "todos estavam amargurados por causa de seus filhos e de suas filhas."6b

Temos duas atitudes ou reações a tomar diante de situações como estas e ambas as opções estão descritas neste episódio bíblico.

a) A atitude de VÍTIMAS - Os homens de Davi se deixaram dominar pelo caos e por toda gama de sentimentos gerados pelo mesmo, o que incluiu rebelião, injustiças, murmuração, vitimização e consequente falta de reação para tentar enfrentar a situação.

b) A atitude de VENCEDOR - Davi optou em resistir e reagir positivamente a todo o quadro de aparente derrota descontrolada.
Como vencedor Davi fez duas coisas:

Primeiro, ele fortaleceu-se no Senhor ou se encorajou no Senhor. "Davi, porém, fortaleceu-se no SENHOR, o seu Deus."6 c.

A oração e o derramar do coração na presença do Senhor. Ele certamente fez uma exposição de toda a situação na presença do Senhor. Nesse fortalecer e reanimar no Senhor está o renovar das forças e a obtenção de coragem para continuar a vida, isso já é vitória em si mesmo.
Segundo, ele buscou a direção do Senhor para aquele decisivo momento de sua vida. (vide versículo 7-8)

Esse buscar de Davi pode ser dividido em três passos, a saber: o passo da fé -A confiança na soberania de Deus, Davi buscou a presença do Senhor exercitando a fé. O passo do compromisso - para cumprir a missão ou o propósito recebido. Ele se manteve à frente daqueles homens (v. 9-10). E o passo da ação - para colocar em prática a vontade e estratégia do Senhor. Ele confiou, ele agiu, ele foi à luta batalhou e venceu.
Quando buscamos a direção do Senhor seguimos no caminho da vitória.

Ninguém pode derrubar você a não ser que você permita, a nossa atitude é responsabilidade nossa.

Diante dos problemas que nos chegam sempre teremos a opção de nos deixar dominar pelas circunstâcias e permitir que elas nos derrubem, nos transformando em vítimas ou reagir e assumir pela graça o controle sobre a nossa própria atitude diante da vida na total dependência do Senhor.

Davi nos ensina aqui a fazer sempre a segunda opção, nos lembrando que toda vitória dos servos do Senhor estava baseada em uma atitude pessoal vitoriosa.
Davi venceu, sua liderança passou por uma grande prova, mas a Bíblia diz v. 19 "...Davi recuperou tudo".

Mas tudo começou quando ele decidiu não ser vítima, mas vitorioso no Senhor. Pois... "Davi, porém, fortaleceu-se no SENHOR, o seu Deus."6 c.

Essa deve ser a nossa opção também.

E-MAILS QUE PODEM SER NECESSÁRIOS

01. Quando for comprar qualquer coisa não deixe de consultar o site Gastarpouco.

www.gastarpouco.com

02. Serviço dos cartórios de todo o Brasil, que permite solicitar documentos via internet:

www.cartorio24horas.com.br/index.php

03. Site de procura e reserva de hotéis em todo o Brasil,por cidade, por faixa de preços, reservas etc.:

www.hotelinsite.com.br

04. Site que permite encontrar o transporte terrestre entre duas cidades, a transportadora, preços e horários:

https://appweb.antt.gov.br/transp/secao_duas_localidades.asp'

05. Encontre a Legislação Federal e Estadual por assunto ou por número, além de súmulas dos STF, STJ e TST:

www.soleis.adv.br

06. Tenha a telinha do aeroporto de sua cidade em sua casa,chegadas e partidas:

www.infraero.gov.br/pls/sivnet/voo_top3v.inip_cd_aeroporto_ini=

07. Encontre a melhor operadora para utilizar em suas chamadas telefônicas:

http://sistemas.anatel.gov..br/sipt/Atualizacao/Importanteaspp'

08. Encontre a melhor rota entre dois locais em uma mesma cidade ou entre duas cidades, sua distância, além de localizar a rua de sua cidade:

www.mapafacil.com.br

09. Encontre o mapa da rua das cidades, além de localizar cidades:

http://mapas.terra.com.br/Callejero/home.asp

10.Confira as condições das estradas do Brasil, além da distância entre as cidades:

www.dnit.gov.br
11. Caso tenha seu veiculo furtado, antes mesmo de registrar ocorrência na polícia, informe neste site o furto.O comunicado às viaturas da DPRF é imediato:

www..dprf.gov.br/ver.cfmlink==form_alerta

12. Tenha o catálogo telefônico do Brasil inteiro em sua casa. Procure o telefone daquele amigo que estudou contigo no colégio:

www.102web.com.br

13. Confira os melhores cruzeiros,datas, duração,preços, roteiros, etc.:

www.bestpricecruises.com/default.asp

14.Vacina anti-câncer (pele e rins). OBS: ESTA VACINA DEVE SER SOLICITADA PELO MÉDICO ONCOLOGISTA:

www.vacinacontraocancer.com.br/hybricell/home.html

15. Indexador de imagens do Google - captura tudo que é foto e filme de dentro de seu computador e os agrupa, como você desejar:

www.picasa.com

16. Semelhante ao Internet Explorer , porem muito mais rápido e eficiente, e lhe permite adicionar os botões que desejar, ou seja, manipulado como você o desejar:

www.mozilla.org.br/firefox

17. Site de procura, semelhante ao GOOGLE:

www.gurunet.com

18. Site que lhe dá as horas em qualquer lugar do mundo:

www.timeticker.com/main.htm

19. Site que lhe permite fazer pesquisas dentro de livros:

www.a9.com

20. Site que lhe diz tudo do Brasil desde o descobrimento por Cabral:

www.historiadobrasil.com.br

21. Site que o ajuda a conjugar verbos em 102 Idiomas:

www.verbix.com

22. Site de conversão de Unidades:

www.webcalc.com.br/conversões/area.html

23. Site para envio de e-mails pesados, acima de 50Mb:

www.dropload.com

24. Site para envio de e-mails pesados, sem limite de capacidade:

www.sendthisfile.com

25. Site que calcula qualquer correção desde 1940 até hoje, informando todos os índices disponíveis no mercado financeiro.. Grátis para Pessoa Física:

www.debit.com.br

26. Site que lhe permite falar e ver pela internet com outros computadores,ou LHE PERMITE FALAR DE SEU COMPUTADOR COM TELEFONES FIXOS E CELULARES EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO GRÁTIS -Decomputador paracomputador, voz + imagem. De computador para telefone fixo ou celular:

www.skype.com

27. Site que lhe permite ler jornais e revistas de todo o mundo.

www.indkx.com/index.htm

28. Site de câmaras virtuais, funcionando 24 hs por dia ao redor do mundo:

www.earthcam.com

29. Site de venda de website e loja virtual que oferece o recurso de auto gestão:

www.eccweb.g3w.com.br

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

4 PASSOS PARA A TOMADA DE DECISÃO

A base do processo para a tomada de decisão é a identificação correta do problema, que evita diversas armadilhas psicológicas com as quais as pessoas se deparam. Paul Schoemaker, diretor do Mack Center for Technological Innovation da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, explica como decidir perseguindo o melhor resultado para uma negociação.

Para o professor e autoridade em tomada de decisão, negociação e tomada de decisão andam de mãos dadas. Para isso, o acadêmico defende quatro passos que levam à tomada de decisão:

1 - Enquadre o problema.

2 - Colete informações.


3 - Tire conclusões.


4 - Aprenda com a experiência.

Esses passos são não lineares e dinâmicos, de maneira que o problema talvez precise ser redefinido no curso das conversações.

Rompa o enquadramento original

Identificar e delimitar o problema é fundamental. No entanto, cada um de nós traz consigo um enquadramento, ou seja, um repertório de receitas mentais, pelas quais entendemos como o mundo funciona. Mas, na maioria das vezes, elas estão equivocadas ou incompletas.

“Nossa janela é limitadora; então, não vemos as melhores soluções. O enquadramento filtra a informação que nos chega, mas não nos damos conta disso”, alerta Schoemaker. Em problemas complexos, como na negociação, não enxergamos todos os ângulos da questão. “Negociação tem a ver com descobertas, com fazer as perguntas certas.”

“Outros enxergam o meu nariz melhor do que eu”, diz o especialista em decisão. Segundo ele, ser criativo é romper o enquadramento que nos limita. É desafiar nossos modelos mentais e procurar conhecer os modelos mentais da outra parte.

A questão do risco de perdas

Se coloque no lugar de um chefe de divisão industrial de uma empresa que se vê diante da necessidade de decidir sobre o corte de funcionários dentro de um universo de 600 pessoas. Há duas opções: na alternativa A, 200 empregos serão salvos; na B, há um terço de chance de que 600 empregos sejam salvos e dois terços de chance de que nenhum emprego seja salvo.

As pessoas tendem a escolher a opção A, mas, quando se muda a maneira de enfocar o dilema, destacando as perdas potenciais (400 empregos em A e zero a 600 empregos em B), as pessoas tendem a optar por B, alternativa na qual a perda pode ser maior.
“Se temos metas mais ambiciosas, tendemos a estar mais dispostos a assumir riscos, quando nos deparamos com perdas grandes”, diz Schoemaker. Ele assinala que apresentamos inconsistências no modo como avaliamos e enfrentamos o risco. “Quanto mais altos os pontos de referência de uma negociação, mais altos os riscos que estamos dispostos a assumir.”

Em negociação, lidamos com a ambiguidade. Por isso, a arte dos bons negociadores e bons políticos é reenquadrar o pensamento das pessoas.

Ciladas da coleta de informações

A coleta de informações, um dos passos do sistema dinâmico de tomada de decisão que Schoemaker propõe, traz o risco de cairmos em armadilhas típicas. São elas:

1. Excesso de confiança no próprio discernimento. “Se listássemos tudo o que assumimos sobre a outra parte em uma negociação, veríamos que estamos excessivamente confiantes”. Temos que começar com honestidade, para elaborarmos as perguntas corretas.

2. Atribuir peso excessivo às informações disponíveis. “Até que ponto informações de que dispomos são parciais?” As pessoas creditam maior peso àquilo que ouvem e leem com mais frequência.

3. Ancorar exageradamente as estimativas. O ponto de partida tem uma influência excessiva na negociação final. Essa âncora é, por exemplo, quanto assumimos que a outra parte está disposta a pagar.
“Uma vez que estabelecemos a âncora, tendemos a não nos afastar dela. Utilize múltiplas âncoras”.

4. Ter predileção por dados comprobatórios. Nem tudo pode ser comprovado, e os juízos de valor são muito relevantes numa negociação.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

DIFERENÇA ENTRE DESIGREJADOS E DESVIADOS

Desigrejado não é desviado. O desigrejado se afastou do modelo ortodoxo de comunhão (igreja denominacional) e não aderiu a nenhum outro modelo heterodoxo, seja células, igreja em casa, ou ainda comunidades e novos modelos (tipo aqueles que estão reinventando o modelo tradicional de Igreja, depois de tê-lo desconstruído, risos.). O desigrejado tão pouco se desviou de Cristo, tão somente de sua comunidade, não aderindo a nenhuma outra.

O desviado simplesmente desviou-se da fé. Pode-se presumir que os irmãos que se declaram SEM RELIGIÃO sejam desviados, afinal estão em um site cristão, mas isto não é certo. A maioria dos desviados, seja por feridas adquiridas na igreja, decisão própria ou qualquer outro motivo, está longe da comunhão e, quase certamente, não buscam mídias eletivas de conteúdo cristão.

Na prática, o desigrejado poderia seguir imitando a Cristo, portando sendo cristão, não fosse um pequeno detalhe, risos: Como ser cristão sem o “outro”? Sem a comunhão? Sem o culto ao Pai, o louvor? O discipulado? Creio ser muito difícil, mas a questão é nevrálgica. Obvia para mim, mas não para todos. Deixemos o tema para outra oportunidade. O que nos interessa é tentar lançar bases para outros esforços. Penso que devemos olhar esta multidão de irmãos afastados da comunhão, a maioria esfriando na fé (feridos, machucados) e, no entanto, buscando a Cristo e algum tipo de comunhão.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

PARA VOCÊ QUE É LIDER, TEM CHAMADO, QUER SER E VAI SER

Liderança é um assunto complexo. Entretanto desejo compartilhar sobre dois aspectos essenciais desse tema: caráter e capacidade de liderar. A lista de qualidades necessárias aos líderes da igreja que Paulo menciona em 1Timóteo 3 e Tito 1 diz respeito, basicamente, ao caráter – eles devem ser irrepreensíveis, fiéis à esposa, temperantes, precisam ter domínio próprio, não podem ser gananciosos, etc. O mais importante é quem somos e não o que fazemos. Para que DEUS abençoe nossa igreja, os líderes devem se santificar. O Senhor não exige perfeição de nós, mas espera que sejamos sinceros e que nos esforcemos.Os líderes devem buscar a semelhança com JESUS CRISTO. Creio que qualquer líder deve possuir três características: pureza, sinceridade e humildade.

Em relação à capacidade de liderar, muitas igrejas cometem erros de não se dar conta de que a capacidade para liderar é um elemento fundamental para uma liderança eclesiástica bem sucedida. Se seus líderes são pessoas íntegras e sensíveis à voz do Espírito, mas não tem talento para liderar, a igreja enfrentará problemas. Quando se trata de liderar uma igreja, ele tem de possuir algumas características que talvez não sejam necessárias em outras áreas.
O líder não pode ter receio de enfrentar problemas, líderes exemplares combatem situações nocivas baseadas na Bíblia, de maneira amorosa e abertamente. Para igrejas que crêem na Bíblia, algumas verdades são absolutas.
Bons líderes não questionam os ensinamentos bíblicos. Doutrinas como a inspiração das Escrituras, a divindade JESUS, o plano de salvação, a ressurreição e a segunda vinda de Cristo são inquestionáveis.
Naqueles assuntos em que há margem para interpretação, bons líderes se mostram "flexíveis". A cooperação entre líderes é essencial para que a igreja cresça. Líderes de qualidade conhecem os perigos da lei de Boyle: "Se não houver controle, todo o trabalho recairá sobre a pessoa mais competente até que ela fique sobrecarregada". Entretanto, bons líderes confiam em seus colegas e em JESUS, a cabeça da igreja. Eles sabem que, sem delegar responsabilidades, é impossível crescer.
Não podemos ter certeza que os líderes da igreja serão pessoas de caráter e capazes de cumprir sua tarefa. Entretanto podemos usar de discernimento e criatividade para assegurar uma liderança de qualidade. A seguir apresentaremos algumas ideias práticas para aprimorar nossas qualidades: seja autêntico, separe tempo para crescer espiritualmente e descansar, preste conta a alguém, ame sua família e amplie seus horizontes.

Não sei que problema irá experimentar, mas sei que a igreja precisa de líderes de qualidade que desejem cumprir seu chamado e vencer a batalha.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

VIVER NÃO É PRECISO

“Navegar é preciso, viver não é preciso”. Fernando Pessoa.

A primeira vez que ouvi esta frase foi na música de Caetano Veloso “Os Argonautas”. Segundo a mitologia grega, Argonautas eram tripulantes da nau “Argo”, uma embarcação que partiu numa expedição em busca do vale do ouro que se encontrava na cidade de Cólquida, localizada na fronteira entre a Europa e a Ásia.

Por conta dos riscos inerentes a viagem, um arauto foi enviado por toda a Grécia com o intuito de atrair heróis para a dificílima empreitada. Em alguns meses, 50 deles se apresentaram no porto para embarcar, homens de grande renome e valor.

Se eu fosse interpretar a frase de Pessoa, a partir do mito, poderia afirmar que a coisa mais importante da vida é navegar, desatracar do porto, deixar o cais, lançar-se ao mar, ao sabor do vento, da dança das velas, ser levado pelas marés e correntes. Viver sem navegar não seria viver, mas apenas existir.

Contudo, para interpretar a frase – “viver não é preciso” – que está na poesia, é mister entender que a palavra “preciso” não foi usada no sentido de algo necessário, mas relacionada à “precisão”, ou seja, Pessoa nos ensina que navegar é algo seguro, regido por cartas náuticas, pelas estrelas, pelo aviso dos faróis, e que viver, ao contrário, é algo imprevisível, impreciso, pois a vida não se sujeita a cálculos, nem a rotas, nem a mapas.

Os anos me ensinaram, como um velho “marujo”, que existem duas formas de se viver a vida cristã. A primeira é achando que somos “heróis gregos” arregimentados pelo “capitão da nau” para empreender uma expedição pelos mares revoltos da existência em busca de receber, ao final, a “coroa de ouro”.
Tenho encontrado pessoas que acham que seguir a Cristo é algo como fazer parte de um exército, com regras rígidas, disciplina apurada, rigores acéticos, estéticos, restrições e proibições de toda sorte. Este tipo de cristianismo acaba desenvolvendo uma espiritualidade doentia, pois coloca sobre os ombros um fardo que não se pode carregar, estabelece um padrão de comportamento inalcançável, leva-nos a tentar existencializar as filosofias dos epicureus e dos estóicos que buscavam a ataraxia – a morte do “eu”. Ora, isto não é o Evangelho, mas uma distorção profunda do que ensinou Jesus! Surpreso?! Não me diga...

Por outro lado, a uma outra alternativa de espiritualidade que produz um viver mais livre, solto, pois leva-me a abraçar o “fardo” de Cristo, que é leve e suave. Quando reconheço a imprecisão da vida, que as circunstâncias não são encadeamentos lógicos, sistêmicos, leis e regras imutáveis, que Deus não tem como objetivo último me adestrar, ou domesticar, robotizando-me, serializando-me, mas que a Sua graça me basta, pois Seu poder se aperfeiçoa, justamente, nas minhas falhas, fraquezas e inconcretudes, passo, então, a viver livre do fardo da religião, que asfixia e produz simulacros existenciais.

“Quando sou fraco então é que sou forte”, pois na minha fraqueza reconheço a ação de Deus e constato que o que há em mim de bom não é obra de um programa de desenvolvimento espiritual, meritório, baseado em obras, mas fruto do Espírito Santo gerado em meu ser unicamente pela fé. E assim tomo consciência de que meu “homem interior” está sendo renovado pela Palavra de Cristo, a qual produz uma nova consciência, um “olhar” diferente sobre os matizes da vida e as idiossincrasias do mundo. É esta nova forma de pensar e agir que me permitirá discernir o que é bom e o que faz o bem, daquilo que entorpece o ser, destrói a alma, petrifica o coração, insensibiliza-me ao outro, torna-me um ser egocêntrico.

Eu não sei por quais “oceanos” você tem navegado. Nem sei como é o “timoneiro” do seu barco. Mas reconheço que em nosso meio temos estas duas opções de experimentação religiosa. Que cada um, segundo sua liberdade e consciência, faça suas escolhas. O que a vida de “marujo” tem me ensinado, nestes 30 anos navegando pelos “oceanos” da vida, como dizia a velha canção, é que “com Cristo no barco tudo vai muito bem, e passa o temporal”.
by C.M.

domingo, 9 de janeiro de 2011

GLÓRIAS A DEUS!!!!!!!










UMA VIDA QUE CABIA NUM TANQUE

Toma-se banho por muitos motivos: por higiene, por questões religiosas, por prazer ou ainda com finalidades terapêuticas. Os hindus banhavam-se no sagrado Rio Ganges para se purificarem. Os gregos adotaram o banho como possibilidade saudável e prazerosa. Os turcos, em suas saunas, introduziram na água ervas aromáticas e os Egípcios entregavam-se aos cuidados do deus Thot, devotado a medicina.
Mas foi entre os antigos romanos que o banho notabilizou-se. Para eles o assunto era sério, tratava de higiene, uma questão de Estado. Onde estiveram os romanos, construíram termas, pois, ir a elas, era bem mais do que se banhar em águas, mas, sobretudo, estar num ambiente em que se apresentavam poetas, se ouvia boa música, se falava das últimas notícias, ou seja, desfrutava-se de prazeres imperiais.
Há uma casa de banhos descrita na bíblia sagrada. Mas, diferentemente do ambiente prazeroso e inspirador das termas romanas, ela era um local de sofrimento, de dor, de solidão e de morte. Nesta casa não havia divertimentos, nem poesia, nem canções. Contudo, conforme a descrição de João, neste local de horrores um encontro improvável aconteceu. Nele, um homem enfermo, desenganado da vida, deparou-se com Jesus e, a partir de então, sua existência nunca mais foi à mesma.
Pense comigo: o que faz alguém se arrastar durante trinta e oito anos, dezenas, centenas de vezes para mergulhar em um tanque, mesmo sabendo que seu intento será frustrado, pois outros irão correr a sua frente? Numa resposta simplória, você poderá dizer que ele queria ser curado. Este era o motivo, a razão de tamanha perseverança. Será mesmo?

O tanque de betesda era uma casa apinhada de gente, um lugar de sofrimento, de dor e de morte, um local para a escória, os doentes, os feridos e desesperançados. Tratava-se do último recurso, o paradeiro derradeiro da existência, a opção final. As pessoas ficavam ali por anos, agonizando, sem amparo, sem afeto, sem nenhum tipo de assistência e, por fim, morriam.
Aprendi que existe um enorme perigo na agonia e na dor prolongadas porque este estado dissolve a alma, tritura as emoções, desconstrói a esperança e, por conta disto, leva-nos, mais cedo ou mais tarde, a desistir da vida. Nós não nos apercebemos, mas, não raro, inconscientemente, somos compelidos a acariciar o sofrimento, acolhermos as nossas mazelas de tal forma a, simplesmente, irmos levando a vida, “abraçarmos” a dor. “Viver é sofrer”. O acumular do sofrimento que se interpõe em nossa caminhada acaba nos arrastando, existencialmente, para um “tanque de betesda”. E o tempo passa, as dores se aprofundam, as tristezas se acumulam, e vamos ficando ali, amargurados, machucados, sofridos, solitários, aguardando que, um dia, quem sabe, algo sobrenatural nos alcance e nos resgate de volta para a vida.
Tenho encontrado muitos assim, deitadas à beira de um “tanque de betesda”. Pessoas cuja enfermidade física, emocional ou espiritual já tatuou-se na alma, alojou-se no ser, amalgamou-se a consciência. Para tais pessoas, é impossível voltar a ver-se sem este “aleijão”, sem esta “deformidade”. Mas Jesus, a partir do texto, nos dá 3 motivos para pensarmos diferente.
O primeiro é que Ele está identificado com o sofrimento humano. Se você prestar atenção no texto, verá que, inicialmente, Jesus estava em uma festa em Jerusalém. Sim, circulava entre risos, pessoas cheirosas, boas conversas, boa comida, alegria e prazer. Mas, de repente, sem qualquer explicação, largou tudo, andou cerca de 3 quilômetros e entrou em um outro tipo de ambiente, num lugar onde as expressões eram outras, o aroma era outro, as motivações eram outras. Era o tanque de betesda, uma casa de morte, de gemidos, de gente agonizando.
Quero lhe dizer algo: Jesus largou a festa para ir de encontro à aflição, abriu mão de sua divindade para encarnar como homem, esvaziou-se a si mesmo para ser reconhecido em figura humana – carne, sangue, suor e lágrimas – abandonou a eternidade para entrar na história, abdicou da vida para ir de encontro à morte, largou a glória para estar na cruz e, por conta disto, de tão identificado que está com nossas misérias, deixará qualquer coisa para abraçar aquele de coração quebrantado e espírito contrito.

O segundo motivo é que Jesus está compromissado com as pessoas de forma individual. Naquela casa havia milhares de pessoas, umas apertando-se contra as outras. Mas, naquele dia, Jesus tinha um encontro marcado com aquele homem. Não havia uma noite que ele não sonhasse em ser restaurado, mas a desesperança havia tomado trono no seu coração. Suas lágrimas já haviam secado.
Aquele encontro, todavia, estava marcado desde a eternidade. Sim, Jesus quer encontrar-se com todo aquele que deseja levantar-se de seu “leito de enfermidade”, pois Ele quer salvar o caído, o perdido, o excluído, quer sarar feridas, apaziguar consciências, reconstruir interiores, dar prazer e significado aos nossos dias. Muitos estavam ali naquele local, mas apenas aquele homem sonhava em ser mais do que curado, ele queria ser salvo! Os outros esperavam o “sobrenatural”, o “anjo” que movia as águas, mas aquele homem aguardava a redenção de seus pecados e, por isso, foi contemplado.

O último motivo que desejo lhe expor é que o sacrifício de Jesus é suficiente para todos, mas eficiente apenas para os que crêem. Ao encontrar aquele moribundo, naquele dia, o Galileu lhe fez uma pergunta absurda: “queres ser curado?”. Ora, havia trinta e oito anos que aquele homem sentia o coração agitado quando o vento ficava mais forte, e gritava por alguém que o levasse até a água. Durante trinta e oito anos ele se arrastou com sofreguidão até a beira do tanque, mas outros chegavam primeiro e tiravam a sua oportunidade. Em trinta e oito anos ele guardou apenas um sonho: andar com vigor pelas ruas de Jerusalém, voltar a sentir-se inteiro, integral, íntegro.
Aí, de repente, o Deus-Homem o encara na inteireza de quem ele é, com seus desejos e fracassos, sonhos e frustrações. Sim, apenas um olhar foi suficiente para Jesus desvendar tudo o que se passava em sua alma, algo como um “scanner” sobrenatural o varreu de cima a baixo, discerniu toda sua vida, nada pôde ficar encoberto, escondido, tudo foi revelado; medos, dores e dramas. “Queres ser curado? Sim quero! Então levanta-te, toma o teu leito e anda!”.

Eu creio que todos nós almejamos por encontrar um “tanque de betesda”, um lugar onde possamos nos chegar e nos lavar das nossas imundices, um ambiente que produza em nós paz, liberdade, saúde e bem. É bem provável que, “a esta altura do campeonato”, você já saiba que a vida não é uma terma romana, com águas relaxantes, nem tão pouco uma casa turca, com aromas e perfumes. Não. A vida está mais para “betesda” do que para qualquer outra coisa.
No fundo, parece que todo ser humano vive a beira deste “tanque”, em busca deste encontro. O mesmo Jesus, todavia, que buscou aquele homem no fundo do poço, deseja hoje encontrar você, estejas onde estiveres, mergulhado no mais profundo abismo, esquecida num quarto de apartamento, drogado numa esquina de uma metrópole, prostituída num quarto de motel, afundado em dívidas ou largada da família e dos filhos. Saiba, aquele mesmo olhar ainda anda por aí, apenas desejando encontrar um outro que lhe corresponda e uma voz que lhe diga: “Sim, Senhor, eu quero ser curado!”.

TERIAM O PAI E O FILHO APARECIDO AO FUNDADOR DO MORMONISMO

A Paz do Senhor Jesus Cristo! continuamos publicando o estudo e comentários do nosso irmão Fernando Galli, falando sobre os mórmons, apreciem e fiquem a vontade para comentar. Deus vós abençõe!

Se você perguntar aos mórmons qual foi o maior evento ocorrido na terra desde a ressurreição de Jesus Cristo, ficará surpreso com a resposta deles. Dirão: Foi o aparecimento do Pai e do Filho a Joseph Smith Jr. em 1820. Os mórmons narram esse acontecimento com uma convicção incrível. Para eles, é uma crença central e inquestionável. Mas será mesmo que a Bíblia apoiaria tal suposta aparição? O que dizem os profetas e livros do mormonimo De acordo com o Guia para Estudo das Escrituras, publcado no final do Livro de Mórmon, faz-se a seguinte declaração:

"Em 1820, Deus, o Pai, e Jesus Cristo apareceram a Joseph Smith e ele ficou sabendo que nenhuma das igrejas da Terra era verdadeira." - Livro de Mórmon. Guia para Estudo das Escrituras. Verbete "SMITH, JOSEPH, JR, página 202. Edição Brasileira de 1995.

Refutação apologética-evangelística - Perceba que o motivo pelo qual o Pai e o Filho teriam aparecido a Joseph Smith foi dizer a ele que todas as igrejas estavam erradas. Se realmente alguém apareceu a Joseph Smith, falou uma tremenda mentira a ele. Jesus disse a Pedro que "as portas do inferno não prevalecer[iam] contra a igreja de Jesus". (Mateus 16:18) Isto significa que sempre, em qualquer momento da história do Cristianismo, haveria a Igreja de Jesus composta por cristãos convertidos a Ele. Por isso, Jesus disse que estaria com os discípulos até a consumação do século. (Mateus 28:20) perguntamos aos mórmons: Teria Jesus falado de uma igreja que deixaria de existir e seria derrotada pelo inferno durante 1720 anos, desde o ano 100 até 1820? Isso prova de que o Pai e o Filho não apareceram a Joseph Smith, pois é impossível que Deus minta. (Hebreus 6:18) Seria muito bom que pudéssemos raciocinar com os mórmons que a Igreja de Jesus Cristo verdadeira não são placas denominacionais, pois não era essa igreja que Jesus falava em Mateus 16:18. Então, prepare-se, e seja paciente. a Bíblia diz que Jesus foi dado à Igreja (Efésios 1:22), que Jesus é o cabeça da Igreja (Efésios 5:23) e que Jesus amou a Igreja e se entregou por ela. (Efésios 5:23) Que Igreja seria essa? Uma institutição, uma placa denominacional? Não, pois Jesus se entregou, ou morreu, por pessoas. Assim, quem aceitou a Jesus como seu Salvador faz parte desta verdadeira Igreja, e não igreja-denominação.

A forma como os "profetas" mórmons descreveram esse suposto acontecimento reflete como muitos são levados por fábulas, contos, relatos de visões - tudo isso muito característico no mundo das seitas. Veja o que um de tais profetas declarou:

"Tal aparecimento glorioso de Deus, o Pai, e seu Filho Jesus Cristo [...] é o maior evento conhecido neste mundo desde a ressurreição do nosso Senhor." - BENSON, Ezra Taft, Church News, 23 de dezembro de 1967, página 12, em Inglês.

Refutação apologética-evangelística - A Bíblia diz que ninguém jamais viu a Deus, mas quem revelou Deus foi o Deus Unigênito, Jesus Cristo. (João 1:18) De acordo com o próprio Deus, morreríamos se o víssemos. (Êxodo 33:20) Assim, Jesus se fez homem para revelar o Pai. Por isso dizia: "Quem vê a mim, vê o Pai." (João 14:9) Perguntamos aos mórmons: Deus teria aberto exceção a Joseph Smith? Para isso, Deus teve que diminuir sua glória, para que Joseph Smith pudesse resisti-la? Na verdade, sabemos que os mórmons crêem que o Pai e o Filho são personagens de carne e ossos, como nós. Observe:

“Na Trindade há três pessoas distintas: Deus, o Pai Eterno; seu Filho, Jesus Cristo e o Espírito Santo. Cremos em cada um deles. As revelações modernas nos ensinam que o Pai e o Filho têm corpos tangíveis, de carne e ossos, e que o Espírito Santo é um personagem de espírito, sem carne nem ossos.” – O Livro de Mórmon, 1995, Guia Para Estudos das Escrituras, Apêndice, página 211, verbete TRINDADE.

Então, para um deus que tem corpo tangível de carne o ossos, fica fácil aparecer para quem ele quiser. Todavia, os Mórmons precisam explicar, se o deus deles é de carne e ossos, por que o Livro de Mórmon narra sobre os Zoramitas (grupo apóstata, que negava a Cristo) orarem a Deus confessando que Deus foi é e será um espírito para sempre, sendo que Alma não condenou em lugar nenhum esses dizeres? Veja como isso é verdade no texto ao lado, extraído do Livro de Mórmon, citação de Alma 31:15-17. Daí, comparamos esse texto com a declaração de James E. Talmage, membro do Conselho dos Doze Apóstolos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias e a idéia de Deus já é expressa totalmente diferente:

"A imaterialidade de Deus [...] está em desacordo com as Escrituras e é absolutamente negada pelas revelações da pessoae dos atributos de Deus. [...] Nós afirmamos que negar a materialidade da pessoa de Deus é negar a Deus; pois uma coisa sem partes não possui o todo, e um corpo imaterial não pode existir." - TALMAGE, James Eduard. A Study of Articles of Faith (Salt Lake City, Utah: The Church ofJesus Christ of Latter-day Saints, 1977), página 48.

Alguns mórmons poderão dizer que o texto de Alma 31:15-17 está se referindo a uma oração do grupo apóstata chamado Zoramitas e que, por isso, não se pode dar créditos a essa oração. Embora o capítulo 31 realmente esteja falando sobre como Alma observou esse grupo apóstata negando a Cristo, crendo num falso conceito de eleição e fazendo orações pré-estabelecidas, não vemos em momento algum, no livro de Alma e muito menos no restante do Livro de Mórmon criticar-se ou refutar a crença dos Zoramitas de que Deus é, foi e será um espírito eternamente. Qualquer leitor ponderado perceberá que Alma condena o orgulho dos Zoramitas, que usavam ornamentos de ouro e se diziam escolhidos (Alma 31:28), e que adoravam ao deus deles de uma forma jamais vista, ou seja, subir numa plataforma e dizer as palavras na foto acima em Alma 31:15-17. Mas a pergunta é: Será que somente os Zoramitas diziam que Deus é Espírito? Não! Segundo o Livro de Mórmon, até mesmo Aarão disse isso. Veja no quadro ao lado, a foto do texto em Alma 22: 9, 10. Trata-se de uma pergunta que um rei teria feito a Aarão se Deus seria "aquele grande Espírito". Aarão diz que sim, e pergunta ao rei se ele acreditava que Deus era o Grande Espírito que criou todas as coisas. O rei responde SIM ("acredito que o Grande Espírito" criou todas as coisas" - Alma 22:11), e decide orar àquele deus crido pelos mórmons. Então, perguntamos: Que "deus" é esse? Ele é espírito, mas é de carne e ossos? Perplexo com essa flagrante contradição, pois um apóstolo mórmon escreve que Deus é um ser material, e o Livro de Mórmon diz que Deus é espírito, procurei investigar como os mórmons definem "espírito". Ao descobrir isso, percebi a profundidade do erro mórmon ao definir o Deus da Bíblia. Sobre espírito, afirmam:
"Espírito é a matéria, porém mais fina e pura que os elementos ou a matéria mortal." – O Livro de Mórmon, 1995, Guia Para Estudos das Escrituras, Apêndice, página 72, verbete Espírito.

E como na foto ao lado, no livro Doutrinas & Convênios 131:7, 8, escrito por Joseph Smith, vemos que um espírito, que é a matéria mais refinada e pura, "só pode ser discernido por olhos mais puros." Este é um conceito aberrante sobre espírito. Que definição é essa de matéria mais fina? Onde foi que arrumaram isso? Outras perguntas também nos vêm à mente: (1) Se, conforme o texto ao lado, somente quando nossos corpos forem purificados poderemos ver que o espírito é todo matéria, significa que Joseph Smith já havia sido purificado quando viu o Pai e o Filho? (2) Como Joseph Smith, antes de ter se tornado sacerdote, poderia ter visto o Pai, se ele mesmo escreveu no livro Doutrinas & Convênios 84:21, 22 que "sem as ordenanças e a autoridade de sacerdócio [...] nenhum homem poderia ver o rosto de Deus, o Pai, e viver"? Que conflitante é a doutrina mórmon! Para evangelizar os mórmons e refutá-los com amor sobre essa questão da suposta aparição do Pai e do Filho a Joseph Smith em 1820 é importante saber duas heresias que eles crêem, sobre o espírito e sobre a natureza de Deus. São elas:
"Espírito. A parte do ser vivo que existe antes do nascimento mortal, que vive no corpo físico durante a mortalidade e que existe depois da morte como ser separado, até a ressurreição." – O Livro de Mórmon, 1995, Guia Para Estudos das Escrituras, Apêndice, página 72, verbete Espírito. “A Igreja proclama essa verdade eterna: Como o homem é, Deus foi; como Deus é, o homem poderá vir a ser.” – Regras de Fé, James E. Talmage, 1983, p. 389.

Perceba que o "pai" e o "filho" que apareceram a Joseph Smith não tem nada a ver com o Deus Todo-Poderoso, mas são personagens que eram espíritos, vieram aqui na terra para morrer, e retornaram ao mundo espiritual (da matéria mais fina e pura). E dizem que Deus já foi como nós e nós podemos ser deuses também. Então, onde começa o erro? Por acharem que Deus foi como um de nós, nascido de relação sexual, não porque Jesus veio morrer por nós, mas porque todo espírito um dia nascerá aqui na terra e voltará a ser um espírito, ou seja, uma matéria mais fina e pura. Assim, qual a superioridade entre o deus dos mórmons e o que os mórmons supostamente se tornarão no que chamam de exaltação (ou salvação)? Nenhuma! Por isso, o deus deles pode aparecer e ser visto. Ele é como um de nós e nós seremos como ele. E a contradição aumenta quando lemos no Livro de Mórmon, em Moroni 8:18, que Deus é imutável! Se é imutável, por que precisou vir morrer para ser um deus assim como cada mórmon precisará morrer para ser um deus?
Quem, então, apareceu a Joseph Smith?

Para ser sincero, eu não acredito que alguém tenha aparecido a Joseph Smith. Na verdade, creio que a probabilidade de que ninguém, de fato, apareceu a ele seja de 90 por cento. Talvez, você me replique: "Mas o Diabo se transforma em anjo de luz". (2 Coríntios 11:12) Todavia, eu sei que o Diabo teria sido mais inteligente em ter feito isso. Quando estudo o modo como ele se manifesta nos aparentes casos de lembranças de vidas passadas, sei que o método dele é bem superior! Apesar de ser apenas o meu ponto de vista, o qual deve ser respeitado, creio que essa visão tenha sido mais um produto da imaginação fértil de um jovem adolescente buscando se encontrar, ou de uma visão produto de uma neurose. Dessa visão, teriam surgido idéias subsequentes para fundamentar uma nova doutrina, com simpatizantes que a endossaram e a estabeleceram. Talvez aí, sim, o Diabo tenha se aproveitado e enfeitado mais a "estória". Mas, admito uma pequena probabilidade de 10 por cento de o Diabo ter sido tão burro a ponto de inventar uma estória dessas. E o fato de o mormonismo estar crescendo assustadoramente não significa necessariamente que alguum ser espiritual, de matéria mais fina ou não, tenha realmente aparecido a Joseph Smith, em 1820. Creio que o Diabo usa mentiras dele e dos outros para surgir com novas heresias. Mas ao analisar, com todo respeito a pessoa do mórmon, todas as "estórias" que os mórmons contam para fundamentar suas crenças, chego a crer que o Diabo não cometeria tantas gafes, mas se aproveitaria de invenções ou de mentes com fé patológica para encrementar uma nova fé. De qualquer forma, precisamos evangelizar os mórmons. Que nosso amor por eles nos ajude a alcançá-los e que a verdade de Deus os liberte de tamanha fábula.

sábado, 8 de janeiro de 2011

QUER TROCAR?

“Trocam-se lâmpadas novas por lâmpadas velhas!”. Você já ouviu esta frase? Ela faz parte do conto Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, que está contido na coletânea de livros e estórias das Mil e uma Noites, preservadas na tradição oral dos povos da Pérsia e da Índia.

Aladim, um jovem chinês, órfão de pai, pobre, vivia a vagabundear pelas ruas. Um dia, um mago africano chegou de um distante reino e passou a observá-lo. Com uma estória falsa, ele foi solicitado a apanhar uma lâmpada velha, abandonada em um jardim, sob o pretexto de ficar rico e poderoso. Entusiasmado com a idéia, cumpriu a missão, mas foi abandonado na caverna escura porque se negou a entregar a lâmpada ao mágico antes de ser puxado para fora.

Desesperado, durante dias procurou sem sucesso uma saída. Entretanto, acidentalmente, acabou esfregando a lâmpada e, surpreendentemente, um gênio lhe apareceu. Ele era capaz de realizar todo e qualquer desejo para o seu possuidor. E foi assim que Aladim tornou-se um homem poderoso, rico, casou-se com a filha do sultão e passou a morar no palácio.

Após algum tempo, sabedor do sucesso de Aladim, o mágico retornou a China. As portas do palácio, disfarçado de vendedor ambulante, começou a anunciar em alta voz: “trocam-se lâmpadas novas por lâmpadas velhas!”. A princesa, que desconhecia o segredo, achou aquela uma ótima oportunidade. Assim, trocou a lâmpada mágica por uma lâmpada nova, mas que não tinha poder algum. Imediatamente o mago acionou o gênio e ordenou-lhe que levasse o palácio com a princesa para terras distantes, deixando Aladim atônito, desesperado e sem absolutamente nada!

Tenho observado os dias em que vivemos, esta sociedade consumista, materialista que, cada vez mais, alimenta-se através da troca de coisas. Troca-se um casamento velho por um novo; uma profissão velha por uma mais rentável; um amigo velho por um outro que “abra” um novo network. É uma questão de oportunidade! No fundo, tudo que nos cerca perdeu o seu valor absoluto. O que importa agora é o que é relativo e como este relativismo pode nos atender.

Por isso é possível trocar caráter por jeitinho, amor por estabilidade, fidelidade por prazer, honestidade por comodidades, compromisso por omissão, troca-se tudo por qualquer coisa desde que se possa ganhar algo com isto. Até mesmo porque, quem pode prever o que uma boa negociação trará de benefícios? Não seria absurdo trocar um Deus antiquado, com princípios e valores “superados”, por outro moderno, tipo “gênio da lâmpada”, que nos assegurasse benefícios e vantagens aqui, agora, e isso sem precisarmos esperar pela eternidade, se é que ela existe? Como assim? Você já trocou?!

“Alguma nação já trocou os seus deuses? E eles nem sequer são deuses! Mas o meu povo trocou a sua Glória por deuses inúteis. O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água”. Jr 2:11 e 13. Pois é, já dizia George Courteline: “É mais fácil trocar de religião do que de café”.
A denúncia do profeta Jeremias poderia estar estampada no jornal de qualquer denominação cristã: das Histórias e Reformadas, as Pentecostais e Neopentecostais, passando, até mesmo, pela Igreja Católica; qualquer uma! Abandonamos a Deus, seus valores, seus princípios, sua ética, e trocamos tudo isto por um “prato de lentilhas”, por um estilo de vida mais “adequado” ao século XXI, mas adaptável às nossas necessidades e demandas. Assim, sincretizamo-nos com práticas das mais perversas, destruímos, em benefício próprio, a sã doutrina, agimos de forma reprovável e, cinicamente, fazemos como fez o povo de Israel dizendo: “por que nos ameaça o Senhor com todo este grande mal? Qual é a nossa iniqüidade, qual é o nosso pecado, que cometemos contra o nosso Deus?” Jr. 16:10

Abandonamos a fonte de água viva, que é Jesus – “vinde a mim e bebei” – a sua Palavra, o seu Espírito, o seu Evangelho, e passamos a beber água suja, armazenada em cisternas construídas por mãos humanas, cisternas que não podem reter o que trás a paz e faz o bem porque rompem-se, deixam vazar seu conteúdo, pois suas águas estão apodrecidas.

Por isso sucede-nos o que também se sucedeu ao povo de Israel: “agora, por que você vai ao Egito para beber água do Nilo? E por que vai à Assíria para beber água do Eufrates?”. Jr. 2:18. Temos de beber a água do “Egito”, que simboliza o mundo e seu sistema perverso, bebemos de seus valores distorcidos e nem nos apercebemos que eles estão nos matando, destruindo nossas famílias, vamos a “Assíria”, beber das fontes do paganismo, e assim nos apropriamos de “fogo estranho”, porque as fontes da vida que nos supriam secaram-se, esvaziaram-se, tornaram-se indisponíveis.

Nunca foi tão fácil, em termos da sociedade humana, realizar trocas como em nossos dias. Podemos trocar tudo! O ferro de engomar quebrou, troca-se; o mouse do computador quebrou, troca-se; o carro está quebrado, troca-se; não está feliz no apartamento atual, troca-se; a faculdade é distante, troca-se; não está realizado no emprego, troca-se; o casamento está monótono, troca-se; a igreja não tem programas que te agradam, troca-se; o pastor é muito firme, troca-se; Deus não te atende, troca-se. O importante é você estar feliz! Por isso, vá trocando tudo até encontrar algo que lhe agrade!

É a cultura do descartável. Começa-se trocando coisas; depois, trocam-se valores; em seguida, princípios e, por fim, pessoas. Aí instaura-se em nossa consciência um mecanismos perverso que nos leva a amarmos as coisas e usarmos as pessoas. Saímos trocando, como se a vida tivesse se tornado um grande mercado público e tudo pudesse ser “comercializado”, não há limites nem restrições, não há regras, nem ética, nem nada, apenas a necessidade de se saciar o apetite da alma e de suas paixões.

Às vezes fico imaginando se Deus nos tratasse na mesma moeda. Já pensou se houvesse um jornal no céu, “A Tribuna Divina”?!. Como sereia abrir de manhã cedo a seção dos classificados e encontrar, com letras garrafais, o seguinte anúncio: Deus Troca! E abaixo, as ofertas...

"Troca-se um fulano que quer fazer por um outro que queira ser; a fulana maldizente por uma que seja adoradora; a cicrana fofoqueira por uma apaziguadora; um marido infiel por um que seja leal; um colaborador esporádico por um dizimista responsável; um atarefado por um comprometido; um legalista por alguém cheio da graça; uma boca suja pela língua de um salmista; ativistas por gente que ora; uma igreja com donos por uma em que Eu possa mandar; “apóstolos”, “bispos”, “patriarcas”, “evangelistas”, “missionários” e outras “entidades metafísicas” por gente humilde, simples, comprometida apenas com o ensino, o pastoreio e a profecia".

Apenas uma pergunta: Você trocaria?...
by C.M.

TODO JUSTO SERÁ PROVADO!

O SENHOR prova o justo, mas a sua alma aborrece o ímpio e o que ama a violência (Salmo 11.5).

Muitas vezes, as pessoas não entendem por que passam por apertos. Nesses momentos, algumas reclamam e questionam se Deus realmente as ama. Há tentações e provações, mas quem já se converteu e pauta a vida na Palavra deve estar sempre preparado para ser provado. É o próprio Deus quem as coloca nessas provas, pois, assim, Ele confirma se elas Lhe têm sido fiéis.

A Palavra narra que Jesus foi levado pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo diabo (Lc 4.1-13). Podemos questionar como o Senhor teve tamanha coragem, ou, para alguns, maldade. Mas a verdade é que o Pai queria que Jesus provasse que não sairia do que está escrito. Foi assim que o Mestre Se portou e livrou-Se daquele período de provas, pronto para fazer o que Lhe foi comissionado, ou seja, salvar o mundo perdido.

Se os pais colocassem o bebê no berço e nunca o tirassem de lá, como ficaria esse indivíduo quando crescesse? Se os pais não o deixassem pisar no chão e ainda proibissem as pessoas de falarem com ele e de o abraçarem, como seria quando ele atingisse a idade adulta? Cada um precisa conviver com todos os tipos de indivíduos: ingratos, fofoqueiros, malandros, e também com gente boa, santa.

Observe que, como forma de avaliação de assimilação de conteúdo, os colégios, em sua maioria, aplicam provas em seus alunos. Sendo assim, mesmo os melhores estudantes têm de passar por testes. Na educação física, não basta, simplesmente, ter um bom porte físico e estar disposto a ser um bom atleta, pois o aluno tem de fazer todos os exercícios, e, no dia do exame, precisará correr, nadar, saltar, jogar etc., a fim de mostrar que aprendeu o que lhe foi ensinado; caso contrário, não será aprovado.

Nós, de fato, fomos curados pelas feridas de Jesus (Is 53.5), mas, por exemplo, quando vem um resfriado ou uma pequena dor, o que fazemos? Oramos ou logo compramos um remédio e nos livramos dele? Quando surge a oportunidade de “ficar” com alguém, nós nos portamos como santos ou praticamos o mesmo que o mundo faz e depois pedimos perdão a Deus? Quem não é fiel no mínimo não o será no muito. Aquele que não aprende a repreender uma pequena dor, se, um dia, for acometido de um mal maior, não terá condições de enfrentar tal ataque. O mesmo acontece com o cristão que, tendo oportunidade de ficar a sós com uma garota, logo troca beijos e carícias íntimas com ela. Diante disso, um dia, ao surgir a oportunidade de fornicar ou adulterar, lá vai o “filho de Deus” como ovelha para o matadouro.

O ímpio, o qual ama a violência e se acha mais esperto que o fiel, cai em toda armadilha. Depois, como conseqüência, tem de criar um filho que não foi planejado ou, até mesmo, passar alguns anos atrás das grades para reparar um ato insano.
Meu irmão, seja prudente e prepare-se para as provações, pois elas sempre virão; porém, capacite-se também para ser aprovado e sair delas com louvor!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CHEGOU A HORA!!!!!

Em momentos de dificuldades e fraquezas muitas vezes esquecemos de olhar para o Nosso Socorro que é o Senhor, murmuramos, questionamos, desanimamos e até envolvemos outras pessoas que nada podem fazer para trazer uma solução. Mas Pastor a pessoa vai me ajudar em oração, as vezes sim, mas na maioria das vezes não, irão só fingir solidariedade, mas no fundo estão alegres pelo que estamos passando. Então porque continuar errando, falhando, procurando solução a onde não há....o único que pode mudar essa situação é o nosso Deus e ele quer mudar, basta você também querer (de verdade) e creio que aquilo que estava difícil se tornará mais fácil do que imaginávamos e em relação a fraqueza no livro do Profeta Joel no capítulo 3 no verso 10 esta escrito assim: Diga o fraco eu sou forte, ou seja, se levante do chão, erga a cabeça e vamos em frente porque Deus é conosco e se ele é conosco, nos somos mais que vencedores em Cristo Jesus conforme escrito em Fp. 4,13 e mesmo que estivermos fracos, ainda assim somos fortes, mas não na nossa força, pois esta nos levará a viver uma vida medíocre, mas sim na força do Senhor e com essa nem o inferno pode impedir eu e você de vencermos as guerras e dificuldades do dia a dia. Então creia, reaja, você pode e é forte.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

DEIXAMOS TUDO E TE SEGUIMOS. O QUE GANHAMOS?

Para quem vive numa sociedade capitalista, justificar um investimento é a coisa mais comum do mundo. Aqueles que trabalham na área comercial sabem que ressaltar os benefícios de bens e serviços é primordial em qualquer proposta de negócios.

Embora o evangelho não precise de justificativas para existir, muitos cristãos ainda tentam defender a sua causa por meio do anúncio de suas "vantagens":

"Ah... nesse fim-de-semana mais de 100 pessoas foram curadas em minha igreja. E na sua?" - "Ah... na minha, fizemos a campanha das causas impossíveis e profetizamos que mais de 100 saíram com a carteira assinada" - "Já na minha, o pastor profetizou a bênção do 'Cem Vezes Mais' e tenho fé que também receberei!"
Infelizmente, a matemática do evangelho capitalista de 100 vezes mais tem sido pauta de muitas reuniões cristãs. As vantagens são evidentes, afinal, quem não quer uma fé que recompense com tamanha rentabilidade? É sempre bom lembrar que o que Jesus disse foi que receberíamos cem vezes tanto em relacionamentos nessa nova comunidade chamada Reino e, pasme, que tudo isso também viria acompanhado de perseguições (Mc.10.29,30).

Aliás, esse toma-lá-dá-cá em algumas igrejas é tão explícito que a liderança convida aqueles "humildes servos" que desejam ofertar altas quantias a irem à frente receber uma oração especial (seja lá o que isso for). A cena é patética: os vitoriosos, de frente para a igreja, de cabeça baixa, mãozinhas sobrepostas e aquele ar de piedade como quem diz: "Fazer o quê, eu sou bondoso, né!?" (rs). Só falta um violino com uma triste melodia.

"Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua plena recompensa." - Mateus 6.2

Mas a pergunta que dá título à essa mensagem veio do próprio Apóstolo Pedro: "Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos; que receberemos?" (Mt. 19.27). E embora Jesus já tenha respondido a questão, muitos cristãos ainda tentam ajudá-lo, complementando aquilo que Ele teoricamente "esqueceu": "Venha para Jesus e fique livre de todos os seus problemas", "Aceite Jesus e seja curado de todas as suas enfermidades", "Só Jesus pode lhe fazer prosperar!". Porém, como disse meu amigo Paulo César Baruk: "Deus não tem o dever de suprir nossas expectativas, mas tem o prazer de suprir nossas necessidades"

Veja, a Bíblia já nos deu garantia de que nossa obra tem recompensa (II Cr. 15.7). Os galardões foram garantidos pelo próprio Mestre (Lc. 6.23). Paulo, porém, nos dá um ideia da verdadeira motivação dos galardões quando diz: "...não corro como quem corre sem alvo." (I Co. 9.26). Creio que galardão ou qualquer tipo de recompensa seja apenas um lampejo do porvir. Uma brisa de esperança que sopra da Cidade Celestial. Uma luz no fim do túnel para lembrar-nos que estamos no caminho certo. Esse prêmio, porém, nunca será nosso alvo. O alvo é Cristo!

Que em nome de Jesus possamos servi-Lo com alegria de coração sem nos importarmos com recompensas ou vantagens. Que deixemos de anunciar um evangelho de investimentos, implorando aos perdidos que o aceitem. Afinal, o próprio Senhor virou para uma multidão que o seguia e disse: "Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la?" (Lc. 14.28). É como se Ele dissesse: "Tem certeza que quer me seguir?"

E lembre-se: Se Deus nos desse o que merecíamos, estaríamos perdidos
L.R.

sábado, 1 de janeiro de 2011

TUDO DE BOM NO ANO NOVO!

Se a vida fosse um conto de fadas, eu faria um pedido ao gênio da lâmpada para todos vocês...
Mas a vida é real e isso é ainda melhor, porque não vou precisar de uma lâmpada mágica para pedir ao Pai do Céu aquilo que meu coração deseja para os meus amigos.

E um pedido, um único pedido eu vou fazer. É verdade, a idéia talvez seja original, mas não é minha, infelizmente. Copiei essa idéia de um rei.Peço a Deus que no próximo ano dê a cada um de vocês:

Sabedoria! Adquirindo sabedoria, vocês automaticamente receberão todas as outras coisas.

Desejo, então que sejam sábios para:

- se vestirem com a beleza dos lírios dos campos;

- possuírem o suficiente para que sejam cobertas todas as vossas necessidades, mas não o bastante para que pensem que não precisem de ninguém;

- guardarem a fé mesmo nas provações;

- em dificuldades, nunca pensarem que é o fim do caminho;

- na felicidade, nunca se esquecerem de agradecer;

- no amor, que sejam voluntários;

- na dor, que sejam solidários;

- em tempos de guerra, que a Paz possa reinar interiormente;

- na amizade serem grandes e verdadeiros;

- que vossas mãos sejam suficientemente quentes para, segurando a mão do próximo, aquecerem o mundo numa grande corrente de amor;

- nunca pensarem que a felicidade é utopia;

- nunca desacreditarem que o amor vence barreiras;

- nunca se esquecerem de que temos um Pai que jamais vai nos abandonar;

- e que essa sabedoria possa estar presente cada minuto pelo resto, não do ano, mas da vida inteira de cada um!

Faço aqui um brinde a todos vocês! Tenham um Sábio Ano Novo!